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sexta-feira, 29 de novembro de 2013

[Sessão Crítica Edição Especial] O Fugitivo (1993) - Postagem Comemorativa 20 Anos: A Análise; A Série de TV; O Caso Verídico

NESTA POSTAGEM 
SESSÃO CRÍTICA
O Fugitivo

CASOS EXTRAS 
INVESTIGANDO BASTIDORES 
INVESTIGANDO ORIGENS #1: A SÉRIE DE TV
INVESTIGANDO COMPARAÇÕES: SÉRIE X FILME
INVESTIGANDO ORIGENS #2: O VERDADEIRO CASO
INVESTIGANDO O LEGADO#1: U.S. MARSHALS - OS FEDERAIS
INVESTIGANDO O LEGADO#2: O RETORNO DE RICHARD KIMBLE
FRASES FAMOSAS E FAVORITAS
GALERIA DE VÍDEOS

SOBRE
FICHA TÉCNICA



SESSÃO CRÍTICA
O    F U G I T I V O

ATÉ QUE SE PROVE 
O CONTRÁRIO
Essa cena era uma das que mais se repetiam nos comerciais do canal TNT em meados de 97

Muito antes de super agentes tomarem as salas de cinema com perseguições implacáveis e incríveis habilidades físicas, tornando-se novos exemplos da nova geração, havia o Dr. Richard Kimble. Harrison Ford estrela esse espetacular e angustiante policial com mistos de suspense e drama, na pele do médico que tinha uma vida feliz e bem sucedida até ser condenado à pena de morte pelo assassinato de sua esposa, Helen Kimble (Sela Ward). A acusação acerca do Dr. Richard desencadeia a sua busca pelo verdadeiro assassino, um homem que ele acusa usar um braço mecânico (a famosa frase: - Homem de um braço só). 

Todos ficam contra o Dr. Richard Kimble, até que se prove o contrário

Ford se entrega ao papel de uma forma incrível, assim como em todos os seus outros personagens, mas aqui é diferente. Usando e abusando do porte físico de herói de ação, o carismático ator traz muita humanidade ao personagem, apresentando visivelmente características dramáticas (destaque para a cena do interrogatório) físicas e, de certa forma, no tom de voz - expressando todo o tormento o qual Dr. Kimble passa. 

Após um acidente com o ônibus que o leva até a condenação, Dr. Kimble consegue fugir e uma perseguição de gato e rato se inicia. Entra então em cena um implacável  e durão agente federal, Sam Gerard - defendido brilhantemente por Tommy Lee  Jones. É dele que também saem alguns dos momentos mais irônicos do filme, pela forma como ele lida expressivamente com as situações. Tanto Dr. Kimble quanto Gerard competem em níveis equilibrados na trama, a cada momento que Dr. Kimble se vê no encalço dos federais, ele escapa de ser pego com inteligência. Como sendo um homem extremamente bom e dedicado ao seu trabalho como médico, logo percebemos o alto nível de sua psique - ora salvando pessoas ou usando a esperteza - falsificando identidades. 

Um dos principais temas é a luta pela obsessão. De um lado, a luta de inocente para encontrar o assassino e provar a sua inocência e de outro a luta de um servidor público obcecado por cumprir o seu dever. Ambos homens justos em lados opostos. Há ainda uma certa crítica, ainda que seja indireta, a competitividade do mundo corporativo. Muitas camadas de complexidade estão agregadas nesse longa de ação que de certa forma pode não ser totalmente bem absorvidas, de primeira, o real objetivo de todo o mistério em volta da busca do Dr. Richard Kimble. 

Andrew Davis se tornou diretor justamente por ser um aficionado por filmes de ação

Palmas para Andrew Davis, este é certamente o seu melhor filme de ação. O diretor já esteve envolvido em outros longas do gênero, com mistos de ambiente político, já tendo trabalhado com Steven Seagal em A Força em Alerta (1992) onde o próprio Tommy Lee Jones também esteve presente, como vilão. 

Aqui, Davis troca o ambiente político pelo ambiente institucional, com uma detalhada narrativa policial e social bastante realista, bem favorecido pelo personagem de Tommy Lee Jones, onde Sam Gerard persegue os vestígios e rastros do crime e do fugitivo com a sua equipe de federais - entre seriedades e descontrações com os seus colegas de trabalho como em um cotidiano normal da vida real. Impressionado com o potencial de Dr. Kimble, Gerard solta uma das suas frases mais irônicas do filme: - Por que eu não me tornei médico? 

James Newton Howard sabe como nos envolver com as suas trilhas sonoras de sensibilidade e mistério. Aqui, capricha em todo o repertório e desenvolve uma excelente trilha de suspense policial, com violino, batucadas e até um certo saxofone (coisas da cultura do Jazz). O trabalho de Howard é muito fino ao recriar de uma forma contemporânea o ambiente urbano, sem deixar de envolver uma nova roupagem para os temas da série de TV.


Ainda que o estilo policial do filme seja perfeitamente trabalhado, é notável que a história procura mitificar o personagem Kimble - com alguns lances dignos das fantasias Hollywoodianas - como a famosa cena onde o médico salta por um corrimento e a queda é amortecida pela água, tal física que os especialistas assumem não existir.  


CASOS EXTRAS

 INVESTIGANDO BASTIDORES 
Numa das maiores cenas de ação do filme, o choque entre o ônibus e o trem, com exceção da parte onde Harrison Ford pula segundos antes da batida, não foi utilizado efeitos especiais em nenhum momento. A cena toda foi gravada em uma tomada.

Harrison Ford teria rompido os ligamentos de uma das pernas numa cena, mas corajosamente dispensou dublês e preferiu continuar filmando. As cenas onde Ford está mancando são reais, o que traz uma certa veracidade em sua interpretação. Genialidade e sacrifício do próprio ator que deve ser reconhecida.
Tommy Lee Jones foi indicado ao Oscar 1994 de melhor ator coadjuvante e se tornou vencedor na categoria. A versatilidade e elegância como conduz o seu personagem, e o famoso rosto de cara durão (também marcado pelo Agente K em seu outro sucesso, Homens de Preto). Durante as indicações, o ator teve um outro rival de peso entre os
concorrentes, Pete Postlethwaite (Warrington, Cheshire, 16 de fevereiro de 1946 - Shrewsbury, Shropshire, 2 de janeiro de 2011) por Em Nome do Pai (estrelado pelo Daniel Day Lewis)

Eu certamente achei muito justo a vitória de Jones, como Sam Gerard, e ainda mais para um filme de ação (coisa rara de se ver). O mais curioso ainda, e grata surpresa, é que o filme teve ao todo 7 Indicações ao Oscar, além de Ator Coadjuvante (merecidamente vencedor), o de  Melhor Montagem, Melhor Fotografia, Melhor Som, Melhores Efeitos Sonoros, (pasmei!)  Melhor Diretor e (pasmei!) Melhor Filme.  Uma graciosidade para um gênero que só recebe indicações técnicas. 

As locações tem cenas de fotografia incríveis -  com momentos muito naturais de cotidiano - a cena pós crédito com os fogos de artificio explodindo, no melhor estilo ano novo, é de encantar. Curiosamente, Harrison Ford e o diretor do filme, Andrew Davis, nasceram em Chicago - onde a maioria das cenas foram rodadas. Ford comentou que se sentiu muito a vontade em filmar numa cidade que conhece dos pés a cabeça. As únicas cenas que não são rodadas em Chicago são as da represa, a fuga de ambulância e a do trem, realizadas na Carolina do Norte. 

Juliane Moore novinha é uma das maiores surpresas do elenco. Ela faz uma pequena presença. Diferente da mulher fatal vista em Boogie Nights: Prazer Sem Limites (1997). 

Uma curiosidade é que o tema Helicopter Chase se tornou uma das músicas das propagandas do Super Cine da TV Globo para filmes de suspense um certo tempo. 
Walter Hill (48 horas, 1982) chegou a assumir a direção mas logo deixou o posto para Andrew Davis antes na pré-produção. Ainda nessa época, Kevin Costner, Alec Baldwin e Andy Garcia chegaram a ser convidados para viver o Dr. Richard Kimble, enquanto John Voight e Gene Hackman para o papel de Sam Gerard. 

O roteiro passou por diversas modificações - tendo contribuições do próprio Walter Hill - e as filmagens começaram sem que tudo ainda estivesse concluído. (nota: a excelente cena do interrogatório, por exemplo, foi toda improvisada)
A cena de perseguição que termina em meio a parada do dia de São Patrício também não estavam no roteiro e foram filmadas por questão de oportunidade. É possível notar algumas pessoas olhando para os atores. São Patrício é uma data comemorativa da Irlanda. Os Irlandeses são imigrantes que formam uma das colônias mais importantes dos E.U.A.

Alguns dos repórteres que entrevistam Gerard são mesmo jornalistas. 

O termo Hinky, que traduzido na versão Brasileira ficou como Estrambólico, se refere a uma gíria dos anos 50 que significa: um suspeito que não se pode confiar

Por sugestão do ator Tommy Lee Jones, a frase: - Isso não é problema meu! foi trocada por - Eu não me importo! durante uma das mais icônicas cenas de encontro entre Gerard e Dr. Kimble.

Casey Jones é referido por Sam Gerard no filme

Quando Gerard chega ao desastre do trem, o agente faz uma referência ao herói maquinista que trabalhou para a central de Illinois, Casey Luther Jones. Já famoso entre seus amigos pelo seu profissionalismo e dedicação, Casey sacrificou a própria vida para salvar os seus passageiros de um desastre. Em uma noite de nevoeiro e chuva, seu comboio Cannonball Express, que carregava os passageiros, se colidiu com um trem de carga parado em Vaughan, Missisipi, em 30 de abril de 1900. Casey, nascido em 14 de Março de 1864, se tornou a única vítima fatal do acidente, com apenas 36 anos. Seus esforços foram imortalizados em uma canção e em um selo de correio Norte-Americano.

Richard Jordan (à direita) foi substituído por Jeroen Krabbé (à direita)

Logo no início dos trabalhos, Richard Jordan (Caçada ao Outubro Vermelho) teve que abandonar o papel do Dr. Charles Nichols, o amigo de Kimble, que adoeceu devido a um tumor cérebro e viera a falecer no dia 30 de Agosto de 93, sendo substituído por Jeroen Krabbé. 

INVESTIGANDO ORIGENS #1: A SÉRIE DE TV
O Fugitivo é uma das adaptações de uma série de TV mais bem sucedidas da história - o mesmo pode-se de dizer da série de 63, o qual o aguardado último capítulo rendeu uma das mais altas audiências da TV Americana. A série foi a primeira produção de TV do gênero que se exigia um final. Associado a isso, os momentos finais da versão cinematográficas com Harrison Ford são explosivas. 
A série original foi criada por Roy Huggins para a rede ABC, com um total de 120 episódios. Sendo exibida em preto e branco (da primeira a terceira temporada) e a cores na quarta e última temporada. A trama original do Dr. Richard Kimble durou entre 17 de Setembro de 1963 a 29 de Agosto de 1967 num total de 51 minutos cada capítulo. 
David Janssen morreu em 7 de Fevereiro de 1980 aos 40 anos de idade.

Abertura Dublada

Abertura Em Espanhol

Abertura em Japonês

Aberturas Originais 
1ªTemporada
3ªTemporada 
3ªTemporada (Sem Corte)
Encerramento de Episódio

INVESTIGANDO COMPARAÇÕES: SÉRIE X FILME



- Elenco
Dr. Richard Kimble
David Janssen (Série) x Harrison Ford (Filme)

Sam Gerard* 
Barry Morse (TV) x Tommy Lee Jones (Filme)
*Na série de TV o nome do personagem é tenente Philip Gerard.

Helen Kimble
Diane Brewster (Série) x Sela Ward (Filme)

Skyes*
 Bill Raisch (Série) x Andreas Katsulas (Filme)
* Na série de TV, o assassino identificado como o Homem de um braço se chama Fred Johnson. O ator havia perdido o braço durante a Segunda Guerra Mundial. 

- A cena de Assassinato 
Série de 63
Filme de 93

-Em ação
Momentos Finais (Série) x Cartaz do Filme


Série de 63

Filme de 93

INVESTIGANDO ORIGENS #2: O VERDADEIRO CASO

Sam Sheppard, o homem que teria inspirado o personagem Richard Kimble 


Ainda que o criador da série negue, o caso do médico Sam Sheppard ficou popularmente conhecido como a grande inspiração para a história de Dr. Richard Kimble - que também originou o filme. Qualquer semelhança ou não, é mera coincidência.

Registros da Revista Veja (meados de 1998): 

PROVA TARDIA
Exames de DNA desvendam, 44 anos depois, o mistério do crime que inspirou O Fugitivo
O verdadeiro Dr. Kimble, Sam Sheppard, levado pelos policiais ainda jovem

Novas provas científicas surgidas na semana passada podem esclarecer um dos maiores mistérios da história criminal americana e inocentar o médico Sam Sheppard, acusado de assassinar brutalmente sua mulher, Marilyn, em 1954. O caso provocou tamanha comoção que inspirou uma famosa série de TV dos anos 60, batizada de O Fugitivo, além de um filme homônimo estrelado por Harrison Ford, em 1993. Marilyn estava grávida, foi violentada e morta com 35 socos na residência do casal, no Estado de Ohio. Sheppard foi condenado e amargou uma década na cadeia, até que a Suprema Corte dos Estados Unidos anulou a sentença, por considerar que o julgamento não havia sido imparcial. Mesmo em liberdade, Sheppard passou o resto de sua vida amargurado e morreu aos 46 anos, devastado pelo alcoolismo. Agora, uma bateria de testes de DNA está ajudando a limpar seu nome.
o doutor e sua esposa da vida real

Exames efetuados em quatro manchas de sangue do assassino e da vítima retiradas da cena do crime e preservadas até hoje demonstraram que ele não pertence ao médico nem a sua mulher. Descobriu-se, também, que o DNA analisado tem perfil muito semelhante ao de outro suspeito do caso, o faxineiro do casal, Richard Eberling. "A trilha de sangue só pode ser do assassino e está provado que ele não é o doutor Sheppard", afirmou o advogado da família, Terry Gilbert. Para reforçar as suspeitas sobre o faxineiro, o advogado apresentou ainda os resultados de testes no sêmen encontrado no corpo de Marilyn. Detectou-se no exame a presença de material genético de Sheppard e Eberling.

As novidades sobre o caso são fruto da obstinação do filho do médico, Sam Reese Sheppard. Como a residência não apresentava sinais de arrombamento e só havia outra pessoa presente ali — o próprio Sam, então com 6 anos, que estava dormindo —, a polícia concluiu que o assassino só poderia ser o marido de Marilyn. Em sua defesa, o médico sustentava que na noite fatídica estava cochilando no sofá da sala quando foi despertado por gritos no andar de cima. Ao subir, deparou com um homem alto e cabeludo. Após uma luta rápida, na qual o assassino ficou ferido e perdeu sangue, Sheppard levou a pior, ficando desacordado no chão, sem conseguir identificar o intruso.

O filho de Sam na corte

Há dois anos, em parceria com a jornalista Cynthia Cooper, o filho de Sheppard lançou o livro Mockery of Justice (Zombando da Justiça), em que menciona pela primeira vez o nome de Richard Eberling como o provável assassino de sua mãe. Entre outras evidências, os autores apontam um anel de Marilyn achado pela polícia na casa de Eberling, em 1959, e o depoimento de vizinhos que confirmaram a existência de um homem cabeludo rondando a casa dos Sheppard um dia após o crime. O faxineiro, que está cumprindo pena desde 1984, por causa do assassinato de uma viúva, defendeu-se das novas provas apresentadas pelo advogado da família. "Encontraram meu sangue na casa porque cortei o dedo enquanto estava limpando uma janela", afirmou. No filme e inspirado pelo drama o médico, batizado de Richard Kimble, depois de uma caçada eletrizante, acha o assassino — um misterioso homem de um braço só — e consegue provar ser inocente. No enredo da vida real, a verdade só está sendo encontrada 28 anos após a morte do personagem principal. Deve custar cerca de 2 milhões de dólares de indenização ao Estado americano pelo suposto erro judicial. 


INVESTIGANDO O LEGADO#1: U.S. MARSHALS - OS FEDERAIS


Em 1998, 5 anos após O Fugitivo, Tommy Lee Jones retorna ao papel de Sam Gerard. Num slogan apresentado em um comercial Brasileiro, dizia, -Se você gostou de O Fugitivo, não deixe de assistir U.S. Marshals: Os Federais. Além de Gerard, o filme traz outros agentes com os mesmos atores de O Fugitivo - até o escritório da polícia é o mesmo.
Na trama, Gerard segue ao encalço de outro fugitivo acusado de um crime, é o próprio Wesley Snipes como Mark J. Sheridan (também identificado como Warren ou Roberts). 

O mais interessante é que aqui nós encontramos o (já) eterno Homem de Ferro novinho, Robert Downey Jr., como o agente especial John Royce.

INVESTIGANDO O LEGADO#2: O RETORNO DE RICHARD KIMBLE
Em 2000, foi realizado um remake da série de TV de 63 para a rede CBS. Essa nova versão durou apenas uma temporada com 23 episódios entre 6 de Outubro de 2000 a meados de 2001.

Tim Daly é o Dr. Richard Kimble

Kelly Rutherford (Grossip Girl) é Helen Kimble. 


Mykelti Williamson é o tenente Philip Gerard. 

Dr. Kimble em ação, na refilmagem.

Pasmei! O mesmo Mykelti Williamson foi Buba, o amigo de Forrest Gump (1994).

Outra surpresa é Stephen Lang (Avatar) como Ben Charnquist (a nova versão do assassino que ficaria conhecido como o homem de um Braço só)

Cena do crime

Abertura

Note que o tema faz uma certa alusão a trilha de James Newton Howard, do filme, e da série original.


FRASES FAMOSAS E FAVORITAS
O longa de Andrew Davis é também marcado por falas icônicas. Vou citar aqui alguns, além das famosas, os que também são os meus favoritos:


Kimble: - Eu não matei a minha mulher!
Gerard: - Eu não me importo! 
Gerard: - Temos um rato esperto! 
Kimble: - Perdeu a sua parada!
Gerard: - Eu não negocio! Ouviu isso?
Gerard: - Deu uma de Peter Pan e.. Bum!
Gerard: - Bancou o Casey Jones*
Nichols - Jamais o encontrarão. Ele é muito inteligente!
Skyes: - Vá até a porta, doutor!

 GALERIA DE VÍDEOS

Trailer 1 (Teaser)

Trailer 2 (Sem Legendas)

Comercial de TV

Comercial Internacional (Lançamento do VHS)

Crítica de Roger Ebert (um dos mais famosos críticos de cinema Norte-Americano)

Bastidores 1 (Fantasma na versão em DVD?)

Bastidores 2 (Desastre de Trem)

Bastidores 3 (A icônica cena do pulo)

Bastidores 4 (Sobre o envolvimento de Harrison Ford nas sequências de ação)

Memórias da Sessão em Videoclipe


FICHA TÉCNICA
  Título Original: The Fugitive
Direção: Andrew Davis
Duração: 130 Minutos
Gênero: Policial
Data de Lançamento: 6 de Agosto de 1993 (E.U.A.)
Sessão Acompanhada: 01:30 (aproximadamente) - DVD Cinemateca Veja - 23/11/2013 (Sábado)

Dedico essa postagem à minha mãe (que me informou sobre ter assistido o verdadeiro caso na TV com os depoimentos do filho de Sheppard há um bom tempo) e ao meu pai (graças a ele, pude assistir pela primeira vez em seu VHS na época). 
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