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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Especial Video Games Live



A Video Games Live é uma série de concertos criadas pelos veteranos da game musica Tommy Tallarico e Jack Wall. O show é composto pelo melhor da game music, unido com som, imagens e luzes, criando um espetáculo audiovisual de forma totalmente excepcional, como em uma mega produção, enchendo os olhos do público gamer. Tommy levou cerca de três anos para conseguir planejar o show, deu muito trabalho, porém, resultou em um dos maiores eventos gamers do planeta.

O show já passou por diversas cidades ao redor do mundo, cativando fãs e mais fãs, que sempre acabam por voltar nas próximas turnês.

Nele, são tocadas músicas dos mais variados games, abrangendo todos os gostos, confira alguns deles:

Castlevania, Chrono Trigger, Diablo, Final Fantasy, God of War, Halo, Kingdom Hearts, The Legend of Zelda, Medal of Honor, Mega Man, Metal Gear Solid, Metroid, Shadow of the Colossus, Silent Hill, Sonic the Hedgehog, StarCraft, Super Mario, Tomb Raider e World of Warcraft.

É claro que citei só alguns exemplos, existem mais games além desses, só citei os mais famosos, que geralmente são os mais pedidos e tocados.

Eu (Léo), já tive a oportunidade de ir ao show em 2009, e agora em 2010 irei novamente. Aproveitei essa nova oportunidade para poder fazer uma cobertura do evento, e mostrar a vocês como as coisas são por lá. Curiosos? Espero que sim! Então, vamos lá!

(peço desculpas ao pessoal, porque estava de fato muito difícil para tirar fotos, por isso elas ficaram tão ruins, desculpe!)



A entrada do evento, no HSBC Brasil



Noite de sexta feira, estava uma noite agradável, com o tempo a favor e o trânsito até que fluido, contrariando a expectativa de que seria difícil de chegar até o evento.


Na entrada havia uma fila organizada, com seguranças e tudo mais para garantir a segurança e o bom andamento do espetáculo. Haviam seguranças revistando o pessoal e conferindo os ingressos. Apesar de todo esse procedimento, não demorava muito para entrar no local.




! Precisava rasgar desse jeito?


Logo ao se entrar, várias pessoas com pranchetas vinham nos abordar, oferecendo sorteios, cursos, prêmios, e tudo mais em que seu e-mail suportasse ser cadastrado. Driblar esse povo não foi nada fácil, nada fácil mesmo. Além de muita publicidade, vendedores de doces, souvenirs, e tudo mais que o seu bolso pudesse suportar.

Passado isso, podia-se perceber o povo que se aglomerava na recepção. Haviam pessoas de todos os tipos e estilos, usando camisas com temas gamers/nerds/geeks (as de Final Fantasy VII predominavam), sem contar os cosplays, para um concurso que haveria futuramente. Para passar o tempo, haviam campeonatos de games, como Guitar Hero Van Halen, UFC, Super Mario Kart Wii e The Beatles Rock Band. Sem contar um sensacional simulador de corridas em 3D.



Olha só esse simulador de corridas em 3D. Que beleza!


Cerca de uma hora antes do evento (20:00 hs, o show estava marcado para começar as 21:00 hs), os portões foram abertos para que o pessoal começasse a se instalar em seus devidos lugares. A batalha para conseguir bons lugares era incessante e voraz. Com um pouco de sorte ( e descuido alheio), podia-se conseguir um lugar "melhorzinho" para acompanhar o espetáculo que estava por vir.



Dê uma olhada nas instalações do palco.




Ao contrário do ano passado, A VGL desse ano começou pontualmente. Quando o relógio soou 21:00 hs, deu-se início ao show. Os músicos começaram a tomar seus devidos locais no palco. Como de costume, a VGL sempre chama músicos locais para fazer parte de seus shows. A Orquestra Villa-Lobos foi convocada mais uma vez para fazer parte do espetáculo.


Antes do início do show, ocorreu o concurso de cosplays. Haviam personagens de Final Fantasy X, da série Mario Bros., Star Wars, Zelda, e até Bully. Tinham pessoas das mais diferentes idades participando, desde adolescentes, até senhoras com mais idade (sério!). Tinham personagens muito fiéis por lá, com destaque para Jimmy Hopkings, de Bully. O vencedor desta vez foi o Paper Luigi!




Paper Luigi, você teve muita coragem de ir até o palco, mesmo desajeitado e quase caindo. Parabéns pela merecida e suada vitória!


Após o concurso, alguns videos foram apresentados ao público, para descontrair. Eles eram bem engraçados, vamos conferí-los:









Após algumas risadas deu-se início ao show. Um video com Yuji Naka, criador de Sonic é apresentado, e músicas de Sonic são tocadas logo após o vídeo.



Yuji Naka

Sonic





O que foi de se impressionar, foi o capricho adcionado na iluminação, luzes em formas de anéis amarelos rodeavam o palco durante a apresentação de Sonic, nada menos do que sensacional.


Logo após, aquele que todos estavam esperando, adentra o palco: Tommy Tallarico. Ele entra, se apresenta, e como de costume, brinca e interage com o público. Segundo ele, o Brasil é o seu lugar favorito para se fazer o show, porque o pessoal, brinca, interage, e é cheio de energia. Ele já disse isso em diversas entrevistas internacionais. Aliás, o Brasil é o único país do mundo em que a VGL esteve presente em todos os anos, se isso não é prova de que o que Tallarico fala é verdade, não sei mais o que é.


Seguido disso, tivemos Mega Man. Vários temas das diferentes vertentes da franquia foram tocados, junto com videos das diferentes séries, Mega Man, Mega Man X. Zero, Network, e por aí vai...


Várias novidades foram apresentadas nesse show, como Assassin's Creed II. Enquanto as cenas rolavam ao fundo, a orquestra e uma cantora acompanhavam ao rítimo dos acontecimentos no telão. Curiosidade: A mulher que cantava, era esposa do maestro.


Como de costume, Tallarico chama pessoas da platéia (sempre os da frente...) para jogar video game no telão enquanto a orquestra toca. O jogo desse ano foi Frogger. Dois caras foram chamados a participar. Nossa! Como eles jogavam mal, sério. Todo o público (inclusive Tallarico) ficaram indignados com a performance. Então, Tommy pegou o joystick e jogou maestralmente, deixando os dois "no chinelo". Os participantes, porém, acabaram por levar um pacote com brindes, e um monte de piadas sobre eles também.




Vai jogar mal assim lá na...Video Games Live



Entre um evento e outro, alguns videos de mashups de games eram apresentados. Vejamos:


















Também tivemos outra novidade: Uncharted 2. Com muitas cenas de ação de tirar o fôlego.


Uma surpresa: o maestro, junto com Tallarico compuseram uma nova peça, que estreou no Brasil: Advent Rising. Um video lindo com uma música muito bem regida, e junto com a esposa do maestro, cantando, acompanhando a sinfonia. Confesso que não conhecia o jogo, mas a apresentação foi o bastante para despertar a curiosidade em mim.


Tron deu continuidade ao evento, sob a confissão de Tommy, de que ele quase chorou com a notícia de que um novo filme sobre Tron será lançado. Ooooown...


É claro que não poderia faltar o Medley de Final Fantasy de Martin Leung, com: "Prelude", "To Zanarkand" (X), "Aerith's Theme" (VII), "Eyes on Me" (VIII), "Fragments of Memories" (VIII), "Terra's Theme" (VI),"Melodies of Life" (IX),"Waltz for the Moon" (VIII),"One Winged Angel" (VII),"Liberi Fatali" (VIII) e "Victory Fanfare".


Martin Leung: esse toca demais! (e me lembra um pouco o Jet Li).




Seguido disso tivemos Zelda. Depois, David Jaffe, criador de God of War aparece no telão, seguido de Gerard Marino, compositor da OST de God of War no palco. God of War então, começa a ser tocado, para a alegria geral da nação. E com essa obra prima, o Act 1 é encerrado. Hora do intervalo.




God of War. THIS IS SPARTA!


Havia uma barra de loading, indicando o tempo do intervalo, como se o Act 2 estivesse carregando.



Olha quem veio dar um oi pro pessoal no intervalo: Solid Snake.




O Act 2 se inicia. E já partimos para os belissímos Castlevania e Bioshock(o segundo , é estreante) e Warcraft.


Martin Leung retorna ao palco, e toca Mario, só que de olhos vendados. Os olhos deles estavam fechados, e o público com a boca aberta, impressionados com sua habilidade ímpar.




Tocar até de olhos fechados. Alguém ainda duvidava?




O Brasil deve ser memso um local querido para todo esse pessoal da VGL, pois eles acrescentaram uma outra música na setlist, que não estava programada: Top Gear, também tocada por Leung.


Lembram-se daqueles concursos que citei antes? O vencedor do concurso de Guitar Hero Van Halen é (desajeitadamente), convocado ao palco por Tallarico, que mal conseguia dizer seu nome. Um desafio foi proposto a ele: alcançar mais de 170.000 pts no Guitar Hero Van Halen na música "Jump" no nível Expert. E não foi que ele conseguiu? Ele chegou a mais de 216.000 pts. Fez honra, e levou um brinde pra casa.




"Jump" do Van Halen foi detonado no Expert e ainda com cinco estrelas.



O pessoal dos arcades foi ao delírio quando Street Fighter II foi anunciado. Videos do gameplay do jogo eram demonstrados no telão, enquanto os temas de Guile, Ryu e Ken eram tocados. O mais impagável aqui, foi o público gritando "Blanka! Blanka! Blanka!" durante a música. Fazer o quê? Blanka é o único brasileiro de lá! Eu também gritei! "Blanka! Blanka! Blanka!"


O show desse ano foi cheio de presenças especiais. Akira YAmaoka, criador de Silent Hill sobe ao palco e dá o ar da Graça tocando "Theme of Laura" de Silent Hill II. Presenciar criador e criatura simultaneamente é lindo de se ver.




O público estava delirando durante essa apresentação.



Um dos pontos mais altos da noite havia chegado: Final fanyasy VII. O público parecia estar em transe, e a energia aumentava a cada "Sephiroth!" que era lançado ao ar. Mesmo quem não conhecia FF VII, acompanhou e curtiu, e sempre gritando "Sephiroth!".


Após, tivemos Chrono Trigger e (se espantem) Portal! Uma das características mais marcantes de Portal, é sua música de encerramento, "Still Alive", ela é engraçada, e gruda na cabeça. Havia um trecho na música em que se falava sobre coisas que nunca vão acontecer, coincidentemente, uma foto de Duke Nuken Forever aparece por um segundo no telão. É claro que, quem viu, riu.




Final Fantasy VII


Portal



Após o término do show, Tallarico, a orquestra, e os demais convidados são amplamente aplaudidos e se despedem, dizendo ao público para encontrá-los lá fora, para autógrafos. Logo uma imensa fila se formou, que ia desde a recepção, até os confins do palco. Não tive coragem de enfrentar a fila, não por ser medroso, mas imagine o tempo que eu gastaria nela...


Havia um stand perto da entrada vendendo Cds, Dvds, Blu-Rays, chaveiros, camisetas e afins. Algumas coisas eram realmente caros, mas, acho que valem a pena. Detalhe: o Brasil foi o primeio país a ter os CDs, DVDs e Blu-Rays comercializados oficialmente. Exclusividade brasileira!!!




Olha só o tamanho da fila. Quem encara?

Martin Leung dando autógrafos.

Tallarico dando autógrafos.


Pelos menos consegui meu CD e meu DVD.



A noite terminou, porém, o público ainda estava em êxtase, satisfeitos e contentes, compartilhando suas impressões e idéias com entre si. Pessoas, encontraram com contatos da internet, fizeram novos amigos, e se divertiram pra caramba. Todos saíram de lá com um amplo sorriso no rosto, e com o coração satisfeito.


A Video Games Live foi um evento marcante, emocionante, e satisfez o público em geral, agradando os velhos, e os novos fãs de game. Tá certo que eles reutilizaram muito material do ano passado, e Tallarico estava visivelmente esgotado, porém, isso não impediu em nada de que esse, fosse um evento excepcional. Pessoas fizeram amizades, se divertiram e se satisfazeram. Não consigo achar melhor palavra para descrevê-lo além de ÉPICO.


15 Hit Combo :

Ana Regina disse...

Olá.
Puxa, me desculpe por ter ganhado o concurso de cosplay neste caso, não imaginava que fosse ofender alguém com isso. Não esperava ser chamada de cara de pau, desculpe.
Sei que não pude fazer tudo o que o verdadeiro Paper Luigi faz: infelizmente, um cosplay de dois metros e meio de altura e com aquele peso só pode dar uns dois ou três pulos mesmo. Infelizmente, isso acontece com cosplays grandes.
Uma pena você não ter gostado, vou tentar utilizar as suas críticas para ser ainda mais fiel ao verdadeiro Paper Luigi no futuro.
Agora, apenas para fins de esclarecimento, no caso da VGL, a apresentação em questão era apenas desfile (eu tinha bolado todo um teatro, mas minha idéia foi para o ralo no momento em que descobrimos que teríamos de nos apresentar juntos). Em desfiles, tudo o que podemos fazer são algumas poses, e só.
E neste concurso em particular, quem votava era o público presente. Não havia três ou quatro jurados como é normalmente, mas uma platéia inteira. Sei que não posso agradar gregos e troianos, mas apenas tentei agradar de modo geral. Parece que funcionou, pelo menos em 99,9% da platéia, pelo que pude escutar. Inclusive os próprios Tommy Tallarico, o maestro e sua esposa, Martin Leung (que deve ter tirado umas mil fotos pelo tempo que tive que ficar parada), e quase todos os outros convidados que vieram conversar comigo nos bastidores. Pena que você fez parte do 0,01%.
É isso.
Um grande abraço!
Ana (só para o caso de você não saber, sou a Paper Luigi que venceu a VGL).

Ana Regina disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ana Regina disse...

Aliás, acabei de adicioná-lo no orkut, senhor Leonardo. Se não se importar, adoraria ler suas sugestões para melhorar ainda mais a minha performace como Paper Luigi. Estou sempre trabalhando e aperfeiçoando esse cosplay, e boas idéias são bem-vindas.
Um abraço.
Ana

Léo disse...

Ei, Ana, quem falou que fiquei ofendido e/ou bravo?

O que fiz, foi reportar que sempre na VGL, o que vale é ser engraçado, pois me lembro do ano passado, quando Air Man ganhou, o cosplay dele não estava tão bom, mas ganhou por ser divertido.

Não pense que estou bravo ou ofendido, apenas escrevi (e o você interpretou mal) que o povo brasileiro, curte o engraçado.

Não me referia cara-de-pau por ser algo mal feito, foi pra dizer que, tem que ter muita coragem pra ir com aquela grande fantasia e tamanho esforço para subir ao palco se apresentar para aquele tanto de gente.

Creio que, o que houve aqui, foi mais um mal entendido. Quem me conhece sabe que não sou assim.

Se te ofendi de algum modo, peço pessoalmente minhas mais profundas e sinceras desculpas, não quero ferí-la, OK?

Já te adcionei no Orkut, e espero que esse seja o início de uma amizade, que brotou de um acaso.

Abraço
Léo :)

Mestre Ryu Kanzuki disse...

Sempre gostei muito de acompanhar os concursos de Cosplay. Cada grupo ou participante tem um objetivo e nem sempre costuma levar a fidelidade como fator primórdial - a não ser a atuação, não o roteiro, em alguns casos. Na minha humilde opinião, este é um dos fatores mais interessantes desses eventos.. claro que o que rouba a cena são as atrações internacionais, com profissionais que marcaram a nossa infância com os seus trabalhos. Valeu, Léo. Corajosa e completa matéria sobre a VGL. Infelizmente, eu não tive a oportunidade de ir a nenhuma edição, sempre fica na promessa - mas ocorre o azar de acontecer nos momentos/ dias mais improváveis. Até minha esposa me avisou do evento, ela queria ir também. Bom, fica pra 2011 agora. hehe!!

Ana Regina disse...

Caro Leonardo,
infelizmete, o que me trouxe a esta página não foi o conteúdo brilhante do que o senhor escreveu. Sua matéria sobre o conteúdo da VGL em São Paulo está excelente, como o Mestre Ryu ressaltou, mas o que acabou me arrastando para cá foram as palavras: "Paper Luigi, você ganhou por ser cara de pau", que aparecem em primeira mão em qualquer pesquisa que se digite "Paper Luigi Cosplay". Desculpe, mas não existe uma conotação figurada para isto, ou mesmo um possível mal entendido. Não há qualquer necessidade de insultar minha inteligência, dizendo que não entendi o que escreveu. Garanto que entendi.

Mas ei, não precisa se preocupar e nem colocar panos quentes, a crítica é bem tratada por mim, pois sem a crítica construtiva não existe possibilidade de melhora.
Qualquer um que ler sua matéria percebe que minha atuação precisa ainda de muitos reparos: Por exemplo, preciso aprender a pular mais com o Paper Luigi (como o senhor mesmo escreveu, “só dei um pulo ou dois, e ganhei. Fazer o quê?”), mas de uma forma que isso não destrua o cosplay. Estou trabalhando nisso ainda, pois é claro que o senhor viu em primeira mão o que houve com o Paper Mario, que tentou fazer exatamente o que o senhor queria, e ser absolutamente fiel ao personagem. É óbvio que o verdadeiro Mario não contava com uma estrutura de papelão de dois metros de altura e oito quilos para pular, mas ainda assim, ele tentou, e quase se acidentou.

E quanto ao meu receio por uma possível ofensa ao senhor, este tem seu motivo jazendo no fato de que muitos blogueiros não aceitam qualquer tipo de argumento contrário ao que escrevem. Fico muito feliz ao descobrir que o seu não é um desses casos.

O senhor pediu desculpas, e elas estão mais do que aceitas. Acredito em amizades que começam, muitas vezes, com o pé esquerdo, mas que acabam se tornando sólidas e muito sinceras.
Obrigada por me adicionar no orkut também.
Um grande abraço!
Ana

PS: Mestre Ryu, prazer em conhecê-lo. Espero que possa ir à VGL no ano que vem, pois neste ano, estava fantástico. Tenho certeza de que estará ainda melhor em 2011. E todos sabemos que a matéria foi bem-feita, foi bom o senhor ter ressaltado isso.

Osmariobro disse...

Hello, Leo! Algum comentário sobre o Paper Mario q ficou em 2nd?
Here We Go!

Léo disse...

@Osmariobro Hey, hey! Que bom conhecer o povo do cosplay da VGL! Acasos acontecem, e esse acaso do mau entedimento nos levou a nos conhecermos.

Então, na VGL, não temos tempo para termos apresentações ou qualquer coisa do gênero em relação ao cosplay, o que vale lá, é o visual, porque o concurso lá nem é tão valorizado, tanto é que sua duração é curtissíma. Achei que no seu caso (e da Ana) foi assim: a fantasia errada no local errado. Elas ficaram muito boas visualmente SIM! Só que elas dependiam mais de uma interpretação/encenação para convencer mais o público, porém, vocês não tiveram tal oportunidade.

Espero ter ajudado.

Abraço!

Osmariobro disse...

pois é XD eu admito q sou bem cara de pau msm XDD
se naum fosse... a gente não teria ganhado! kkkkkk
abraço, companheiro! o/

Léo disse...

Eu não disse cara-de-pau no mal sentido, disse isso pois queria dizer coragem. Imagina subir ao palco, com uma fantasia imensa, e você quase caindo, e ainda ter que enfrentar tamanho público. Foi isso que quis dizer.

Abraço, companheiro. \o

Ana Regina disse...

Ué, meu comentário sumiu!
Ok, escrevo de novo:

Infelizmente, não foi o brilhantismo de sua matéria que me trouxe aqui, senhor Leonardo. Sua matéria sobre a VGL estava excelente, como o próprio Mestre Ryu ressaltou, mas o que me arrastou para cá foi seu infeliz comentário me chamando de cara de pau e suas críticas. Atraíram minha atenção como um íma, e agora, eu simplesmente PRECISO saber o que aconteceu e não vou parar até descobrir.

Mas por favor, senhor Leonardo, não insulte minha inteligência. Infelizmente, "cara de pau" é um termo que não possui duplo sentido. Não se atreva a dizer que não entendi o que li, por que acredite, eu não nasci ontem, e sei exatamente o que o senhor escreveu.

Mas não estou pedindo por justificativas. Não precisa colocar panos quentes, pois para mim, as críticas construtivas têm mais valor do que mil elogios vazios. Estou pedindo por sugestões. O senhor teve cacife para criticar a apresentação (exatamente por ter sido, em suas próprias palavras, "um ou dois pulos"), então, deve ter toneladas de sugestões para melhorar minha performance no palco. São essas que eu quero.

Infelizmente, nos conhecemos dessa forma tão torta. Acredito em amizades que começam com o pé esquerdo, mas para tal, o senhor deve transformar sua crítica em algo construtivo pois, da forma como foi escrita, não passa de ofensa barata. Não importa o quão maravilhoso foi o restante da matéria, uma maçã podre estraga as saudáveis em um cesto... Especialmente se você dá de cara com as pessoas atingidas (mesmo que, em sua própria forma de escrever, não tenha tido a intenção de atingir ninguém. Acredito nisso, pois muita gente escreve sem imaginar que alguém vá realmente ler, e que há um certo “risco” de as pessoas citadas também encontrarem seus textos).
Um grande abraço.
Ana

PS: Esqueci de dizer, quanto ao meu temor inicial a respeito de seus sentimentos, este se baseia no fato de grande parte dos blogueiros e jornalistas não aceitarem de bom grado qualquer comentário que esteja em uma direção diferente à suas matérias.

Léo disse...

E para todos que ficaram ofendidos com meus comentários, pesso as minhas mais profundas desculpas, minha intenção nunca foi machucar ninguém, e sim expor um ponto de vista, que pelo jeito, foi muito mal interpretado.

Peço a todos, perdão!

Ana Regina disse...

Muito obrigada por modificar sua matéria. É muito difícil admitir um erro, mas é ainda mais difícil ser humilde e corrigí-lo. Você conquistou o meu respeito.
Um grande abraço.
Ana
PS: Finalmente, pude colocar uma classificação de "excelente" em sua matéria. Como eu já disse antes, ela está brilhante.

Astronomer t H disse...

Também compareci ao evento e achei de alto nível.
"Still Alive" foi a cereja do bolo, que aliás, é uma mentira =)
Lamento apenas, a ausência da música tema de Halo, a qual eu esperava ansiosamente, e continuo no aguardo para que venha o tema de Gears of War.
Um último inconveniente, achei que saturou um bocado repetir vídeos e animações do ano passado. Uma rápida busca pelo YouTube e pode-se encontrar muitos vídeos gamísticos bem-humorados e mais recentes que poderiam ter ganhado o espaço.
Quanto ao cosplay de Luigi eu gostei bastante. Merecedor do título no que se trata de inovação e criatividade. Gostei muito também do cosplay de Bully, ao meu ver, o melhor quanto a verossimilhança.

Apenas um alerta aos possíveis cosplayers de Mario e Luigi para o próximo ano, saibam que tem pela frente um forte concorrente:

http://www.naointendo.com.br/wp-content/uploads/2010/10/Chilenos.jpg

Abração

Léo disse...

Valeu Ana, fico feliz que tudo tenha acabado bem!

E valeu Dé! Obrigado por aparecer por aqui e eler a matéria. Compartilho dos mesmos sentimentos em relação às repetições. E viva os mineiros do Chile, hehe...

Obrigado a todos que leram e curtiram a matéria, eu agradeço de verdade!

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