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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

[Sessão Crítica] O Ultimato Bourne - Postagem Especial Retrospectiva 11 de Setembro 10 Anos

NESTA POSTAGEM 
EDITORIAL 
SESSÃO CRÍTICA
GALERIA
FICHA TÉCNICA
SOBRE



EDITORIAL 

Este Post é Dedicado em Memória às Familias e às Vítimas do 11 de Setembro de 2001

Iniciei os trabalhos de atualizar essa matéria no dia 10/09 (1 dia antes dos fatídicos atendados de 11 de Setembro nos E.U.A. completar 10 anos) que por algum motivo não consegui terminar e engavetei nos arquivos do Santuário. Como eu assisti toda a trilogia mais uma vez, para apresentar a esposa, a inspiração de desenterrá-lo voltou com tudo.

A crítica eu escrevi originalmente em 2007 para outros sites - antes dessa atualização. E o resultado está aí para vocês acompanharem. Encarem como parte de uma retrospectiva do ano de 2011.

SESSÃO CRÍTICA
O Ultimato Bourne
(The Bourne Ultimatum , EUA , 2007 , 114 min , Ação)

A TEORIA MATRIX CODIFICADA EM ESPIONAGEM

Todo mundo sabe que de uns tempos pra cá, os filmes de Ação espetáculo no maior estilo Rambo ou Charles Bronson perderam destaque e bileteria naturalmente com a saturação do gênero. Não vemos mais heróis moralistas, machões, carregados de armas e quase sempre invencíveis e certinhos.

Embora isso as vezes faça uma certa falta..pela diversão que alguns personagens proporcionavam, devido o carisma que certos atores desse porte, como o Schwarzenegger, traziam a estes personagens. Ainda mais com os Impactos Profundos que a América sofreu nos últimos anos, seus filmes também tiveram uma mudança profunda no estilo de ser dos personagens em filmes de ação.

Antes disso, conhecemos Matrix. Produção que usava e abusava da pirotecnia, como filme de ação - sem contar a sua genial mescla com Ficção Cientifica. Como um filme de ação reconhecido, também associava questionamentos interessantes, mexendo com a filosofia das pessoas.

Em O Ultimato Bourne, temos um anti-herói que enquanto combate inimigos tem de se libertar de um poderoso sistema. Algo muito semelhante ao destino de Neo, o herói de Matrix. Bourne, o anti-herói, interpretado por Matt Daimon (Gênio Indomável), foi o responsável também pela mudança brusca de Bond (Vide: Casino Royale).

Um típico agente que para enfrentar seus inimigos não dispõe de armas tecnológicas e sim de suas habilidades físicas e de sua inteligência para escapar dos momentos cada vez mais apertados que o roteiro da trama proporciona.

E mais do que isso, Neo e Bourne tem em comum: trazem ao público, a chance de serem alertados sobre o que há de errado no mundo. A conspiração ali, é levada como uma metáfora, tanto na aventuras de Bourne quanto na aventuras de Neo.

Bourne não é poderoso como Neo, mas é um supersoldado com muitas habilidades que causam uma dor de cabeça nas autoridades que querem perseguí-lo a qualquer custo. Em O Ultimato Bourne, Matt reprisa pela terceira vez o personagem, prestes a descobrir a origem de sua verdadeira identidade.

Percebe-se que Matt interpreta com louvor um personagem transformado diante de tudo que tem ocorrido desde o primeiro filme. Se em A Identidade Bourne, o supersoldado era como um peixe fora da água , desesperado e confuso.

No segundo, A Supremacia Bourne, ele se transforma num personagem mais atormentado e enfurecido, mas demonstrando certa redenção no final. E em O Ultimato Bourne, o personagem continua atormentado pelo seu passado obscuro, mas volta mais consciente.

Nicky Parsons (Julia Stiles), está presente desde o primeiro filme. É intressante notar que no primeiro, ela era uma personagem com pouca participação, porém, algo de sua personalidade ficava um pouco definido. Apratentava ser uma personagem de certa forma inteligente e misteriosa. Por certas vezes, assustada.

Em A Supremacia Bourne, Julia Stiles defende muito bem sua personagem num duelo pesado entre ela e Matt Damon (Jason Bourne), numa cena tensa de interrogatório em um ambiente fechado. Ali, ela se mostra uma personagem frágil e extremamente assustada.

Em o Ultimato, ela se mostra uma personagem muito mais misteriosa e com segredos nunca antes revelados. Porém, deixa apenas na curiosidade, do que seria ou não seria, deixa esse segredo no vazio. Mas não atrapalha o andamento da trama e não irrita o espectador. Ja que o que mais importa é a busca de Bourne.

O Prosseguimento
O filme segue com fidelidade o cronograma assim como A Supremacia Bourne que precede A Identidade Bourne. Começa com uma referência do filme anterior, como se fosse uma série de TV. Segundo o diretor: A história se passa 10 minutos após o témino de A Supremacia. O amadurecimento, a importância e o fortalecimento de certos personagens (ex: Bourne e Nicky) e envolvimento em novas situações fazem com que, nesse nível, ajude a manter o interesse de um publico novo, e o público fiel e exigente não se decepcione com a fidelidade que uma continuação de Bourne possui, essencial para não perder sua originalidade e nem sua identidade.

O resumo das situações em O Ultimato Bourne são bem aproveitadas, algumas cenas são reprisadas para explicar uma situação ou para surpreender em outras. Fora as referências aos filmes bem sacadas dos filmes anteriores que só serão reconhecidas pelos historiadores da série (ex: a cena em que no aeroporto chamam Gilberto de Pietro* e Bourne para e começa a se lembrar de alguma coisa).*Em A Identidade Bourne, essa era uma das identidades apresentadas que ele usava, quando esteve em uma de suas missões, no Brasil

Essa montanha russa de repetições, se encaixa de forma coerente na conclusão. Pode não parecer espetecular de primeira, já que pode parecer esquisito demais na primeira impressão. É como se fosse um videoclipe de imagens passadas do que uma parte do filme. E ainda assim diverte.

Diferente da trilogia Matrix, que apesar de ser hoje um cult em matéria de filme filosófico, O Ultimato deixa no fim uma mensagem muito interessante e não deixa os fieis seguidores do superagente com a resposta no vazio sobre o tal segredo. O segredo que o personagem busca desde o primeiro filme.

O fim está ao nível de uma excelente série, e não decepcionará aqueles que entendem o que essa série  andou procurando deixar como marca de uma geração. Frank Marshall (produtor do filme), quis terminá-lo com este propósito. Sua maior motivação para a realização desse filme.

Num sentido amplo da palavra: O que poderia resumir cada ato da trilogia Bourne?
A Identidade Bourne: A busca era pela Identidade..
A Supremacia Bourne: Era sobre vingança e redenção...
Esse terceiro capítulo se resume numa única palavra: A sobrevivência.

Observando com frieza toda a história da série, ela se resume apenas em perseguição. Mas não são tipos de filmes para serem vistos com frieza e sim com os neurônios ligados, sem ter que esperar ansiosamente pela ação pirotécnica que vem a seguir. É preciso dar importância para cada cena, cada detalhe. Mesmo que o processo possa parecer lento.

Nos dois últimos, o fundo político é menos intenso e um pouco mais simplista do que o primeiro de Doug Liman. Mas é extremamente divertido e realista nas cenas de ação e edição. Existe sim, um impacto mais visual do que de diálogos. Embora defendido por um elenco competente.

O Ultimato Bourne é o maior exemplo de que é preciso estar atento a cada detalhe, seja atores/ personagens ou a própria trama. Tudo circula de um modo inteligente, mesmo em momentos de ação, ela conta com uma conseqüência de algum ato anterior - com eficientes passagens entre o passado e o presente, principalmente.

Em quais momentos você assiste filmes de ação aonde tem de questionar ou filosofar ao mesmo tempo? Em pouquíssimos casos. Bourne é notável nesse caso.
Depois de ser indicado ao Oscar de melhor direção no drama Vôo United 93 - sobre os bastidores do 11 de Setembro - era esperado que Paul Greengrass voltasse ainda mais afiado e respeitado pela crítica para dirigir o terceiro filme de Bourne, em sua segunda vez consecutiva na franquia.  Mostra grande eficiência nesse ponto.

Sua câmera nervosa trabalha bem nas situações tensas e intensas de suspense e na ação agressiva. Este é um ponto alto de O Ultimato Bourne e que ficou bastante marcado em muita gente que assistiu ao filme. Apesar de sua indicação em Voo United 93, foi um reconhecimento tardio, pois Greengrass já deveria ter sido indicado desde A Supremacia Bourne, ao menos na categoria melhor edição.

Ele conseguiu tornar Bourne ainda mais refinado que Doug Limam, que dirigiu majestosamente A Identidade Bourne com cara de filme independente e com cenas de ação sem pirtotecnia, ganhando inovação na simplicidade quanto a grandes filmes de ação do naipe de Hollywood.

Em A Supremacia, a paleta de cores foi diminuída - característica que foi também levada como inspiração em 007 Casino Royale (lembram das sequencias em preto e branco?) - tornando as cenas bem realistas. O Ultimato Bourne tem uma filmagem mais limpa, quase como a de uma TV ao vivo, com uma iluminação mais real. (Nota: Pode ter sido uma inspiração de Greengrass após dirigir Voo United 93.)

Trilha Sonora e Efeitos Sonoros
É importante notar a variação de John Powell na trilha de O Ultimato. Embora sobre muita semelhança a trilha de A Supremacia Bourne, enquanto o mesmo ganha uma certa diferenciação se comparado ao repertório do primeiro longa (A Indentidade..). O primeiro filme é a trilha mais diversificada de toda a série - tem um estilo mais eletrônico e mais agitado, pouco definida nas cenas tensas, exceto o tema principal (Main Title). Há também alguns temas dramáticos.

Em A Supremacia Bourne, o tema se tornou mais sóbrio, pesado, menos eletrônico e mais clássico, certas vezes mais tropical; e bem agitado nos momentos tensos. O Ultimato Bourne repete o som refinado de A Supremacia Bourne em muitos momentos. No filme, há um misto das três trilhas dentro do filme nas diversas situações, inclusive quando se encaminha para o final. Segundo o diretor, John Powell fez um bom trabalho para o Ultimato no curto espaço que teve.

Mas se nota que a sonoridade em algumas situações é mais leve quando entra as variações dramáticas e estilo mais policial ou quando passa a combinar com o ambiente, como a cena em Tangiers, toca uma sonoridade mais Arábica. Os temas são mais ao estilo suspense - comparado ao ambiente ou revelações. Funcionando quase como se fosse muitas vezes um prólogo para o que esta para acontecer. Às vezes lembrando alguns filmes clássicos de máfia (com certos aspectos modernos) mais dramáticos e outras vezes levemente felizes. É mais presente num tema contemporâneo como o próprio filme.

A trilha original de O Ultimato Bourne, não surge com muita exaltação assim como ocorre nos anteriores durante o filme, ficou um pouco desvalorizada em momentos barulhentos e movimentados de ação, tocando numa música de fundo quase que parecendo uma sonoridade percorrendo pelo lugar. Mas em compensação ela começa e termina na hora certa durante as cenas tensas e intensas de ação, como naquela clássica luta em que Bourne luta contra um agente com apenas um rolo de jornal em A Supremacia Bourne. Isso é um grande exemplo de que ação sem musica, causa um envolvimento maior do espectador e da cena que se passa.

Entre uma das grandes cenas em Tangiers, nota-se a batizada casa mal-assombrada (By Greengrass) da vitima sendo perseguida pelo asassino e ouvindo apenas os efeitos sonoros; puro suspense dos melhores mesmo (ao nível da cena de susto da janela em A Identidade Bourne). Inclusive para quem já esta envolvido com a história desde o primeiro filme. Mas quem esta assistindo a um filme do Bourne pela primeira vez, poderá se encontrar bem na história sem ficar muito perdido no relacionamento.

A revista Época considera O Ultimato bourne como o melhor filme de uma trilogia de sucesso comparado a Homem Aranha e Piratas do Caribe em 2007. Embora alguns engraçadinhos não tenham entendido esse elogio. E, de fato, O Ultimato não decepciona.

Capas e Cartazes
Cartaz dos Cinemas

Diferente dos anteriores, o cartaz ganha  um aspecto mais humanista do que tecnológico. E mostra mais do lado obscuro de Bourne.

A Identidade Bourne
A Supremacia Bourne
Cartaz do DVD O Ultimato Bourne: Matt com jeito de Mamãe tô forte

Aqui, o filme é vendido como um Blockbuster. A Ilustração é bem caprichada da versão DVD. Mas a primeira impressão que poderia trazer, é de um filme de ação cheio de explosões, algum Duro de Matar estrelado por algum galã de Hollywood. O pior é que Matt Damon já quase foi vendido dessa forma, mais um galã do momento em Hollywood até mesmo como se fosse o substituto do Leonardo Di Caprio ou o comparando(nos tempos de Titanic inclusive).

Há galãs talentosos, mas Damon rapidamente seguiu um exemplo diferente de seu amigo Ben Affleck: um ator respeitado por bons trabalhos, sucesso de público e de crítica.. principalmente de crítica. A ilustração combina bem com uma cena deletada do filme.Comentada por Greengrass na revista Set. O que poderia trazer uma outra sensação de estilo de filme.

Curiosidades 
Edgar Ramirez é Paz, mas quer guerra

- O encontro entre Bourne e Paz (O superassasino) numa estação de metrõ, foi inspirado em Operação França. Há muitas referencias entre filmes favoritos de Paul Greengrass na trama, ele também é fã de policias dos anos 70.Um deles é Todos Os Homens do Presidente, homenageado numa cena do encontro de um repórter e um ex-chefe da CIA.
Cenas de Waterloo

- O próprio diretor declara que procurou superar Operação França nessa terceira perseguição de carros, somando com os outros dois filmes anteriores. O resultado é bom, tenso, mas não tão emocionalmente forte e explosivo como o final do segundo filme. O maior destaque em termos de ação fica pra seqüência da perseguição em Tangiers e a seqüência incial da estação de metrô em Waterloo.

Operação França

- A cenas de perseguição de carros já foi comparada pelos críticos em A Identidade Bourne, com Operação França (um dos primeiros e mais realistas nesse quesito). O reconhecimento veio pelas cenas espetaculares em que uma Kombi, com Bourne e Marie, está sendo perseguida e passando incrivelmente pelas localidades para se refugiar.

- O Ultmato Bourne é a terceira aventura do agente desmemoriado baseado nos livros de Robert Ludlum, cujo livro foi lançado orginalmente em 1990, a história se passa no período da Guerra Fria, tempos vividos pelo autor. Precedido por A Indentidade Bourne e A Supremacia Bourne.

- Na trilogia Bourne, só há uma explosão em cada filme: No primeiro, Bourne explode um veículo, no segundo, uma casa e no terceiro, um agente explode um carro em frente a Bourne. O motivo é que os estúdios adotaram uma política de não haver mais explosões em filmes após os atentados de 11 de Setembro. O que resultou em uma nova geração de filmes de ação, mais dramáticos.

- Joan Allen esteve no filme A Outra Face de John Woo. Como a mulher do personagem de John Travolta.

- Extreme Ways do vocaista Moby toca em todos os 3 filmes, firmando como a musica tema da série. Somente em O Ultimato Bourne que ela foi remixada.

-Numa das cenas deletadas do filme, que esta no DVD, Bourne envia um recado para seus perseguidores, através de um traficante de armas, que destruirá tudo enquanto nada for resolvido. Isso seria uma forma que Greengrass encontrou para explicaçar o título: O Ultimato Bourne.

O estilo de Bruce Lee está no filme

- Os estilos de luta coreografados no filme (inclusive a longa, dramática e tensa sequencia entre Bourne e Desh) une Kali Filipino e Jet Kune Do, o estilo  de Bruce Lee.

- Frank Marshall é o produtor da série Bourne, assim como também produziu a trilogia Indiana Jones.

- Vencedor de 3 Oscars. Incluindo: Melhor Montagem, Som e Edição de Som.

 George W. Bush X Noah Vosen
David Strathairn (Boa noite, Boa Sorte) é Noah Vosen. Um vilão bem encaixado para os dias atuais - por vezes chego a imaginar que ele parece ter saído de algum filme do James Bond pelo poder que tem em mãos. O Oscarizado Strathairn mostra uma ótima interpretação, seja como um diretor da CIA enfurecido e inquieto no desenvolver de sua missão ou como um cavaleiro para Pamela Landy (Joan Allen).

 No mundo real, Bush era uma autoridade de Estado maior. No filme, Vosen é uma autoridade da CIA. Ambos tem como responsabilidade proteger o patrimônio Americano. Há também quem acredite que a guerra ao Iraque, do governo Bush, era mais do que caçar terrorista. Era também uma corrida pelo ouro. Ou o melhor.. pelo Petróleo.

Radicais socialistas até especulavam, vai que os E.U.A. invade o Brasil para tomar o nosso petróleo da Petrobras? Coisas assim. Vosen tem o controle da CIA. E a CIA é uma instituição poderosa, não é a toa a teoria de que a CIA pode estar em todo lugar. (Raízes do sionismo?)

 Chegamos a teoria de que o mundo pode estar conspirando contra você. Vosen pode estar certo de que Bourne é uma ameaça por que ele é uma testemunha. Logo entendemos que o seu motivo para guerra não é apenas pelo patrimônio, mas para defender a corrupção e o abuso de poder que existe por trás daquela cortina. Sendo Bush ou Vosen, ambos poderiam deter qualquer tipo de ameaça, sendo aliada ou não.

E o ator Matt Damon reforçou essa meu ponto de vista ao comentar sobre seu personagem: - Jason Bourne é como os soldados no Iraque. Por vezes, somos enganados por ideais facistas e estes soldados se tornam um grande exemplo disso. O mundo pode estar vivendo uma lavagem cerebral constante. Acredito que há muitos desses soldados entre nós, mesmo que não sejam enganados só para matar. São apenas teorias, algumas subliminares, mas todas elas são reais.


GALERIA
Julia Stiles é a enigmatica Nicky
Tem que correr..correr muito
Capa da Trilha Sonora
Matt Daimon é o supersoldado Jason Bourne


FICHA TÉCNICA
TÍTULO ORIGINAL: The Bourne Ultimatum
Data de Lançamento:  27 de Agosto de 2007 (Brasil)
Gênero: Ação
Direção: Paul Greengress
País: E.U.A. / Alemanha
Atores: Matt Damon, Julia Stiles, David Strathairn, Joan Allen e Scott Glenn.



Prós
- A boa direção e a excelente montagem: este último prioriza muito bem as cenas de ação realistas e pequenos detalhes que as vezes passam batidos. Todos muito bem desenvolvidos.
- Elenco afiado e de peso
- A falta de um pouco mais de maturidade política na trama não afeta o entretenimento.

Contras
- Pode impressionar de primeira e te enjoar na segunda sessão.
- Eu acreditava que, após Voo United 93, Greengrass voltasse mais inspirado no fundo político, ainda que mantesse o rítimo frenético da série, mas permaneceu simplista. 


SOBRE
Sessão Crítica O ULTIMATO BOURNE

Postagem Especial Retrospectiva 11 de Setembro 10 Anos


2007, 2011 Mestre Ryu (textos e edição de imagens)
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