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sábado, 20 de março de 2010

Dedo No Joystick: Rolling Thunder - A Série Completa (Volume#1 - Arcade)

 
                                 
Se você conheceu esse jogo nos Arcades, com certeza deve estar na faixa dos 20 anos ou mais. Se é novato no mundo dos games, não tem problema, você conhecerá um bom jogo OLD SCHOOL em tempos de última geração, aonde poucos jogos se salvam com originalidade suficiente pra te prender na tela.
Este jogo se trata do gênero Ação/Tiro, sua primeira versão foi lançado em 1986. A primeira versão não tinha história definitiva (é isso mesmo), você era um agente qualquer numa missão qualquer para desmartelar um grupo terrorista.

Apartir da versão de 1987, Rolling Thunder ganhava uma versão definitiva com história fixa e final. Agora a história gira em torno do personagem Albatross, o agente sem nome e nem origem da primeira versão (seu nome é revelado no segundo jogo), do WCO (World Criminal Investigation) que teria de resgatar sua companheira seqüestrada pelo grupo terrorista. A história se passa em 1960.

Além de inimigos mascarados comuns (embora não tão comuns assim), você encarava monstros, morcegos gigantes e outros seres anormais. Ou seja, o estereótipo de inimigos esquisitos dos tempos em que jogos de plataforma tinha o mocinho que precisava resgatar a mocinha num ambiente muito pouco realista. Misture o mundo da fantasia dos games dos anos 80 e um pouco de 007 e você terá: Rolling Thunder.

Inimigos, contos de fadas, mocinhas seqüestradas..você já ouviu isso. Bons tempos em que você era o cavaleiro contra o demônio. 


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Som: Efeitos sonoros bons e trilha sonora notável. Apesar das poucas músicas, há apenas uma que toca durante todo o jogo quando você entra em ação. Nas cenas de demo, passagens de um nível/fase pra outro, uma músiquinha curta que dura poucos segundos. O final também tem uma musiquinha bem bonitinha e um pouco mais longa. =)
Algumas músicas foram modificadas nas versão remake (1987), para uma espécie de remix.

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Dificuldade: O jogo é bem difícil, vai te forçar a praticar bastante. Tiro pra todo lado, mas se levou uma bala, já era. O jogo tem continues limitados (de acordo com a fase em que esta). Mesmo colocando mais ficha pra continuar, se perder todas as vidas ,você volta pra primeira fase.  A primeira versão era ainda mais difícil. Pois, comparado ao remake, você não tinha chance de voltar de onde morreu, no remake, você podia voltar algumas vezes. Apesar dos pesares, a dificuldade elevada dá conta do recado como diversão.

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Sistema: O jogo consiste em atirar e se esconteder dentro de portas ou entradas. Além da tradicional pistola, você pode usar uma metralhadora. As armas são limitadas (exceto a arma normal, que fica mais lenta quando está zerada). Para carrega-los, é necessário entrar nos esconderijos. Você pode subir e descer plataformas com pulo + cima ou pulo + baixo. Essa ferramenta também foi reutilizada em Shinobi e Shadow Dancer da SEGA.
A resposta dos comandos é boa, mas o personagem é frágil demais.

Capcom também entrou na dança e lançou o Code Name: Viper

Gráficos: Simples. Mas consideravel pra época. Os inimigos mascarados e o ambiente, surgem com várias cores, como numa história em quadrinhos.
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Curiosidades: O jogo foi distribuído pela Tengen (que também distribuiu os jogos da série Paperboy da Atari)

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Imagens do jogo Paperboy 2 do Mega Drive - 1992
A inspiração de se esconder, foi baseado no jogo Elevator Action da Taito. 
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