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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

[Santuário: Conectado] Marvel Vs Capcom 3 e a pirataria na frente

Galactus é o mais novo megavilão do terceiro capítulo da mais bem sucedida série crossover da Capcom



Mal se falou do lançamento do novo Marvel Vs Capcom 3: Fate Of Two Worlds (Playstation 3 e X-Box 360) e já tem cópia circulando na praça antes do lançamento no Brasil (cogita-se a previsão para 2 de Março).

Hoje mesmo eu fui lá dar uma conferida na Uruguaiana (quase uma espécie de Santa Efigênia do território Carioca) atrás de uns bonecos da Marvel pra modelar o meu quarto e me deparo com (pasmem!) cópias da versão X-Box 360 rodando em várias barracas. Perguntei (só pra confirmar) se o jogo era original. Fiquei supreso com a rapidez que a pirataria anda pegando os lançamentos, agora não só de filmes, como também de videogames. E a pouco tempo atrás estava rolando um discurso em alto e bom som de uma moça, parecia representar o sindicado do comércio, criticando a pirataria e a a ação da polícia - também falou sobre alguns abusos de superiores que controlam estes estabelecimentos - num microfone em meio a um monte de gente.

O primeiro time que escolhi no jogo foi acidental, então só lembro que coloquei Ryu, Arthur (Ghosts N' Goblins) e um outro char que nem deu pro cheiro. Daí pedi mais uma partida pra jogar contra a CPU pro cara lá do estabelecimento e aí coloquei o time que eu queria (mesmo com as cores erradas, já que eu vivo me perdendo no controle de X-Box 360, desde o primeiro X-Box). O time que eu preparei, conscientemente, foi: Ryu, Chun-li e Capitão América.

Acompanhando o desempenho dos persoangens durante a jogatinha, mesmo que ainda perdido com a configuração a la Tatsunoko Vs Capcom (3 botões de ataque) deu pra sentir que a formação de combos está mais rápida que nos jogos anteriores e Ryu está muito bom.. sendo que a Chun-li está melhor ainda com os seus Lighting Kicks aéreos e mais duradouros pra cima do Galactus e o Capitão América continua bom nos pancadões como nos episódios anteriores, mas com a nova configuração de botões de ataques dinâmicos (herança de Tatsunoko Vs..) seus estragos devem fazer mais efeito. Só joguei apenas um estágio, o que aparece Galactus e uns clones prateados dos persoangens , os capangas que vem antes antes do chefão - algo um pouco parecido com o Massacre (Onslaught) no primeiro jogo (sendo que os clones apareciam uma vez ou outra).

Na segunda vez, em que joguei sério, consegui causar um dano grande ao Galactus com o Capitão América.. mas os caras que estavam jogando no estabelecimento apanhavam muito pros clones prateados e quando chegavam no Galactus não davam nem pro cheiro, levavam a sova de seus Incontroláveis golpes destruidores de mundos. Um deles era um Super Combo Finish com mais de 800 hits..(lol!). Daí eu falava Acerta na cabeça!..na cabeça! Aonde se tinha mais sucesso para acertar o chefão - os caras se mexiam com o controle e tudo..Mas ninguém me ouvia - e viram o mundo ser destruído umas dezenas de vezes antes da tela de Contune. Até que um dos donos da barraca pegou o Wolverine, usando Drill Claws no desespero, e detonou o megavilão. O final é em estilo páginas de história em quadrinhos (eu esperava que fosse em CG, como na apresentação) pelo menos retornaram às origens perdidas em Marvel Super Heroes Vs Street Fighter. Já que no primeiro Marvel Vs Capcom, o final era com os gráficos normais do jogo (como em X-Men: Children Of Atom). Outra coisa interessante também é quando você vence ou perde o jogo contra Galactus (até a entrada da luta é diferente, com os dizeres Salve O Mundo! em inlgês). Se perde, leva uma descrição O Mundo Foi Destruído ou se ganha: Você Salvou O Mundo. Uma interessante temática mais voltada aos super-heróis que os jogos anteriores - tudo ali gira mais em todos contra a ameaça do que o bem contra o mal ou o clássico mano a mano dos jogos luta de rua.
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