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domingo, 10 de julho de 2011

[Street Fighter II 20 Anos - 4ht Bônus Stage] Ao Pé da Letra: Street Fighter - Série II (Ed. Escala, Aventura, HQ)

 NESTA POSTAGEM 
AO PÉ DA LETRA
 STREET FIGHTER - SÉRIE II

EXTRAS DE COLECIONADOR
ORIGEM
OS PRIMEIROS PASSOS DO MANGÁ NACIONAL 

MOMENTO FIGHTER
BATE-PONG IMPROVISADO
: JOGANDO COM ALEXADRE NAGADO

O ROTEIRO DA JORNADA 
LISTA DE HISTÓRIAS
NÚMERO DE PÁGINAS 

CRÉDITOS
FICHA TÉCNICA 
AGRADECIMENTOS ESPECIAIS

AO PÉ DA LETRA 
STREET FIGHTER - SÉRIE II

À MODA NACIONAL 
Chun li e Cammy ganharam dotes de Brasileiras formosas


Com a falta de continuidade da série produzida pela Malibu e sem a possibilidade de trazer ao Brasil o mangá Japonês de Masaomi Kanzaki, a Escala não deixou os leitores na mão sem uma revista mensal e pôs a mão na massa criando uma série bastante agil, porém sem a profundidade das histórias internacionais. Sendo voltada bastante para o publico nacional das HQs, a idéia foi buscar um ritmo com bastante versatilidade; referências à história dos games e do longa Japonês, Street Fighter II O Filme, para se aproximar ao gosto dos fãs tradicionais.
Capa do número 4: O início de uma nova etapa, agora com artistas Brasileiros

Os lutadores do game muitas vezes se viam em situações bastante diferentes comparadas à história original. Chegavam a encarar lutadores de outro mundo (Como é visto na mini-série As Esferas do Poder dividida em 3 partes) e combinavam trabalho e espionagem em equipe. Características que fazem a série ter algo mais próximo às outras HQs Americanas de Super-Heróis (Marvel e DC) e um misto do universo dos Tokusatsus Super Sentai (Ex: Changeman).
Akuma dá as caras numa das últimas histórias da revista

Seguindo a cronologia, a série nacional da editora Escala teve ao todo 17 edições (Nª 4 ao 20). Ao longo do tempo seu título mudou para Super Street Fighter II e depois voltou a ser apenas Street Fighter. A última edição finalizou-se, infelizmente, no grande climax da história , aonde Gouki e Ryu começavam a se enfrentar.

- A Série II também contou com uma edição paralela, em mini-gibi, com mais páginas que as séries normais (68 páginas). Esta edição ganha o nosso selo de qualidade Punho Dourado como Melhor Revista de série em Quadrinhos.

- No Brasil, a Capcom (detentora dos direitos da série de jogos Street Fighter) tinha uma representante  chamada Romstar. À pedido da representante, a série teve que trocar os nomes dos chefes para o formato que era conhecido no ocidente através dos jogos. Isso ocorreu na edição 15. Ou seja, o boxeador voltou a se chamar Balrog, O ninja Espanhol, Vega, e o ditador, M. Bison. Além dos jogos, era uma forma de relacionar à padronização dos outros produtos que eram distribuidos no Brasil, como brinquedos, desenhos e filmes da série.
EXTRAS DE COLECIONADOR

ORIGEM
OS PRIMEIROS PASSOS DOS MANGÁS NACIONAIS
Apesar dos quadrinhos Brasileiros de Street Fighter terem marcado seguindo o visual dos mangás (principalmente na sua primeira fase, em 1993) a série não foi pioneira nessa área. Os primeiros passos dos Mangás nacionais aconteceram em 1965, pelas mãos da editora Erdeu, fundada por Minami Keizi. Para historiadores, Cláudio Seito foi um artista mais importante. Ele escrevia personagens se baseando em produções Japonesas daquela época - é bastante comparado ao que aconteceu durante os anos 90 com o sucesso do desenho Os Cavaleiros do Zodíaco.


Com o fracasso, a editora Erdeu fechou em 1975 e as produções com referências ao mangá se restringiram a traços mais ocidentais. Já que os quadrinhos da Marvel e DC eram a cultura que ainda dominava esse mercado artístico.

MOMENTO FIGHTER
BATE - PONG IMPROVISADO
JOGANDO COM ALEXANDRE NAGADO 


Isso poderia ser uma bela entrevista, mas é só um esboço..

Alexandre Nagado, um dos envolvidos no projeto da série nacional da Editora Escala, mostrou-se um grande fã das histórias do game em uma entrevista à Ação Games. Mesmo nunca tendo uma aproximação com os jogos,  ele possui uma vasta coleção relativa à série, entre gibis e trilhas sonoras.
Especialista em explorar a cultura pop Japonesa, ele já escreveu para diversas revistas sobre o assunto, até mesmo no Omelete, um site super popular sobre Cultura Pop. Atualmente, Nagado se dedica ao blog Sushi POP.

Num Bate-Pong improvisado por E-mail, ele encarou algumas perguntas minhas sobre as revistas da segunda série de quadrinhos do Street Fighter. E olha o que ele revidou:

 JOGADORES SELECIONADOS

 [1P] MRK = Mestre Ryu Kanzuki
[2P] AN = Alexandre Nagado

ROUND 1.. FIGHT!

MRK: Eu achei muito interessante em saber que você viu esboços dos quadrinhos seguintes envolvendo o número 21 em diante da série nacional da Escala. Poderia me falar mais sobre eles? Já havia alguma coisa pronta ou só esboços mesmo? 

AN: A edição chegou a ser finalizada e entregue à editora. Foi paga e tudo mais. A edição, que foi escrita pelo Rodrigo de Goes, teria uma HQ complementar escrita por mim. Era uma aventura cômica reunindo Cammy, Chun Li e Sakura. A edição ia ficar fantástica, mas o contrato venceu e não estava vendendo bem. Acho que era perto de 10 mil cópias. Hoje seria um best seller, mas na época a editora achou que não compensava. Os primeiros arcos de história que escrevi tiveram venda estourando as 30 mil cópias. Foi a HQ nacional estilo mangá que mais vendeu no país até a chegada da Turma da Mônica Jovem.
MRK: E quanto a essa edição que não saiu, como era a história das três personagens que você fez? E como era a capa? A luta entre Ryu e Akuma teve um fim trágico? Muitas e muitas curiosidades mesmo. Mas essa edição que foi levada à editora não teve nenhuma cópia do exemplar dela? Esse também seria um momento grandioso para alguma história sobre Street Fighter IV ou Super Street Fighter IV, pela nostálgia, seria muito legal. Inclusive a série só retornou a favor dos velhos fãs. Fico feliz também em saber que a venda dos exemplares são comparados às vendas da Turma da Mônica Jovem.

AN: Essa edição teve vários problemas. A editora perdeu os originais, o que obrigou a equipe a produzir tudo de novo (não se fazia arquivos digitais naquela época), recebendo de novo também. Quando ficou pronta, já havia expirado o contrato de licenciamento e, como a revista já não vendia bem (para os padrões da época), optaram por parar e a edição nem foi impressa. A minha eu sinceramente não lembro nem do que se tratava, só que ela reuniria Cammy, Chun Li e Sakura. A ed. Escala e a Trama não tem mais direitos, teria que negociar com a Capcom, que não sei se ainda tem representação de licenciamento no Brasil. Eu adoraria um dia escrever uma edição especial de SF, com o Arthur desenhando, como nos velhos tempos, mas o mundo mudou. Hoje seria difícil negociar algo assim, mas não sei se seria impossível, dado o bom histórico que tivemos produzindo esse material.

MRK: Eu li em algumas matérias em revistas de games (acredito na Ação Games) e você comentava sobre a coleção que você tinha do Street Fighter. Voce ainda tem essa coleção? Lembro que haviam raridades.. como o CD do filme de 1994. Onde você conseguia essas relíquias? Tem um balanço de tudo o que você tem/ teve da franquia por aí?

AN: Não sou colecionador, mas na época do gibi juntei algum material. Tinha o VHS do longa SF II Movie, alguns episódios de SF II-V (na tv assisti todos, creio eu), o SF Zero... O CD do filme do Van Damme tinha pra vender em lojas comuns, mas eu ganhei da Capcom, junto com um VHS de clipes. O clipe de Something There que saiu de brinde no Brasil era editado pra não mostrar o Van Damme (os direitos de imagem dele eram caros) e era mais curto. Na época gravaram pra mim o clipe original, com a música completa e o Van Damme naquele cenário de boate com luz azul onde aparecem os outros. Tenho também o CD instrumental de SFII-V, e os singles originais de SF II-Movie, a primeira abertura e encerramento de SF II-V e os temas de Chun Li e Ken & Ryu, também de SFII-V. Você gosta de j-pop e anime songs? Tenho em MP3 uma versão ao vivo de "Cry", encerramento de SF II-V, cantada pelo compositor, o ASKA. É dele a voz em Something There e o cara é um cantor renomado.

O Alexandre Nagado é muito generoso, além de ter excelente conteúdo para se conversar. Me surpreendeu com uns itens extras bem legais, presentes de cortesia por esse grande artista Brasileiro, na partida. Como a música Cry ao vivo. Sempre que nós conversamos, é uma excepcional jagatina. Obrigado e seja sempre esse jogador honrado que você é, Nagado-san. Um abraço.

O ROTEIRO DA JORNADA
LISTA DE HISTÓRIAS

(Série I e II)
Segue abaixo o Itinerário completo das duas séries e alguns dos momentos marcantes das edições.


STREET FIGHTER II - SÉRIE I 
 1993




(GRAPHIC GAMES)  
(Esta edição não tem títulos para cada história. Os dois títulos abaixo são apenas minhas sugestões)
 RYU V.S. CHUN LI; E. HONDA: O INVENCÍVEL
Com excepcional bom humor, já na primeira edição, a série mostrava se preocupar com a fidelidade dos seus personagens. Ken, era um personagem bastante convencido, como na ficha técnica dos jogos.




(ESPECIAL)  
 A MISSÃO DE CHUN LI; BLANKA NO FUTEBOL
Até o técnico Parreira entra na piada.. sendo aqui homenageado por um personagem chamado Palheira, que contrata Blanka para a seleção Brasileira. Grandes tempos de expectativa de Copa do Mundo, não é?

2  
(GRAPHIC GAMES
BALROG VAI À LUTA*; O DONO DO DRAGON PUNCH
*A Série I fez algumas brincadeiras com a troca de nomes na história Balrog Vai à Luta.


STREET FIGHTER - SÉRIE II 
 1994 - 1996



 (STREET FIGHTER
A VIDA IMITA A ARTE; EM BUSCA DO SONIC BOOM*
* A história busca uma explicação para a origem do lendário golpe de Guile.

5  
(STREET FIGHTER
MEU NOME É CAMMY; KEN ESTÁ MORTO?*
*Note a semelhança desta ilustração com a do Artwork Oficial de Ryu (Street Fighter II: Champion Edition). É interessante como conexões a outras obras, como essa, funcionam muito bem sem ter que reinventar alguma explicação para desfazer o que foi feito depois. As referências deste capítulo são menos intensas que o original (Ed. 2 da editora Malibu) mas foi válida a tentativa de mostrar o que poderia ter ocorrido depois.

6  
(STREET FIGHTER
CAMPO DE BATALHA*
*Dee Jay tasca uma batida na bunda de Chun Li. Quem já ficou na intenção e não quis fazer isso que atire a primeira pedra.

7  
(STREET FIGHTER
CAMPO DE BATALHA - PARTE II
Cammy é assediada pelo ninja espanhol, Balrog. Assustada, a garota dá uma surra no galanteador taradão.

8  
(SUPER STREET FIGHTER II)
CAMPO DE BATALHA: PARTE FINAL*
*O esperado desfecho da história se concluiu como uma das melhores edições. Um confronto quente dos 8 lutadores (Ryu e cia) contra os chefes:  M.Bison, Balrog e o ditador Vega - descobrimos até que ele era careca, embora tenha cabelos nos jogos e nas Artworks.

9
(SUPER STREET FIGHTER II)  
O AGENTE FANTASMA

Uma ótimo capítulo, dividido em duas edições, colocam apenas Chun Li e Cammy em ação contra um inimigo que assume a forma dos Street Fighters. Prato cheio para os fãs das duas lutadoras.

10
(SUPER STREET FIGHTER II
O AGENTE FANTASMA - PARTE 2
Cammy se encontra ameaçada pelo Agente Fantasma. Juntamente com Chun-li, ela recebe a missão de proteger um cientista - que fica babando pela formosura das garotas. E que proteção, heim? Nagado agora participa das ilustrações das histórias. As cenas acima é referência a uma polêmica cena do longa animado Street Fighter II O Filme.

11
(SUPER STREET FIGHTER II
AS ESFERAS DO PODER - PARTE 1
Os Street Fighters agora encaram um novo inimigo: o alieígena feiticeiro, Kiran. O roteiro se mostra aqui, de forma mais evidente,  uma clara influência dos Animês.
Os novos personagens, Kiran e Sasha, se parecem muito com os vistos em Os Cavaleiros do Zodíaco e Fatal Fury 3 (Fatal Fury: The Motion Picture, no original).


12
(SUPER STREET FIGHTER II)  
AS ESFERAS DO PODER - PARTE 2*
*A saga também conteve grandes referências ao longa Street Fighter II O Filme
13
(SUPER STREET FIGHTER II)  
AS ESFERAS DO PODER - PARTE  FINAL
O encerramento de mais uma inspiradora saga.



14
 (STREET FIGHTER
A ILHA DA MORTE - CAPÍTULO 1; AS GARRAS DO LOBO

Abertura com cara de cinema. Além de ilustrações e efeitos de cores maneiríssimos, mais parece mesmo uma fotografia de um longa animado.

Capitão Sawada (Street Fighter: A Última Batalha) dá as caras: aqui ele se apresenta a Ryu e Ken para lhes avisar de uma séria notícia.



15
 (STREET FIGHTER
A ILHA DA MORTE - CAPÍTULO 2*; SOMBRAS E ILUSÕES
Referências muito bem encaixadas. Golpe perfeito!

* O equilíbrio do roteiro em toda a série, além de prender a atenção do início ao fim, não cria conexões ou referências à outras histórias ou sagas à toa, sem a necessidade de desfocar situações muito bem resolvidas. Há momentos que só acrescentam, como estas referências à Street Fighter II V aonde se explora a ligação fraternal entre os três Street Fighters: Ryu, Ken e Guile.

16
 (STREET FIGHTER
A ILHA DA MORTE - PARTE FINAL*; PONTO DE VISTA - PARTE 1: A VERDADE ESTÁ LÁ FORA..;  PONTO DE VISTA - PARTE 2: EM ALGUM LUGAR..!
*Ao juntar as capas das edições 14, 15 e 16 cria um efeito artístico bastante interessante. Ambas juntas parecem um poster. Grande trabalho dos artistas.

17
 (STREET FIGHTER
APOSTAS ALTAS, VIRANDO O JOGO
Agora as referências mostram influências mais expressivas a James Bond. Se o jogo Street Fighter II tem a presença de um supervilão no comando, como o ditador Vega, já pode-se imaginar infinitas possibilidades do próprio universo Street Fighter. Dentro desses critérios, é coerente ver adaptações que misturam, desde guerra à ficção científica com espionagem, embora nem todos entendam.



18
 (STREET FIGHTER
FÉRIAS PERFEITAS

Entre tiradas descontraídas e inteligentes, Férias Perfeitas se destaca por apresentar os personagens Guile e Chun-li de uma maneira mais solta e mais rebelde.



19
 (STREET FIGHTER
AO ENCONTRO DO MAIS FORTE - O PIOR DAS FERAS, QUEIMA DE ARQUIVO
Sakura finalmente surge no último e um dos melhores arcos da HQ, O Pior das Feras.

20
 (STREET FIGHTER
O PIOR DAS FERAS: PARTE 2 - NA TRILHA DO DEMÔNIO; O DEMÔNIO CAOLHO


 
 Como será que Gen se saíria nessa caçada?

Ryu V.S. Akuma: talvez o momento mais marcate da série e com várias perguntas no ar.
Mesmo assim, essa edição também ganha o nosso Punho Dourado.

EDIÇÃO ESPECIAL 

O DESAFIO DO DRAGÃO; FÉRIAS?, INIMIGOS DE AÇO (ATO 1 - ATAQUES E CONTRA-ATAQUES; ATO 2: DE VOLTA AO INFERNO - PARTE 2)
 Chun Li e Cammy vão atrás de uns bandidos

Street Fighters à bordo de um moderno jatinho particular ao melhor estilo Liga da Justiça.

Número de páginas: 
SÉRIE I (1993)
46 (Ed. 1 - Graphic Games) e 48 (Ed. 1 - Especial e Ed. 2 - Graphic Games)
 


 SÉRIE II (1994)

32 (Ed. 4 ao 11) 36 (Ed. 12 ao 13), 44 (Ed. 14), 48 (Ed. 15 ao 20) e 68 (edição especial em formato pequeno)  

 CRÉDITOS


FICHA TÉCNICA 
Título (s) Original (s): Street Fighter, Super Street Fighter II 
Títulos Alternativos: Street Fighter - 2ª Série (Popular), Street Fighter - Série II (Ao Pé da Letra), Street Fighter - Ano I (publicações de 1994), Street Fighter - Ano II (publicações de 1995), Street Fighter - Ano III (publicações de 1996)
Ano: 1994 - 1996
País: Brasil
Editora: Escala
Gênero: Aventura

Elenco (Personagens):  Ryu, Ken, Chun - Li, E. Honda, Dhalsim, Guile, Zangief, Blanka, Cammy, Fei Long, T. Hawk, Dee Jay, M. Bison/ boxeador, Balrog/ Ninja Espanhol, Sagat, Vega/ ditador, Kiran (Ed. 11, 12 e 13), Sawada, Sakura, Dan Hibiki, Gen, Rolento, Akuma, Sodom, Rose, Elisa (Ed.17)

ARTISTAS 
(SÉRIE I & II)


SÉRIE I
1993

Roteiro:  
 Marcelo Cassaro (Ed. 2 - Graphic Games)

Desenhos: 
Massaya (Ed. 1 - Graphic Games)


SÉRIE II
1994 - 1996

Roteiro:  
Marcelo Cassaro (Ed. 4, 5) 
Alexandre Nagado (Ed. 6, 7, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 16, 19, 20, Especial)
Rodrigo de Góes (Ed. 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, Especial)


Letras: 
Toninho Imã (Ed.4, 5)
Miriam Tomi (Ed. 6, 8, 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 18, 19, 20, Especial)
Birô Foco (Ed. 7)

Desenhos: 
Arthur Garcia (Ed. 4, 5, 8, 9, 12, 13, 14, 16, 17, 18, 19, 20)
 João Pacheco (Ed. 4, 5)
Douglas Alves (Ed. 7, ) 
 Neide Harue (Ed. 9, 10, 15, 20, Especial)
Alexandre Nagado (Ed. 10)
Alexandre Silva (Ed. 10, 14)
Alvaro Omine (Ed. 11, Especial)

Layout: 

Arthur Garcia (Ed. 7, Especial)
Alexandre Nagado (Ed. Especial)
Neide Harue (Ed. Especial)

Cores: 
Yoshikawa (Ed. 9, 11)
Alexandre Silvestri (Ed. 17)
 Alexandre Silva (Ed. 18)

Arte Final:  
Toninho Imã (Ed.4, 5)
Alexandre Santos (Ed. 4, 5) 
Wilson Guimarães (Ed. 4, 5)
Neide Harue (Ed. 7, 10, 13, Especial) 
Alexandre Silva (Ed. 8, 9, 11, 12, 13, 16, 17, 19, 20, Especial)
Silvio Spotti (Ed. 14, 17, 18, 19)
Ricardo Gomes (Ed. 14)
Vanderley Feliciano (Ed. 17, 18)


AGRADECIMENTOS ESPECIAIS

Alexandre Nagado
Por nos trazer tantas histórias divertidas e também por ser um fiél consultor (me tirou muitas dúvidas curiosas de Street Fighter) e exigente conselheiro (busca a falha até o último fio de cabelo). Um guerreiro muito honesto.

Street Fighter Web Site (Deco), Street Fighter Animes (Danilo) Tokufriends e Revolução dos Quadrinhos.  Pela dedicação em digitalizar e disponibilizar todas as edições da série II e as duas últimas da Série I. Eu e todos os fãs de quadrinhos nacionais só temos a agradecer. 
Pessoas solidárias sempre devem ser lembradas
Mestre Ryu
OBRIGADO PELA SUA LEITURA 

STREET FIGHTER II: POSTAGENS ANTERIORES  

27 Hit Combo :

Bia Chun-li disse...

Parabéns pelo artigo Ryu. Quando fizer um resumo resumido sobre as hq's do SF no meu blog, colocarei um link para a sua postagem! xD

Comprei durante um tempo as revistas, mas quando começou a meio que homenagear o desenho americano e copiar o traço do longa japonês (em vez de desenvolver algo próprio) deixei de comprar, pois a maioria das histórias achei meio fraquinha e alguns personagens estavam se distanciando do conceito original do game (é desde aquela época eu procurava conhecer a história do jogo, desconsiderando outras mídias).

É uma pena que não deu para ao menos finalizar a saga do Akuma, que estava interessante. =/

Mestre Ryu Kanzuki disse...

Muito obrigado, Bia, pelo prestígio que você tem me dado e sempre me deu. Fico satisfeito que agradei com mais um post. Eu estou ansiosamente esperando a sua pequena matéria sobre as revistas. Ser citado é sempre honra. Eu com certeza estarei divulgando essas matérias também.

Foi triste mesmo não terem terminado essa saga do Akuma, parecia mesmo muito boa. Ficou naquela expectativa exatamente como a Malibu e o fim do movie do Street Fighter II. Isso é totalmente injusto. Morreremos com essa curiosidade, provávelmente. hehe!! Numa conversa com o Nagado (como referido na postagem) cheguei a comentar sobre a idéia de uma HQ do SF IV. E nos tempos de ascenção dos jogos de luta, seria muito bom rever essas HQs cheia de histórias alternativas com os nossos lutadores favoritos nas bancas denovo. Imagina de Gulity Gear ou BlazBlue? Ou TKOF ? Principalmente The King Of Fighters, que teve uma boa popularidade no Brasil.

E é sempre um orgulho ter você por aqui contando a sua história com Street Fighter. Pois achar uma historiadora dessa série como você é muito raro. ^^''

Agora, aguarde a próxima postagem que será, provávelmente, sobre SFZ 3. Isso se o sagrado e curto tempo da semana me permitir. ^^

B - Mark disse...

Parabéns pelo tópico sobre as HQs do SF Ryu.

Eu gostava mais das HQs em que o Alexandre Nagado trabalhou porque seus roteiros lembravam os dos filmes de luta e acredito que ele deve ter se inspirado neles além das influências dos animes.

Eu gostava muito das histórias protagonizadas pela Cammy e pela Chun Li além disso elas ficaram com seus corpos muito mais bonitos do que nos jogos.

Sobre a Mini Série a "A ilha da morte" eu não sabia que as 3 capas formavam uma única ilustração.

O arco que envolvia o Akuma era bem interessante mas foi uma pena que ele não foi concluído além da introdução dos personagens do SF Zero na história.

Uma outra história que me chamou a atenção foi "O Demônio Caolho" centrado em Dan Hibiki e Sagat.

Nessa história Dan era bem mais sério ao contrário do papel de alívio cômico que tinha nos jogos e na HQ da Trama além dele usar quimono branco ao invés de rosa.

Também achei legal sua conversa com o Alexandr Nagado em que ele fala sobre o trabalho na HQ.

Alexandre Nagado disse...

A história "O demônio caolho" é a minha favorita da fase em que produzi histórias de SF. Talvez uma das melhores que eu tenha escrito na vida.

O começo e o título foram inspirados no clássico animê "O Judoca".

SF foi um gibi experimental para mim. Testei formatos e usei a liberdade que me deram para brincar com clichês, mesclando HQs de super-heróis com ação típica de seriados tokusatsu e o que mais viesse. Ainda assim, me preocupava em ser coerente. Nem sempre consegui, creio eu, mas ficaram alguns momentos dos quais me orgulho.

Abraços!

Mestre Ryu Kanzuki disse...

B-Mark: Bem lembrado o "Demônio Caolho" foi uma ótima história mesmo. Essa postagem foi um material complicado de se fazer, em uma semana, mas valeu muito a pena. E obrigado por estar sempre por aqui acompanhando as matérias com comentários, como sempre, bem construtivos e detalhados sobre cada momento de surpresa ou decepção. Assim dá pra se compartilhar ou entender a situação que a pessoa sentiu no momento.

Nagado-san: você tava bem inspirado. Pois o espírito da história caiu muito bem no personagem Dan. Senti ali uma total reprodução do lado trágico da história desse personagem, que teve seu pai morto. E acredito que ele tenha um forte senso de justiça (como nessa história) embora ele sempre seja explorado como um personagem cômico nos games e outros trabalhos oficiais.
É muito legal ter o conhecimento dessas curiosidades o qual você se inspirou. Vou buscar esses materiais de referência para uma checada. As várias relações com outras histórias, mesmo que experimentais, foram muito válidas. São histórias fáceis de ler e de se divertir sem perder a ligação com a cultura pop criada por Street Fighter. Estou aproveitando pra reler e ainda me surpreendi com algumas edições que não havia lido na época. Está sendo uma experiência muito boa.

Só tenho que agradecer a você, Nagado, e aos demais artistas por nos ter presenteado com essas histórias que só enriqueceu o lazer de nós, um dia pequenos fãs Brasileiros e órfãos dos anos 90.

Um abraço a todos.

J.R.Pereira disse...

Sou um incompetente de marca maior e sonho poder, algum dia, criar uma história tão valorosa, tão competente e tão magnífica quanto essa caolhada nagadesca.
Sem esquecer que o senhor Nagadão é grande no nome, no talento e na competência pois, em momento algum ele decalcou os desenho do mangá Crying Freeman, jamais cometeu plágio dos desenhos do Ryoichi Ikegami (o japonês é que copiou ele, com certeza), jamais plagiou as ilustrações oficiais da Capcom (mais uma vez os japoneses é que roubam nosso autor tão injustiçado), enfim, o Nagado é de uma criatividade a toda prova, um gênio esquecido e um homem de elevadíssimo caráter e suprema competência.
Claudio Seto deveria te-lo adotado pois ambos tem muitas semelhanças...
Emir Ribeiro, então, curva-se diante da grandeza da vasta carreira do nagadso.
Emociono-me diante da grandeza deste pequeno gigante, e rendo-lhe aplausos por uma carreira tão magnífica e uma contribuição indefestrável à HQ nacional!
Com licença, preciso chorar...

Mestre Ryu Kanzuki disse...

J.R.Pereira:
Eu não entendo essa perseguição ao Nagado.

Engana-se que ele cometeu ilegalidade perante a lei. Os quadrinhos de Street Fighter foram liceciadas pela Romstar, a empresa que foi representante da Capcom aqui no Brasil. E isso foi bem esmiuçado na minha postagem e em outras matérias, inclusive. É óbvio que eles tinham que trabalhar com as Artworks como base. Era um material de referência para que os fãs se identificassem. E esse tipo de trabalho melhorou muito no decorrer dos anos - SFZ 3, por exemplo. Comparar Nagado com o Claudio Sato, é só mera coincidência. Dizer que Claudio Sato é o pioneiro e, por isso, Nagado deve ser desmerecido, é o mesmo que comparar o diretor Alfred Hitchoock e o Brian de Palma. Eu gosto de ambos. Hitchoock foi pioneiro no suspense psicológico, mas De Palma tem referências à Hitchcock e não esconde isso. Nagado também nunca escondeu que Claudio Sato veio primeiro. Nagado vem de uma linhagem de artistas que deve ser SIM! muito bem respeitada. Pode ser que Claudio Sato seja mais importante pra você, que viveu a década de 60, mas não acho justo desmerecer Nagado ou qualquer outro artista que tenha sido importante para as décadas seguintes - mesmo que tenha existido algum outro que tenha feito algo parecido antes. Ele, pra mim, foi uma das marcas dos anos 90 e devo dizer isso graças à esta HQs de Street Fighter que divertiram muita gente e que merecia um bis. E mesmo quem tenha alguma crítica negativa pelo seu trabalho, não descartam a importancia do Nagado e outros artistas que ajudaram no crescimento desse ramo nacional.

E existe aquele velho ditado: "nada se cria tudo se copia". Originalidade é uma qualidade rara. Mas podemos olhar para outras categorias, como inspiração.

Se houve artes e histórias semelhantes a outras já existentes, é total certeza de que não foram meras "cópias". Simplesmente fotografar e colar no quadrinho seguinte? Claro que não.

O trabalho pode ser feito como uma adaptação ou uma homenagem. Por exemplo, acompanhe o texto "Capcom V.S. Data East" aqui no blog e reflita sobre o caso de plágio que foi levado a justiça. A Capcom acusou a Data East que um jogo de luta deles copiava Street Fighter II. Quando você lê, nota-se como a lei realmente prevalece. O jogo em questão da Data East é realmente muito parecido com SF II aos olhos dos jogadores, mas há muitos detalhes que o diferenciam do sucesso inspirador da Capcom. E o que dizer de The King Of Fighters?
Mas se o assuto é quadrinhos.. o que dizer de Superman e Shazam? Até falam de Thor ser uma cópia do Superman, mas quem conhece sabe ambos tem suas diferenças na prática. É importante conhecer a teoria, mas também é importante analisar a prática.

Já se foi esclarecido que nada que Nagado fez foi cópia. Mas homenagens ou adaptações para o universo que ele estava realizando. É impossível cirar alguma coisa sem ter base em outra.

É por isso que temos memória e vida, para encarar todo tipo de experiência. E muitas vezes agrada as pessoas por serem tão parecidas. E os artistas levam todo esse conteúdo à página seguinte, para que os outros tenham também o conhecimento, ou um incentivo a buscá-los.

Sr. Pereira. Vejo que você articula bem, é um cara inteligente, mas não perca seu tempo difamando um artista. Todo mundo tem o direito de fazer críticas, mas pense antes de falar. Nunca existem só pontos negativos. Pois falar o que pensa muitas vezes acaba por nem sempre trazer a você toda a razão.

Bia Chun-li disse...

A história do Dan, infelizmente não lembro direito, mas creio que faz um certo paralelo com a primeira aparição de Dan, que na SF Zero parecia ser um personagem sério e vingativo, ao contrário do idiota cômico e vingativo que ele é hoje.

Mesmo achando parte das histórias do arco do Nagado meio fracas, não tiro o mérito dele nos gibis, pois foi até hoje uma hq nacional de maior duração e que marcou os fãs da franquia, inclusive eu.

Já fui um pouco radical e hoje nem tanto. Mas creio que ele deveria ter jogado mais o game para construir algo mais próximo. Mas ao menos não foi o samba do crioulo doido dos mangás chineses (aquilo sim, é o pesadelo de muitos).

Agora, carai, JRP aqui (vulgo BK) no blog do meu amigo! O.o Arildo, JRP é uma figura um tanto polêmica dos quadrinhos nacionais. Possui opiniões interessantes, mas fica perseguindo e trollando muitos, com ou sem razão aparente, vide o que ele faz com o seu ex-amigo Sérgio Peixoto. Acho que a fixação dele com o Nagado deve-se a história Blue Fighter, que para muitos é um plágio descarado do Kamen Rider e similares. Lembro-me dele, numa antiga Animax, descendo o pau na história, sem citar o nome do Nagado.

O engraçado é que o JRP culpando o Nagado pelas "xerox" das ilustrações da Capcom, quando o mesmo, quase não desenhou as histórias, ficando mais no cargo de roteirista.

Mestre Ryu Kanzuki disse...

Bia Chun li: A história do Dan parece ser exatamente isso mesmo. E Nagado fez bem em se inspirar no animê "O Judoca". Eu vejo o Dan um persoangem feito o "Jackie Chan". Uma espécie de Bruce Lee com Charles Chaplin. Um personagem meio cômico e meio trágico. Tanto é que a sua música em MSH V.S. SF tem um rítimo meio sentimental.

Pra você ver, né? Essa briga é antiga, vem bem antes de Blue Fighter. Dá pra imaginar o quanto JRR é uma figura polêmica, infelizmente conseguiu ser conhecido dessa maneira, no ramo dos quadrinhos. Não tem nada a ver só sair metendo o pau nas obras sem equilibrar o ponto positivo e o ponto negativo deles. Sair dizendo que tudo é cópia é muito fácil. Isso só cria transtorno até pra ele mesmo. Por outro lado, há o efeito dominó - o ponto positivo desse barraco todo. O fato de alguém falar mal, só traz á tona a sede pela justificativa. Para que as testemunhas mais observadoras busquem essas obras para tirar as suas próprias conclusões. Então, o hábito de difamar acaba virando um efeito contrário a ele mesmo - muitas vezes se torna o caso do frustrador sair o frustrado da situação. E volto a reforçar que ele deveria valorizar os artistas e esquecer desafetos. Críticar só por críticar, com revolta, não é nada saudável e tira a razão de qualquer um.

almir"Coronel Guile" disse...

Sim adorei esse blog sobre os HQs brasileiros, sim tenho todas as edições inclusive as mais difíceis 17, 18, 19 e 20. Acompanhei toda a trajetória desde 94 ate quando parou, e vivia mandando carta para a Ed.Escala todo mês cartas de 3 a 4 paginas só pra vocês terem ideia. Rodrigo de Goes leu varias cartas minhas, tanto q a edição 20 tem meu nome lá só que o Tronconi meio errado. Participei com orgulho e desde já sim as historias foram parar num contexto que eu imaginava e a visão de Nagado e Rodrigo de Goes eram as mesmas que as minhas, Guile tipo um Capitão América (em vez do escudo, o Sonic Boom no lugar hshsh). Pra mim as melhores edições foram a N°14 em diante onde o gráfico ficou através do nosso desenhista Arthur Garcia (parabéns sempre!!)com o gráfico da SF-The animated Movie, e terminando com o namoro de Guile e Chun-li (desculpe Bia... o que você sonha será difícil realizar já que a Capcom deixou bem claro, digo o criador de SF4 que Ryu nunca ficara com ninguém coitado)isso falo não por falar mas por anos de pesquisas, venho acompanhando SF assim como você a anos (mas não perca as esperanças). “Sim Guile pode ser casado, mas largou a esposa” então ele NUNCA em historia nenhuma vai estar casado, nem em HQs, RPGs e etc. Ono adorou a historia de SF The Animated Movie e o casal Guile e Chun e fez isso com SF4 continuando a Saga do filme Animado. Fora isso que vai essa historia longe, não curti muito a HQs da SFzero da Trama, não MESMO! Fico com as da Escala!! Peço desculpas aos leitores há aqueles que não concordam comigo, e a voce Mestre ryu, mas digo a verdade também em relação ao Ryu que agora esta se tornando um demônio em pessoa, pois os japoneses estão estragando tudo com essa historia de evil. O próprio Akuma diz na abertura de SSF4 que “ele é a encarnação do mal”, fico triste por SF estar tomando esses caminhos. Por mim tinham que deixar o Ryu como o da SF2 nada de evil. Desabafei!!
wasporer

almir"Coronel Guile" disse...

Desculpem mas os personagens principais da Saga SF sempre será os 4 ou 5 (Ryu, Ken, Guile, Chun-Li e Cammy)e não só Ryu e Ken. SF2 fez historia é essa Saga que todos os Fãs de SF conhecem! Mudar isso seria deixar de ser Fã de SF, pois é o clássico!! Até Ono percebeu isso por isso lançou SF4, pois SF3 foi uma vergonha pra eles, ele mesmo se arrependeu, pois foi co-produtor do game. Ninguém curtiu o falado SF3. O que fez sucesso em SF não foi Ryu e Ken e sim os outros Jogadores também. Pra mim as HQs da escala deveriam ser lançadas até hoje, pois seria o único HQ brasileiro, 100% brasileiro, infelizmente o Brasil não tem costume de curtir Quadrinhos, olham isso como coisa de criança. Os quadrinhos de Batman e Superman já estão no numero 900, e o Brasil aqui resolveu parar com uma coisa que estava dando CERTO!
Tragico!tragico!!

Mestre Ryu Kanzuki disse...

almir"Coronel Guile": Primeiramente, muito obrigado pelos elogios. Fico satisfeito por saber que você gosta do nosso conteúdo. E, nossa! Adorei sua postagem. Fico feliz por contar com a participação de um leitor das HQs nacionais tão fã quanto eu. Eu lembro que, em revistas, mais ou menos da mesma época, minha carta só foi publicada na Ação Games (acredito também que foi a única carta que escrevi pra uma revista, fui "ouvido" e fiquei honrado).
Fico feliz também em saber que esses artistas Brasileiros, tão queridos por nós, estão dispostos a nos ouvir e que não deixou o seu sacrifício em vão. Hoje, infelizmente, tenho que conviver com pseudo-artistas ou estrelinhas na internet que dão as costas para os outros e só quer saber da sua panelinha. Este mundo (vitual) que deveria nos unir, infelizmente, nos desune. E o pior é que encontro problemas bem piores aqui na rede do que na vida real. Mas enfim, desabafos meus também que fica pra um outro evento.
E, Guile, eu gostei muito da opinião diferenciada que você teve. As mudanças na história pós SF IV tem sido muito criticadas. Parece que eles se focaram mesmo é na jogabilidade do jogo e deixaram a história de lado. Isso é uma pena, pois isso é um conteúdo importante para vender bem a imagem de um game como esse hoje em dia. Não dá pra se concentrar em Street Fighter o observando como um jogo de esporte. Ele não é um jogo de esporte e sim um jogo de Ação da categoria Luta. Acredito que a fase mais influente para a franquia Street Fighter, em sua própria cultura, foi mesmo o ano de 1994. Foi daí que vieram os filmes e posteriormente a saga Zero. E até hoje eu fico na expectativa de um filme tão influente ou tão bom quanto o longa Japonês (Movie/ The Animated Movie) dedicado a esta franquia. Mas se eles já costumam relaxar na história nos jogos atuais, então a tendência é ir pro fundo do poço cada vez mais.

Abraços e continue participando. Seja muito bem vindo.

Mestre Ryu Kanzuki disse...

almir "Coronel Guile": Falou tudo. Sobre a sua segunda postagem, você disse uma realidade. Infelizmente não se fazem mais artistas nacionais como antigamente. Concordo em número e grau. O mercado está abandonado mas ainda assim contamos com os velhos artistas que crescemos acompanhando suas histórias (como o Maurício de Souza também) e que estão aí deixando a disposição uns projetos super bacanas, como A Turma da Mônica Jovem. Eu ainda torço para que o Alexandre Nagado, Marcelo Cassaro, Rodrigo de Goes, Arthur de Souza, Erica Awano e tantos outros artistas voltem a fazer quadrinhos de Street Fighter. Nem que seja sobre a série IV. Tô com vocês e não abro. hehe!!

Continuem debatendo, eu faço essas postagens justamente para as pessoas debaterem mesmo. Mas com respeito (igual a luta de um guerreiro honrado). Aqui é 100% debate limpo. ^^

Almir"Coronel Guile" disse...

obrigado por esse apoio Mestre Ryu Kanzuki, poi s achei que seria recebido com criticas e pedradas, mas vc fez o contrario, e aproveitando sua boa vontade senti a liberdade de colocar em seu blog o meu projeto que estou fasendo, entao mesmo que eu possa repetir algumas coisas, ja peço desculpas... mas ja estava pronto o que vou colar mas na frente e por favor nao entenda mal o que vou por e a ninguem fã de japones (nao sou contra eles)la vai...

Almir"Coronel Guile" disse...

Olá gente! Este é meu primeiro Fanfic sendo escrito e espero escrever vários outros! Bem sou muito fã de Street Fighter e mais ainda dos Quadrinhos Brasileiros que saíram na época de 1994! Foi através deles que conheci o mundo direito de cada personagem. Logico que já tinha jogado Street antes, eu tinha uns 11 anos quando vi aquele arcade de Street II cru e nu de 91, achei o máximo! Mas não tinha personagem fixo. Só em 94, pude simpatizar com somente um depois de apanhar muito e perder muitas fichas. Na época tomei raiva de Ken e Ryu, pois o povão só jogava com eles e me davam uma surra. Fora a dificuldade de conseguir dinheiro pra comprar fichas. Passei mais o tempo vendo os outros jogarem, do que eu jogando. Fiquei bom depois, mas só depois de ter ele pro super nitendo, hshsh. O orgulho por gostar deste personagem veio quando vi um cara jogar com Charlie a SFAlpha. Ele deu a maior surra nos caras viciados com Ryu e Ken e até Akuma. Dai gostei dele, deste personagem, mas não gosto do estilo dele, mas sim dos golpes, então fui pro Guile, cabelo louco, estilo único, sua marca registrada, e uma tatua. Sim na época tinha saído o filme do Van Damme e passando a serie SFIIV na TV e vendo ele dar uma surra na dupla dinâmica, foi só o ouro! Depois disso fiquei muito bom depois de sair esse jogo pro Super Nitendo, o povo fazia fila pra me derrotar em casa, e nada. Chegaram a chamar meu Guile de demônio. ”não vem com esse demônio aqui não!”, rsrsrs. Hoje em dia, meus sobrinhos que falam isso! E também já tem caras muito melhores do que eu, pois parei de jogar, só jogo de vez em quando.
Voltando ao assunto, o que vim fazer aqui? Se fizeram o Remake de SSFII, a SSFII HD Remix, por que não dos HQs de SF? Então vim reescrever as historias brasileiras em Fanfic e tentar dar continuidade nelas. Sim elas viram como dizem:
REVISADOS, AMPLIADOS E TURBINADOS.
Quero continuar a saga de Alexandre Nagado e Rodrigo de Goes (pois ate os americanos sabem desses quadrinhos, já achei sites em inglês falando deles), pois bem, eles tinham a mesma visão que eu tinha dos Guerreiros Mundiais e que já que eles não puderam continuar, porque outra editora comprou os direitos e acabou em quatro edições o que eles fizeram em quatro anos. Então resolvi fazer isso. Poxa! Se tivessem continuado, hoje estaríamos na edição n°80. Tenho conversado com Alex Ross pra fazer uma capa de SF! Ele disse que há possibilidade sim, só não sabe quando! E quero continuar com o quarteto ou quinteto fantástico: Ryu, Ken, Guile, Chun-Li e Cammy. Para quem não sabe experiências de evolução não são só ganhas em torneios não e sim também em aventuras, investigações e etc. Quem joga RPG de mesa sabe do que estou falando!
continua...

almir"Coronel Guile" disse...

Ok! Outra coisa que quero deixar bem claro é que, SF fez sucesso não por Ryu e Ken só, e sim pelos outros Guerreiros Mundiais. Essa é a mesma visão do criador de SF4, o qual foi co-criador de SF3-saga a qual não venderam nada e foi a maior decepção da vida deles, por isso lançaram a SF4 para não lançar a 4° versão de SF3, ainda. Fiz muitas pesquisas sobre todos os SF não só na internet, mas nos anos, nesses quase 20 anos, e descobri que não adianta Ryu infelizmente foi criado pra ficar com seu ninguém, NINGUÉM, vai morrer virgem, coitado! Seu criador deixou isso bem claro, e pelo jeito agora também demoníaco! Foi feito bichinho da Capcom como o Megaman. E Chun-Li aparece com ele nos Crossover só pra vender, pois a China é a segunda economia no mundo (interesse comercial) e mais, “japonês detesta chinês são inimigos, assim como o inglês e americano”. Então aquela historia de Chun-Li ter uma caidinha pelo Ryu em SF RPG e de Guile aprender seu poder num acidente de avião pode esquecer! Isso é a coisa mais ridícula que um cara pode ter inventado! Segundo, sim Ryu já perdeu sim, todos leiam a historia do Ryu vencendo Sagat, mas esquecem de ler a historia de Sagat! Outra coisa, Japoneses falam mal dos americanos nos seus animes pondo eles (os japoneses) os melhores do mundo mas na hora do aperto, na vida real com o que vocês estão vendo pedem ajuda pra eles. Engraçado nunca vi nenhum filme japonês ganhar Oscar. Terceiro não vou puxar o saco do Guile, porque todos os personagens de SF são bons lutadores e têm o mesmo nível, logico tirando os vilões. Vou continuar como são as historias de SF, para quem assistiu a serie, Vingadores – heróis mais poderosos da terra. Eu vejo Guile sendo um Capitão América, um Optimus Prime, um Piccolo (e sim, Guile continuará como Coronel, porque ficou mundialmente conhecido assim pelo filme, não adianta chorar, isso não tem nada a ver com idade e se no Japão ele é Major problema do Japão, a versão aqui é BR e mais, ele será divorciado), já ken vejo como Homem de Ferro, um Vegita na vida mas sem seu orgulho insano e Ryu sendo o mais (poderoso não) dedicado guerreiro como Goku, poderoso mesmo é o Akuma - o Brolly na vida (a Capcom deixou isso bem claro com o Oni Akuma, ele sempre será o mais poderosos dos guerreiros), quero transformá-los nos guerreiros mais poderosos da terra.

Almir"Coronel Guile" disse...

Vai ser como o filme animado SF2, só que atualizado, revisado e turbinado como SSF4 no nível de MvsC3 (sim, estilo Dragon Ball/Naruto), sim terão o super pulo, serão como a franquia crossover. Evil Ryu aparecerá? Sim, mas não como o Ryu original. Evil Ryu surgiu com a ideia de super sayadin, palhaçada! Cansei de ver nos arcade, caras querendo jogar com Evil Ryu ou Akuma (agora Oni Akuma) porque rouba mais no life! Igualzinho em KoF com o riot of blood Iori, Leona e etc. Como japonês gosta de adorar demônios! Tudo tem que ter demônio no meio! Já parou pra ver Naruto? Pois é a parte melhor é quando o demônio desperta nele, engraçado né? Eles põem bastante ênfase! E querem fazer o mesmo com o Ryu! Nunca existiu no jogo SF2-saga, o Evil Ryu! Mas nos animes que saíram sim! O herói que vira demônio! Massa né!Mas perai? O herói?! Já viram a cinemática de SF vs Tekken? Japoneses adoram isso! Engraçado Gouken lutou para que seus alunos não aprendessem isso e não fossem para esse caminho, Ken tem cumprido sua palavra e o mestre tem estado orgulhoso dele com certeza, já Ryu vou falar nada não! De acordo com a historia foi o mais que pisou na bola! E porque Dragon Ball pode ter 500 episodios assim como Naruto e SF só 29? Então SF Fanfic aqui terá 500 historias também! O Batman e o Superman já têm umas 900 historias cada, de Comics, fora edições especiais, são quatro edições por mês de cada um deles. Se vai aparecer o feiticeiro Kiran? Sim vou fazê-lo estilo Darkseid, e pretendo por um novo vilão já conhecido por vocês de MvsC2, o Abyss. Aparecerão os outros personagens de SF1, SFEx-plus – saga e Final Fight – saga, já que eles também são SF.
Ok! Espero que vocês me ajudem com sugestões e criticas, para fazermos 500 historias de SF Brasileiro ou mais! Vamos ao encontro dos guerreiros mais fortes! Abraço a todos!

Desde ja agradeço a Mestre Ryu por essa RICA oportunidade, por favor não enterpretem mal. deixo meu e-mail prar contato aos fãs e para vc tb Mestre Ryu:
al_mir_gt@hot...

obs: possuo todas as HQs jeam nacionai americanas chinesas e etc q ja sairam de SF é serio... mas nao troco nenhuma pelas do Brasil.... falei...

Almir"Coronel Guile" disse...

Estou fasendo isso sem nenhum vinculo lucrativo, faço de Fã de Hqs nacional para fãs de HQs nacional, e por ser SF ainda mais!!Nao podemos deixar morrer essa grande obra brasileira!sonho em ver SF ser desenhado por Ed Benes o qual tb é brasileiro, assim como Roger Cruz, Mike Deodato Jr, dentre outros tb, fora os ja citados pelo Mestre Ryu.
desde ja agradeço a todos, abraço!!

Almir"Coronel Guile" disse...

Pois è estou fasendo esse fanfic de SF, para quem não entendeu, estou trabalhando nele a meses, como sera? simples, façam download do fanfic "Superman contra a Shadowlaw" e voces entenderão. Como não tenho desenhista, é so escrito mesmo, creio que será bons livros se vcs encardenarem depois hshsh. quero continuar a saga da Escala se me permitem...
abraços a todos, espero que me apoiem...
creio que nao sera uma tarefa facil e nao esta sendo...

Mestre Ryu Kanzuki disse...

Almir Coronel Guile: Gostei da sua iniciativa. Eu também acabo me dedicando grande parte do tempo desenvolvendo essas matérias. Mesmo com pouco lucro, faço por puro lazer mesmo. Meu prazer maior é informar e produzir sobre o que gosto. Só fico chateado de pegarem minhas matérias sem citar a fonte - como já aconteceu em terrenos (blogs/ sites) famosos (nacionais e internacionais).

Eu apóio seu projeto. Também adoro escrever roteiros e desenhar, mas eu ando parado quanto aos desenhos. Raramente faço alguma HQ (minha última foi em 2008). Tenho uma idéia grandiosa aqui que envolve um épico moderno de artes marciais. Coisa que já idealizo há anos mas grande parte não sai da mente ou dos rascunhos. Estou tentando buscar algo realmente inspirador. Já que nada se cria, só se copia - talvez só Deus crie - a exceção, dos homens, propávelmente seja apenas a roda.

Muito obrigado por continuar participando. Eu tenho idéias para futuros projetos aqui no blog, inclusive uma edição especial dessa maratona dedicada aos 20 anos de Street Fighter II. Vi que você tem uma bagagem promissora, e gostaria de contar com a sua presença e ajuda nesse projeto e em outros futuros. Vou passar algumas informações para o seu E-Mail.
Um abraço!

Almir"Coronel Guile" disse...

Para aqueles que são fãs do Ryu tenho boas noticias, não fiquem triste pelo que disse logo acima, mas há rumores e boatos que talvez Ryu não ficara sozinho então! O quê? Como? Isso mesmo que você esta lendo. Há rumores que Ono planeja no próximo game de SF por ninguém, nada mais nada menos que a filha de Gouken no elenco de SF, é isso mesmo! Sim! Isso mesmo que vocês estão lendo, há um manga ou comics aqui que baixei a alguns meses que mostra ela, seu nome é meio esquisito, ela se chama Hitomi. Se for oficial ou não, não sei, como eu disse são rumores e boatos sobre isso, esse manga se chama “SF Issue #01 A Family”, trazido pelo “The Street Fighter Magazine #2”. Bem agora basta saber se ela aqui será oficialmente desse jeito. Ai vocês perguntam, ué e o que isso tem a ver? Bem ela é da mesma idade de Ryu e Ken e aparece tipo na historia aqui, na fase Zero. E ela aparenta gostar do nosso herói. Opa herói? Sei não... Bem só sei que SE eu disse SE ela aparecer oficialmente na próxima saga de SF, quem sabe o Ryu se desencalha? Sim ela possui uma faixa na testa, que que isso... mais uma... Trágico. Bem é o seguinte, como disse a rumores de Ono por ela, mas não se sabe se é desse tipo que ela virá, se é esse nome que ela terá entendem.
Só sei que se ela realmente existir, creio que vamos ter um SF estilo Naruto com certeza, se focando a Historia todinha nos três. Do jeito que japonês anda copiando coisas de outros japoneses, não duvido muito.

Mestre Ryu Kanzuki disse...

Almir: Interessante demais essas curiosidades. Muito obrigado por compartilhá-las conosco. Pelo jeito, se Ono ver o real 'futuro' da história em um novo Street Fighter, então estaremos diante do verdadeiro SF IV. Mesmo assim, Ono disse que SSF IV seria o último Street Fighter. Mas já não acredito muito. Haha, gostei da comapração com Naruto. Então quer dizer que a luta vai ser em família.. se bem que essa filha do Gouken, pelo que você descreveu, é muito parecido com a Sakura. Com faixa na cabeça e tal.. não seria ela uma releitura da Sakura assim como Sean acabou sendo, um pouco, do Dan?

Almir"Coronel Guile" disse...

Com certeza agora é sentar e aguardar a boa vontade de Ono pra ver o que ele pretende faser na vida com SF. Agora se como tu dizes, se Ono lançou SSF4 sendo ultimo msm o que eu duvido e vc tb confirma, SF3 SAIU na cronologia por definitivo já que o o Akuma na SSF4(Oni akuma)é a versao final de Akuma, que é muito mais poderoso que o proprio akuma de SF3 ja de cabelos grizalhos.
Bem já a filha de Gouken se for essa msm, pra mim japones ja ta ficando sem ideia pra criar personagem, já que ela é mas velha que a sakura, mas possui o mesmo estilo. Meu Deus que falta de imaginaçao da Capcom.
Engraçado, estilo Ryu e Ken tem aos montes em SF, uma febre, SF Zero, EX plus e por ai vai, mas estilo Guile só tinha dois, mataram um e inventaram o Remy depois e com a cara de pau de dizer que ele substitui o Coronel, putz, e quado faz um brasileiro inventao um estilo Dan.Tamos fritos msm...

Almir"Coronel Guile" disse...

Bem se SSF4 for o ultimo jogo, o minimo que Ono deveria fazer era por todos os personagnes de SF1 com os outros de SSF4, o que seria o Lee,Joe,Eagle,Geki,Retsu,Birdie e Mike. São personagnes que ninguem nunca saberá seus golpes e estilos e personalidades, há ate hj rumores sobre eles que nem a Capcom confirmou, como confirmou de Adon,Sagat,Birdie e mal de Eagle. Onde eles sim, todos sabem como eles são( pelo menos os 3). O pior agora esperar mais 20 anos pra lançar um suposto SF5? tá dificil. Já que a capcom nao vê o exemplo das suas comcorrentes? Tekken, MK, KoF? todos eles lançam um jogo novo mantendo seus personagens antigos e nao um SF3 de 99% guerreiros novos. Ono nem gosta de comentar sobre o fracasso de SF3 e lança um SF3 on line pode? Quem vai entender o que se passa na cabeça dele...

Almir"Coronel Guile" disse...

Então o que seria hj uma SF3 que presta? seria todos os personagens da SSF2 mais todos os da SF33rd Strike e mais novos personagens. Sim ai sim venderia, como vendeu SF4 e SSF4. Outro erro enorme vejo em MvsC3 que deveria ser uma continuaçao de MvsC2 e nao foi. Dificil nao sei msm onde a Capcom esta indo e qual caminho esta tomando... Só sei é que tem perdido vendas onde outos como o MK9 que tem feito sucesso e Tekken tb que nao fica atraz com graficos impressionantes. Msm eu nao sendo fã deses jogos. Eu reparo as coisas... e penso logo em SF qdo vejo isso... Pq a capcom nao faz assim?

Anderson Gomes disse...

Li bem tardiamente, mas muito, muito legal a matéria. Sou fã do trabalho de Nagado e Arthur Garcia. Acompanhei um pouco essa fase. Tenho a felicidade de ter todas as revistas.

Obrigado por matéria atemporal tão legal. ;)

Mestre Ryu Kanzuki disse...

Oi, Anderson, essa coleção completa hoje em dia é uma raridade - acredito que poucos conseguiram mantê-la completa, que Deus a abençoe.

E agradeço de coração por compartilhar conosco um pouco de sua experiência, por conferir a matéria e pelos elogios em finas palavras. Fico muito satisfeito. :D

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