quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Em memória de Patrick Swayze (1952 - 2009)


Há um ano o ator Patrick Swayze (57) foi diagnosticado com um cancer. Esta desgraçada doença que mata milhares de pessoas ao redor do mundo.
Tablóides maldosos declaravam que o ator já estava morto, e outras, que ele só tinha apenas 6 meses de vida. O próprio Patrick teria declarado, ainda em 2008, na rede ABC à Barbara Walters, que só teria apenas 2 anos de vida (Eu diria que cinco anos seriam bem desejáveis. Dois anos parecem prováveis se você acredita nas estatísticas. Eu quero durar até que se descubra uma cura - Palavras do ator). O mesmo ficou muito chateado com o que se comentavam negativamente sobre sua saúde, e dizia que estava vivendo muito bem. Os médicos também declaravam que sua recuperação estava sendo um milagre. Infelizmente quando a doença se alastra ela fica extremamente difícil de reverter, foi o caso também de Farrah Fawcett, uma das panteras da série dos anos 70 e mostrou-se batalhadora até o fim dos dias, que nos deixou em 25 de julho, mas que não chegou a chamar tanta atenção por coincidir no mesmo dia da abalável notícia de que o rei do pop também nos deixou.

Grandes ídolos bastante queridos pelo público estão indo: primeiro o maior de todos, Michael Jackson, agora o Patrick Swayze. Definitivamente não está sendo um ano bom. Tudo o que devemos fazer é: rezar por nós, pelas nossas famílas e por todas as pessoas do mundo.

Mas não devemos nos desabar em tristezas, vamos relembrar os momentos da carreira de Patrick Swayze (que fez o que gosta até o dia de sua morte).
Em,1987 , Patrick aproveitou seus dotes reais de dançarino ao atuar em seu primeiro grande sucesso: Dirty Dancing - Rítimo Quente.
Em 1990, viveu o romântico Sam Wheat em Ghost – Do Outro Lado da Vida (um dos primeiros filmes que vi na vida). Coincidência ou não, o seu personagem morre na história. Vivendo como um fantasma, após ser asassinado, encarna no corpo da paranormal Oda Mae Brown (Whoopi Goldberg – Vencedora do Oscar de atriz coadjuvante) numa das famosas seqüências, para conversar com a sua amada Molly Jensen (Demi Moore).
Em 1993, foi dirigido por uma das futuras cônjujes de James Cameron (Avatar),Kathryn Bigelow , em Caçadores de Emoção, vivendo o vilão Bodhi, ao lado de Keanu Reeves.
Em 1995, Patrick quebrou a sua imagem de galã e foi além, interpretando uma divertida Drag Queen, Vida Boheme, em Para Wong Foo, Obrigada Por Tudo! Julie Newmar, ao lado de Wesley Snipes e John Leguizamo. O filme seguia a onda de comédias do estilo, como Priscila - A Rainha do Deserto (1994) e Birdcage - A Gaiola das Loucas (1996 - refilmagem do filme Italiano de 78).
Seu último trabalho foi neste ano com a série The Beast, exibido pelo canal pago AXN. Durou apenas uma temporada.


Patrick vivia há 34 anos casado com uma mesma mulher, Lisa Niemi, sua namorada na adolescência. Uma fidelidade rara em Hollywood.

sábado, 5 de setembro de 2009

Tutoriais para Informática# 1: Adobe Illustrator CS4



-->
Adobe Illustrator CS4
(Vetorização e Efeitos 3D)

Antes de iniciar sobre o que se precisa fazer para desenhar no Adobe Illustrator é preciso antes apresentá-los a função técnica dele:
Sobre o Adobe Illustrator

O programa é um editor de imagens vetoriais (que nem aqueles gráficos estranhos que se vê em games clássicos como Out Of This World e Flashback: The Quest For Identity) e animação 2D. É uma recomendação para quem quer trabalhar com design gráfico (ou computação gráfica, se preferir). A sua estrutura é bem parecida visualmente com o famoso Adobe Photoshop. Há algumas simulações em 3D que se pode fazer com imagens, isso será explicado mais a frente. A versão utilizada aqui é a mais recente até então: CS 4.

Começando

Acompanhe a foto e as descrições
Antes da vetorização você deve fazer alguns passos:
1 – Vá em File > New (novo) ou Print Document
2 – Deixe na opção padrão do programa (o utilizado foi o Adobe Illustrator CS 4) com New Document (Novo documento) > Print (Impressão), Units (Unidade de medida) > Points, Orientation (Orientação) > 1ª Opção e Size (resolução) > Letter (carta). Em name (untitled-1), a mudança de nome do arquivo é opcional. Clique em OK.
3 – Abra uma imagem em File (arquivo) > Open (abrir) ou File > Place (Importar)

Área de Trabalho do Illustrator

Tool Box (Caixa de Ferramentas): É aonde se encontram todas as ferramentas necessárias de criação e edição das imagens vetoriais. Note que há um pequeno triângulo em cada grupo de ferramentas localizado na ponta inferior direita mostrando que há um grupo específico referente aquela ilustração da ferramenta. Clique e segure por 1 segundo, você encontrará um grupo de ferramentas ao lado.
Dicas: Para facilitar a utilização da caixa de ferramentas, clique com o direito do mouse numa das ferramentas e puxe para a direita, você verá todas as opções de ferramenta dessa caixa selecionada. Segure o botão direito até uma pequena seta (tearsoff) e solte. Pronto, não precisa ficar clicando numa determinada ferramenta sempre segurando com o botão direito, ele estará sempre na tela.
Control Palette (Paleta de Controle): Varia dependendo do objeto selecionado.

Demais Paletas: Cada paleta possuí uma função específica. Ali podem se encontrar configurações da paleta de controle como cor, stroke (nível de engrossamento de linha ou trilha), Layers (Janelas) ou opacity (opacidade – para determinar o nível de transparência do objeto) .

Artboard: Local que será mostrado na impressão

Coisas indispensáveis que você precisa saber:
Selection Tool (ferramenta de seleção) e Direct ou Group Selection (seleção direta ou em grupo): Seleciona um objeto por completo (Selection Tool) ou uma parte do objeto (Direct Selection) ou um grupo (Group Selection) da trilha traçada ao clicar num ponto. Direct e Group fazem parte de um mesmo grupo de ferramentas.
Pen Tool (P) (Ferramenta Caneta), Add Anchor Point (+) (Adcionar ponto de âncora) e Convert Anchor : O de sigla (P) é a ferramenta que você utiliza para cria o path (trilha), para formar os pontos de vetorização; usando o (+) é adcionada mais uma âncora dentro de uma trilha traçada pela caneta; Convert Anchor serve para movimentar a trilha ao se clicar num ponto de âncora.
Na caixa de Paleta de Controle é possível ver a opção convert (conversão). Ali você poderá alternar entre converter uma âncora selecionada (com a ferramenta convert), clicando em 2 pontos da trilha, entre curvas com pontas (corner) e lisas (smooth).
Vetorizando
Você pode fazer um Sonic tão bom quanto esse

Para construir um desenho você deve vetorizar curva por curva usando a ferramenta caneta (Pen Tool), utilize a Pen Tool (P) para vetorizar. Cada curva que caracteriza o personagem precisa ser gravada em separado por camadas (layers), você encontra essa opção na parte de demais paletas (Foto na etapa Área de Trabalho), vá em criar nova camada (Create New Layer) para adcionar uma nova.
Não se esqueça de adcionar um cadeado (Lock) na imagem que você adcionou, ao criar uma segunda Layer em demais paletas, basta dar um clique no quadrado ao lado do olho ativado que permite a visibilidade (Toggle Visibility). Opte pela segunda Layer para começar a vetorizar o desenho (clique no ícone do novo layer criado, para a pen tool funcionar). Isso tudo faz o seu projeto ficar mais organizado.
Para verificar pequenos detalhes durante a vetorização, utilize a ferramenta Zoom. Utilize os atalhos do teclado, CTRL + ou CTRL – simultaneamente, para aumentar ou diminuir respectivamente.

É importante muito detalhamento na vetorização (entre uma peça de roupa, dedo ou cabelo de um desenho complexo) para que o traço não fique deformado, uma curva que era pra ser lisa e fica quadrada por exemplo, ou com complicações na hora de pintar, por causa de uma ponta que não foi terminada adequadamente – a solução mais eficaz não é exatamente fechar pontas como no Paint, ele algumas vezes segue aonde está conectada uma outra ponta em que foi utilizada a ferramenta Pen Tool. Por ex: Se você terminou de vetorizar a cabeça do Sonic na parte direita, e terminou uma outra ponta na esquerda, se utilizar a caixa de cor ela pode preencher, acidentalmente, os espaços entre as duas Âncoras (Anchor Point).

Para adcionar efeitos detalhados de iluminação, poeira, sombra e etc, você tem a opção Gradient (Declive ou Gradiente). Verifique se essa opção está ativada em Window (Janela), depois vá em Object (Objeto) e clique em Create Gradient Mesh (Criar rede de Gradiente) sobre a peça selecionada. Ali você encontra Rows (linhas) e Columns (colunas) aonde você modifica os valores em que o Mesh será aplicado. Em Apearence (aparência) você escolhe entre borda (Edge), Center (centro) e Flat (estável); em Highlight (iluminação) você varia a porcentagem dessa influência sobre a peça. Deixe a opção Preview (prévia)marcada para ver as transformações.
Clique agora na ferramenta Mesh Tool e vá diretamente à uma ponta de âncora (anchor point) e clique para ativar o Mesh. Escolha uma outra cor como teste e clique no ponto. Cada ponto clicado vai se criando uma mancha de cor. Essas manchas podem ser direcionadas com a ferramenta handle (cabo), direcione o cabo com o Convert Anchor Point Tool (ferramenta conversor do ponto de âncora). Clique fora de um ponto com o Mesh Tool para adcionar outros pontos.


O Sonic é um dos trabalhos mais difíceis a se fazer no Illustrator. Mas você pode praticar começando com coisas simples como: criar símbolos da Nike (foto acima).

Criando efeitos 3D

Você quer desenhar uma garrafa feito essa?
Em Effect > 3D você encontra essas opções:
1 - Extrude & Bevel (Constrói um relevo)
2 - Revolve (cria um formato de baixo pra cima)
3 - Rotate (Rotaciona o desenho sem nenhum relevo)
Abra no Illustrator uma imagem de uma garrafa ( como essa acima ), Dê um cadeado na layer que você utilizou para gerar a imagem e crie uma nova.

Criando uma forma de garrafa em 3D

Com o Revolve: Use a ferramenta Pen Tool para vetorizar apenas a parte direita da garrafa, selecione com a ferramenta Selection Tool, depois aplique a ferramenta cor e por fim aplique a opção Revolve.
Você pode mecher na posição da molde clicando num cubo que aparece abaixo de Rotation em 3D Revolve Option, ou adcionar valores em graus à ele ao lado. O mesmo é possível a outras duas opções de efeitos 3D.
As demais partes, como a tampa, serão criadas em camadas (ex: vetorizando a tampa e outros elementos, por fora) com um procedimento parecido com o Sonic.
Vídeos
(Em Inglês)


Criando uma Maçã em 3D



Outros vídeos podem ser encontrados nesta conta: http://www.youtube.com/user/tutvid

Notas Definitivas


Como o programa é todo em Inglês, procure pesquisar os significados dos termos para se ter uma melhor noção das funções do programa. Sugiro os sites Translito e Word Reference ou o programa Power Translator.


Agradecimentos
Seven CG

domingo, 30 de agosto de 2009

Crítica: Old! Gamer (Número 1)

REDESCOBRINDO O PASSADO
(OLD! Gamer, Número 1, Agosto de 2009, 98 páginas, Brasil)
A tão esperada (e tão clamada) Old! Gamer tá na mão
Após uma campanha intensiva em março deste ano movida pelas comunidades voltadas a videogames clássicos, com a esperança de trazer a Européia Retro Gamer, surge surpreendentemente a idéia de uma revista de mesmo tema, procurando fazer uma retrospectiva entre as gerações de videogames, produzida integralmente por Brasileiros, é a Old! Gamer – título que segue o exemplo da maioria das revistas Brasileiras com títulos estrangeiros como: Super Game Power, Videogame (ou Videogame News) e Gamemaster. A revista causou rebuliço com os adiamentos (sendo prometida ainda para meados de Abril), todo o frisson (ou freak show) parecia coisa de fãs desesperados para ver um show do RBD (sem brincadeira) ou qualquer outro super ídolo. Causava agonia de ver tanta pergunta – parece que a graça na comunidade do Canal 3 (grupo de colecionadores de jogos) era só essa revista.
A revista saiu oficialmente este mês (finalmente!), apesar de estar descrita como se fosse do mês de Setembro; mas ainda não era o fim da agonia. Ela ainda é difícil de ser encontrada em algumas localidades, mas pode ser facilmente achada em bancas de Shoppings que demoram a recolher edições antigas, como o Penha Shopping (RJ).
A Old! Gamer é um diferencial por ser a primeira revista dedicada 99% à retrospectiva das gerações dos videogames, já que ela ainda toca nos remakes (ou releitura), algo um pouco condenável pelos conservadores – mas a seleção é interessante, pode se ver ali bons jogos (ou interessantes citações) da edição especial de The Secret Of Monkey Island, o remake de Teenage Ninja Turtles: Turtles in Time ou até mesmo um breve comentário do (também badalado) Street Fighter IV.

Antes
Inicialmente a capa seria uma homenagem ao Street Fighter (devido a popularidade da quarta versão), trazendo uma capa genérica com a imagem enorme de uma cena de Street Fighter II, o maior sucesso dos fliperamas (quem aí não sabe?).
Depois
Com o atraso (e a surpreendente notícia da morte do rei do pop), a revista resolveu mudar para o plano B: aproveitar a nova badalação, que deixou de fora Street Fighter IV, e dar lugar ao jogo adaptado do filme Moonwalker (e suas diversas versões) – pipocou pela Internet inúmeras resenhas e homenagens ao astro – principalmente se tratando do filme e jogo (até a minha resenha do jogo acabou saindo antes, e era pra ter sido feito bem mais a frente; e o do filme não estava nos planos – a versão definitiva da crítica será lançada aqui em breve).

A antiga capa da Old! Gamer aparentava ter menções às revistas dos anos 90
Boa tacada de mestre da equipe que fez a Old! Gamer. A capa definitiva, que agora é em homenagem à embalagem do jogo Moonwalker para Mega Drive (aquela preta, da primeira safra) ficou luxuosa e bem mais bonita que a capa genérica do Street Fighter II (apesar da idéia não ter sido tão ruim - tinha a cara da montagem das revistas de 1991/ 1992). Acreditamos que agora a revista venda mesmo milhões (issa!). A contra capa agora ganha uma ilustração do desenho do Michael Jackson, da versão Moonwalker para os Fliperamas.

Street Fighter II e Moonwalker são os pratos principais
A matéria parece ter vindo em última hora (com cara de desespero) mas mesmo assim conta com um impagável roteiro de André Forte e Amber Houchaimi (conhecido pelo seu blog) em 10 páginas, descreve não só comentários interessantes sobre as máquinas de fliperama como também detalha cada cenário dos games, deixando bem claro o mistério das obsucras versões para computadores. A outra grande atração da revista é o Street Fighter II (12 páginas). Destrincharam cada versão, oferecendo notas e separando as melhores e as piores conversões.
Uma seção que também vale destacar é a Old! News, trazendo diversas citações de outras revistas, das seções de prévias (previews) ou novidades (news), e discutindo sobre os pontos positivos e negativos delas. Muitas das matérias citadas acabam vindo diretamente das principais revistas da época: Super Game Power e Ação Games. Isso é importante, pois é um material que prova que nem só de detonados e dicas vivia o conteúdo delas. Entre as matérias analisadas estão a pequena trajetória das empresas que atuavam (ou retornavam), como a geração dos videogames em CD (3DO e Jaguar) e os Arcades (SNK); além de explorar os primórdios da Realidade Virtual nos videogames – e provar que a Nintendo não é pionera coisa nenhuma com o seu Wii. E dentre esses dossiês, o Jaguar é relembrado de uma maneira até positiva (O Top 5) em uma seção específica.

Com um humor modesto de algumas páginas (destaque para o Amer), o texto procura o equilíbrio de uma leitura precisa para que o leitor encare as longas (quase) 100 páginas – além de ser molho agradável para suavizar as críticas de ponto de vista, uma das caracterísitcas que ficou marcada nessa edição. É um material de referência tanto para os veteranos da geração Atari como os da Nintendo/ SEGA que jogaram as suas antigas coleções de exemplares fora, ou venderam ou trocaram ou perderam – tanto faz – e contribui a relembrar aquele joguinho perdido no tempo. Eu mesmo não lembrava que aquele game para NES apresentado se chamava Kung Fu, sou um jogador anos 90 e não 80, se é que me entendem, e a importância em equilibrar esse conteúdo foi bem estabelecida – não fala tão difícil com a molecada da geração SEGA/ Nintendo/ Sony e o resultado realmente vale uma fuçada.
Seções de destaque
(não encontradas na capa da revista)
> Donzelas em perigo: apresentando diversas contestações sobre as mocinhas dos jogos dos anos 80 e 90: Quem é, Quantas Vezes foi sequestrada, Porque vale a pena salvá-la? e O que fez de notável na vida?
> Dossiê Jaguar: Levanta dados interessantes e pontos postivos sobre o console
> Entrevista com David Crane: O Criador de Pitfall, Freeway e Decathlon (sim! Aquele que fuu.. o seu Joystick)
Curiosidades: A revista também apresenta várias artes de Matheus Lopes Castro que divulga seus trabalhos digitais pela internet
Pontos fracos:
> Algumas faltas de digitação (raríssimas) que comprometem algum título pequeno ou texto.
> O preço salgado - para um grande público: R$ 14,90 e mesmo na Internet, R$ 9,90, sai mais caro quando vem com o frete

Redação
(Revista Old! Gamer - Número 1)

Redator Chefe:
Fábio Santana (EGM Brasil) e Humberto Martirez
Chefe de Arte:
Welby Dantas
Diagaramação:
Marco Souza e JJ Comunicação e Design
Revisão de Texto:
Rômulo
Colaboraradores:
André Forte, Amer Houchaimi, Cláudio Prandoni, Douglas Viera, Filipe Dali Galo, Gilsomar Livramento, Marcus Garret, Nelson Alves Jr.
Distribuição:
Editora Europa


Cotações
Ruim Regular Bom Muito Bom Excelente

sábado, 15 de agosto de 2009

A Década do Tetra - Parte 1: Videogame Na TV

A Década do Tetra - Parte 1:
Videogame Na TV

Tempos maravilhosos. Alguém tem uma máquina do tempo? =]


Ahh, anos 90. Que década!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

05. Capricious Valkyirie (Theme From Liza)

Apreciem essa música:



Now..
Prepare Yourself..

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Da série: Mais Que Recomendados

Abrindo uma seção de última hora, é o Mais Que Recomendado.



Eu e um famoso parceiro lá do fórum Outer Space, Jack T, firmamos uma parceria entre nossos Blogs. O Blog em questão trata-se da SHUGAMES! conteúdo da pesada sobre clássicos e com textos muito descontraídos. Então taí: SHUGAMES!


Outro que merece também ser recomendado é o Blog Gagá Games. Site muito caprichado e com acervo diversificado sobre games clássicos (lembra o excelente conteúdo da GameHall).


Yes! mulheres no controle (salve-se quem puder)

E pra fechar a trilogia hoje: Girls Of War. Famoso Blog composto só por uma equipe de garotas que também escrevem em revistas da área - elas mostram que mulher também entende do assunto.

Então, taí as dicas:

http://www.shugames.blogspot.com
http://www.gagagames.com.br
http://www.girlsofwar.com.br
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...