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terça-feira, 2 de junho de 2009

Street Fighter: A Última Batalha

Legendas
•Chuta que é macumba ** Poderia Ser Melhor *** Pegue Sua Pipoca **** Calçada da Fama ***** Rumo Ao Oscar
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ÍNDICE
(Clique em editar > localizar em seu navegador)

1) Sessão Crítica
O golpe da discórdia
Pena que o jogador não tem 'joystick'
Um bom divertimento

2) Teste de som
Salvadoras e relíquias: As trilhas sonoras de Street Fighter A Última Batalha
Relação da trilha: Score - Instrumental
Relação da trilha: Original Soundtrack – Vários Artistas

3) Ao pé da letra
Isso é um trabalho para a DC Comics: Street Fighter - quadrinho oficial do filme

4) Extras
Erros de gravação
Curiosidades
Vídeos
Especial
Links Interessantes

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1) Sessão Crítica

O golpe da discórdia
(Street Fighter: The Ultimate Battle, 1994, 101 min, EUA, Ação)
Por: Mestre Ryu Kanzuki

Construir uma história única apartir de uma obra composta por personagens e situações diversas não e nada fácil. Ainda mais quando eles fazem parte de um universo atípico, aonde há estereótipos fortemente caricatos para cada um deles, assim são os games da série Street Fighter, sucesso no mundo todo, e fazendo um grande barulho nos anos 90 à altura de clássicos da TV como Jaspion e Chaves.

Nsta adaptação, mais precisamente baseada em Super Street Fighter II, conseguimos encontrar lá pelo menos uns 13 lutadores e mais um de brinde: Kenya Sawada,fazendo uma participaçãozinha até meio medíocre, já que ele era pra ter tido mais presença na história. O que leva a crer nisso hoje? Os videoclipes do filme e as demais evidências - principalmente o jogo do filme que saiu posteriormente). Kenya precisamente é um Fei Long Militar no universo composto pelo filme.

A grande concentração do enredo está entre os personagens Guile e Bison, então quem sofre com isso são os outros personagens em questões da caracterização. Como filme de ação, a história possui características básicas que se vê em muitos: um certo bandido que quer descolar uma boa grana, picaretas em cena e traficantes de armas. É relativamente um carnaval de misturas com humor também. É claro, humor ingênuo, afinal é classificação livre, apesar da TV ter chegado a anúnciar como classificação 12 anos. Quem viu a versão legendada em DVD pelo menos, pôde notar que a tradução do primeiro diálogo entre Cammy e Chun li deu a entender que a Cammy conhece um pouco da vida sexual de Guile. Hmm..santa intimidade!

Tá certo que o objetivo era reproduzir todo aquele aspecto de guerra num estilo misto entre anos 40, as cenas que enfoca Guile num plano de estratégia e o eventual ataque de Bison, procuram levar para um clima de filme de ação na Segunda Guerra Mundial, e anos 50, voltado para uma certa exploração tecnológica, mas o que deveria ser grandioso em todos os sentidos, peca por aparentes complementos superficiais de quinta categoria.

Da pra notar sim a grande influência de séries como James Bond (O Satânico Dr.No e Goldflinger) e Star Wars, um certo misto de aventura e ficção científica, mas não dá pra se convencer de que há todo aquele grau profundo de violência técnica, seja ela na sonoplastia das porradas, vozes ou efeitos visuais, como explosões e derivados, ficando aquém do prometido pelo diretor Steven E. De Souza, que aliás..não é Brasileiro.

Em meio a esse emaranhado, o enredo garante alguns pontos interessantes, fazendo referencias aos jogos e pegando leve nas piadas, saem até homenagens à filmes como Bom dia, Vietnã (o Bom dia, Shadaloo no universo do filme).
Ali estão personagens que são até vistos como heróis de uma nova geração de nerds: os Gamemaníacos (ou Gamers, como preferir), completando todo o tom caricato dado dentro do que poderia ser um sério ambiente.

Vamos aos negócios e falar um pouco dos personagens e seus “alter-egos” presentes nesse filme, a proposta que fica é que eles possuem: papéis/ funções/ empregos, que lhe renderam um aparente destino enquanto não estão lutando:

Guile
-Os fãs fizeram bem em escalar Van Damme. Ele é o melhor exemplo de estrela para representar esse tipos de personagem. Além de ter apresentado muito das características do "cabelo de vassoura" na tela. Sem dúvida, este é um melhores momentos do ator belga, pela sua versatilidade no papel, o vemos em certos momentos de comédia, outros de ação com suas manobras marciais e até mesmo prováveis homenagens aos seus tempos de dublê (os elementos utilizados na morte ensaiada de Guile são o mesmo de um filme qualquer);

- Deixando de lado o seu posto de major nos games, Guile tem direito até a um discurso “presidencial” frente aos seus soldados como coronel das forças armadas. Olha só!

-Guile faz referências ao “Flash Kick” e a sua rasteira giratória, num estilo mais coerente ao“Break” que nos games, além da famosa frase: Você é homem o suficiente para lutar comigo?

General Bison
- Para ficar mais coerente com a trama, Bison deixou de ser o Senhor das Drogas (citado como se fosse seu passado no filme) para se tornar o Senhor da Guerra, o que também o torna além de um criminoso comum;

-É o personagem que ficou mais fiel à obra original, tanto pela grandiosidade, quanto pela tirania e tudo mais. Até mesmo o ambiente do seu quartel general (desde os salões ao quarto) estão totalmente caracterizados à seu favor;

- Raul Julia , cuja interpretação de vilânia bem teatral lhe rendeu uma merecida indicação ao Saturn Awards em 1995, , seguiu muito bem o conselho dos filhos batutas e reproduziu o personagem da melhor forma possível. Tal característica chega a ser uma comparação divertida com aqueles ditadores que queriam o domínio mundial pregando um regime facista: faziam o mal acreditando fazer o bem. E olha que até hoje isso causa confusão em algumas pessoas. Dentro desse contexto, Bison é um general enlouquecido, completamente biruta. Levando isso em consideração, é coerente a profundidade;

- Dentre várias referências estão também citações à sua frase dos jogos: Aquele que se Opor à mim será Destruído e o fato de poder adquirir super poderes através de elementos físicos, o que também lhe dá a habilidade de planar, as fontes oficiais relatam que ele aparentemente sobrevive trocando de corpo;

- Nos games ele utiliza o Psycho Crusher(Triturador Psiquico) e o Head Stomp(O famoso"pisão), referências que deixam óbvias o fato de Bison obter super poderes..embora o que diferencia é que no filme Bison é psicótico e no game ele utiliza essa psicose como uma força.Talvez a junção desses dois elementos o fazem torná-lo resistente à carga de elementos físicos, como a eletricidade e a bateria solar, dentro do universo do filme;

- Na cena em que ele tenta destruir o barco de Guile, Bison usa uma espécie de fliperama com estrutura semelhante aos das máquinas de Super Street Fighter II. Faz uma referência ao Game Over (clássico título que aparece na maioria dos jogos).

Ryu & Ken
- Não são mais as estrelas do filme. Enfim..se f* por estarem em território Americano.. Ops! Shadaloo era um território Asiático, não é? Havia me esquecido;

- São dois aparentes picaretas que querem dar o golpe de mestre num grande chefão. Isso acaba incluíndo também uma qualidade extra para os dois: Ryu & Ken são dois garotões desencanados;

- Quando estão presos, sua definição de lutadores de rua ficam mais à marca: Afinal, a primeira impressão que se tem de um título como Street Fighter (lutadores de rua), é a de que são um bando de lutadores arruaceiros foras da lei, e a interpretação não poderia ter sido mais direta;

- Ryu desfere um Hadouken com apenas uma piscada branca na tela (ri-dí-cu-lo,se for comparar com o que ele faz no videogame) e Ken um Shoryuken (Alguém viu isso?);

- Ryu e Ken são amigos fiéis, com algumas divergências em suas personalidade - o que define um pouco o que cada um é na realidade: Ken é mais materialista que Ryu;

- Ryu é meio uma marionete do Ken, foi trazido até aquela confusão toda por ele. Ken deixou toda aquela mordomia de ricasso de lado para ser um mauricinho que arruma confusão com chefões do crime ao lado de seu sócio, Ryu;

- Ryu se apresenta como um cara concentrado e tranqüilo, nota-se pelo diálogo entre ele e Ken quando se refere ao suposto Gouken/Sheng Long (sem mencionar o nome) na cena em que Bison e Sagat estão negociando armas;

- Uma possibilidade para incluir Ryu e Ken mais fiéis, ou mais interessantes, nesse ambiente, seria se eles fossem pagos por Sagat para lutas clandestinas, e num certo momento ele tivesse tentado suborná-los, aí rolaria o quebra pau no desacordo, pois quem acompanha as fontes oficiais, sabe que Ryu não luta por dinheiro nenhum no mundo e nem por prêmios, mas é claro que ele não recusa uma grana honesta, como o cara poderia viver num mundo captalista?

Sagat
- É um traficante de armas. Na verdade ele possui um papel até cabível para se apoiar no ambiente do filme sem perder seu status. No jogo orginal, Sagat é um sub-chefe, mas como a história não se passa num torneio de artes marciais, esse status de ex-campeão mundial foi passado para uma espécie de vilão subalterno, o que não descarta a idéia de ser um adversário perigoso, a ponto de ser um elemento em evidência para se relacionar com outros personagens da trama;

- Como personalidade, ele se mostra orgulhoso e ganancioso, o que não fica muito distante da idéia proposta para ele nos games e em algumas HQs; no filme, ele possuí uma qualidade extra, de ser um cortejador;

- Sagat ao estar sem camisa mostra a sua surpresa: uma cicatriz no peito, assim como o personagem tem em Street Fighter II, mas seria muito mais interessante vê-lo receber essa cicatriz no FILME durante a luta contra Ken;

- Uma qualidade extra de Sagat no filme é o fato de ele ser um cortejador;

- Nas suas primeiras aparições é possível ver uma estátua Hindu ao fundo de sua sala. Essa estátua é referente a mesma que está em seu cenário no jogo.

Vega
- Os movimentos bailarinos do ator Jay Tavare entregues ao personagem fazem com que ele tenha uma boa representação, tanto no espírito do personagem como na forma de luta. Mesmo não se parecendo em aparência com o personagem do game;
- O seu cenário é uma representação do jogo original, sem contar com o detalhe das grades serem eletrificadas, uma qualidade extra do filme;

- Há uma cena no segundo encontro com Ryu em que ele faz o famoso Rolling Claw;

- O personagem do filme deveria ser mais narcisista, ele jamais abandonaria sua máscara e suas garras numa luta.

Balrog
- Se tornou um bom samaritano (e cameraman);

- Teve sua carreira de boxeador destruída por Bison;

- Faz referência ao Turn Punch numa seqüência que soca um soldado. Bom, ao menos o filme deu um certo caminho: sua carreira foi destruída por Bison. O que poderia ter acontecido no futuro com ele é de ter se voltado para o lado do crime (enquanto boxeador no passado), e desistido desse caminho depois que sua carreira foi destruída, tornando-se cameraman e acabando também por ser uma fonte importante para Chun li, isso se houvesse uma sequência mais pesada que o filme original.

Dee Jay
-Virou um ex-programador da Microsoft(!) que trabalha a serviço de um General inescrupuloso;

- Sua grande referencia ao personagem original seria o fato de ele se referir à Jamaica nos momentos finais do filme;

- A sua caracterísitca de personagem bem humorado representa-se mais na essência. Ao se envolver em situações embaraçadas, ele atua mais como um interesseiro. Se levar em consideração certas histórias, Dee Jay é as vezes visto como um “aproveitador” da situação, mesmo que brincalhão. Numa das HQs de Alexandre Nagado, Dee Jay passa a mão no traseiro da Chun li. No longa em Anime, Dee Jay faz uma ponta tirando onda com Guile e outros personagens.

- Dando continuidade à história do filme, ele teria abandonado a vida de subalterno de Bison e seguido alguma carreira mais coerente com o personagem original (talvez até um novo MC Hammer). Poderia posteriormente se unir ao lado dos mocinhos após certas recusas em tentar se meter numa briga de cachorro grande.

Chun Li
-Ela é uma repórter que traz as notícias e se torna a porta voz inicial da história.Tendo um papel interessante para ajudar na comunicação entre os personagens principais;

-Numa qualidade extra,faz referências às trancinhas da Cammy, mas ela nota que tem umas também. OH! Que bonintinho!

-Está bem conduzida no filme em questões principais de fidelidade. Não esqueceram nem mesmo o fato de ela ter um plano de vingança, agindo por conta própria (como aparentava em sua primeira aparição nos games), tendo que confrontar isso com a própria estrela da história: Guile (que também tem um plano de vingança. OHH!);

- A idéia de Chun Li ser a mulher das notícias não foi tão ruim no final. Ming Na Wen ainda empresta a sua beleza e fica bem no vestido vermelho (que lembra muito ao azul do game). Acredite ,poderia ter sido muito pior.

Cammy
-Faz referência ao seu “Trust Kick” (Cannon Spike no original) chutando bandidos. Aqui a versão legendada passou essa despercebida e traduziu como tome isso. Na versão dublada nada é mencionado;

- Outra referência seria um de seus arremessos com as pernas;

- Em alguns momentos, Chun Li e Cammy apresentam uma certa rivalidade (direta ou indiretamente), havia chance das duas garantirem um confronto, uma pena que ficou apenas em diálogos. Afinal, Cammy é a personagem que mais faz frente a Chun li nos jogos da série em preferência.

- Naturalmente a Cammy está do lado dos mocinhos; não há mesmo o que mudar em seu papel, a não ser que ela esteja trabalhando em uma outra agência (Delta Red, inteligência Inglesa) e então fez uma parceria com Guile.

E.Honda
- De japonês virou haviano;

- Utiliza o Multi-Slap contra Zanguief nos momentos finais;

- Apesar dos pesares, não foi um personagem que obteve modificações drásticas em sua personalidade e aparência de um lutador tradicional de sumo, tirando a sua nacionalidade.

T.Hawk
- É um dos que ficaram mais descaracterizados e sem importância na história, sendo um mero subordinado;

-Sua única referencia ao personagem original é o fato de ele mencionar o “Cherokee” que usa na cabeça, ele a usa para dar sorte.

- Isso é uma preocupação meio idiota, mas: não dá pra entender o por quê do T.Hawk viver com aquela testa com esparadrapo no filme(?).Tudo bem, Ryu também usa uma faixa na cabeça e não lava nunca.
Tudo bem, é uma característica estereotipada do T.Hawk do filme(?), mas seria muito mais legal se ele estivesse ao menos usando a sua roupa meio “Cowboy Militar” como padrão que só aparece nos momentos clímax do filme, e sem aquele cabelo penteado pra trás. Nessa situação do filme, ele ta mais para Nightwolf(Mortal Kombat 3) do que pro grandalhão do Super Street II. Se o ator ganhasse mais massa muscular, um visual mais trabalhado e história, poderia ter mais proximidade com os índios em sua caracterísitca, sendo um personagem até misterioso, sem precisar dizer a causa de estar ajudando Guile. Isso talvez amenizasse um pouco o problema da falta de aproximação com o personagem original.
Derrepente um misto "Country - Cherokee" daria um novo tipo de aspecto interessante ao personagem.

Dhalsim
- Esse sem dúvida quase não restou nada do seu personagem original a não ser o seu ideal pacifista, um “Ghandi” cientista; e a qualidade extra de ser um conselheiro nas horas vagas.

- Por mais que seja estranho, Dhalsim, mesmo sendo cientista, deveia ser pelo menos careca, e posteriormente ganhar as suas pinturas no rosto. Manteria seu lado pacifista ainda, a favor de pesquisas para o bem da humanidade.
O seu lado místico deveria ter ficado mais evidente (ou se ficou, poderia ter sido mais próximo de uma compreensão mais convencional). A forma como o seu ciclo se encerra no filme (levando Blanka com ele) é um..”mistério”(!), mas pode reservar algumas interpretações para os mais atentos, como uma conclusão pessimista ou incômoda da situação. Não seria duvidoso se ele voltasse depois como um paranormal, ou se caso houvesse um outro filme e o diretor Steven fosse atento o suficiente para isso. Em um outro lado da história (levando a história reimaginada do Blanka em consideração), ele também poderia ter sido uma espécie de “messias”, que usa suas habilidades paranormais para tentar curar Blanka.

Zangief
- Ele é um dos que mantém boa caracterização no filme, na história ele esta meio confuso, lutando a favor de Bison mas não sabe que o General é um ditador e não um pregador da paz. Hmm..torná-lo burro na história meio que pareceu soar uma indireta aos comunistas radicais. Goste dele ou: “troque de canal!

- Zangief poderia ter sido incluído em situações de ação mais agressivas (como acontece no videoclipe Straight To my Feet),se mostrar uma real marionete dos ideais de Bison a ponto de fazer algumas besteiras,se assim fosse necessário.
Talvez ele também não saiba que a antiga URSS havia se tornado Rússia. Seria legal se incluísse isso no enredo (ou se esteve, deveria ter ficado claro).

Capitão Sawada
Lembrando que ele é personagem exclusivo,um derivado do personagem Fei Long,sócia do Bruce Lee.Sua maior e melhor caracterização seria ,como capitão,aparecer treinando os soldados para o confronto.O que também seria um tipo de personagem legal para representar a “arte da guerra” na história,seja por confronto armado ou de mãos vazias.

Blanka
- A sua história é bem próxima do game, o fato de Bison transformá-lo em monstro é bem coerente com as primeiras histórias que circulavam sobre o personagem (quando ele aparentemente não tinha uma origem definitiva);

- O que ficou ruim em Blanka foi a sua maquiagem: deveria ganhar dentes de vampiro, uma característica mais monstruosa e ser mais verde também;

- Se a história não seguisse o fato de Blanka ser o amigo de Guile, então Bison teria capturado Blanka em alguma selva Brasileira, para ameaçar soltá-lo nos reféns caso não recebesse o dinheiro. Afinal, Bison tem tecnologia para isso. Dhalsim poderia ter algo a ver com isso também, sendo uma espécie de “messias” da índia tentando curar Blanka e descobre que ele havia sido capturado.


Analizando tudo isso no final, todos os personagens ficam de certa forma mais próximos do game nos momentos de desfecho. Alguns com marcas características e outros sem camisa..tudo isso não é mostrado como acontece na realidade (no caso de Sagat, ele já tinha), mas é fato que a melhor explicação seriam as batalhas e todo o esconderijo de Bison ruindo, com fumaça e estilhaços voando pra todo lado.

Em relação ao enredo, o que mais poderia mudar? Pro básico:
O General Bison convidaria todos os Street Fighters para o quebra pau entre si em meio a uma guerra. Yes! Seria uma história com a cara de Street Fighter em pleno cenário de guerra como pano de fundo.

A idéia de ter Shadaloo, que no jogo se refere à ShadowLaw, no original, a organização de Bison, como nome de um país imaginário para a história, até que não chega a ser uma má idéia. Na prestigiada adaptação em Mangá de 1993, a história toda se passava numa ilha aonde Bison e cia eram os reis do pedaço.

Saindo do cinema a decepção foi grande, com toda aquela promessa forte que o trailer (exibido antes de filmes como O Máskara nos cinemas) e as notícias quentes da época já garantiam antecipadamente há 1 ano antes da estréia.

Sem maiores exigências, ou pretensões de querer ver ali uma produção de primeira linha, essa fita pode agradar, já que todo o universo do filme é lido como um desenho animado estereotipado, uma mistureba de detalhes e inspirações, ou homenagens, que acaba trazendo alguma identidade própria, assim como o game..embora nem sempre muito claro à todas as gerações ou estilos de público em sua mensagem, apesar do esforço pouco caprichado em aderir uma certa personalidade distinta do game original. A sensação que fica é de que falta alguma coisa no cardápio, de que poderia ter sido mais, ou então que houvesse um segundo filme versão cala-a-boca.

Imagem
OBS: Assistam até depois dos créditos...
A guerra continua!

Pena que o espectador não tem 'joystick'

Por: André Barcinski [Jornal do Brasil - 12/05/1995]

Os roteiros dos filmes de ação que vêm pipocando em Hollywood nos últimos anos se caracterizam por uma falta de imaginação assustadora. As histórias são previsíveis e os peersonagens, quase sempre banais. O que esperar então de um roteiro inspirado num videogame? os tipos de Street Fighter, a última batalha (Street Fighter) foram obviamente feitos para aproveitar a popularidade do videogame e para tentar atrair para o cinema o público adolescente que passa suas tardes trancado em casa, entretido com a engenhoca eletrônica. Por obra do acaso, Street Fighter acabom se tornando um filme importante. Foi a última atuação de Raul Júlia, que morreria pouco depois do seu lançamento nos Estados Unidos. no filme, ele interpreta o generao M. Bison, um deposta que controla com mão de ferro uma sociedade futurista. Bison sequestra e ameaça matar 63 pessoas, caso os "aliados" (em bom português, os mocinhos da história) não lhe paguem um resgate de 20 blhões de dólares. O líder dos tais "aliados" é o coronel William Guile, interpretado pelo mirradinho Jean-Claude Van Damme.

A história é vazia de imaginação, especialmente quando se sabe que foi escrita e dirigida por Steven E. de Souza, um dos roteiristas mais bem pagos de Hollywood, autor de histórias ágeis e espertas como Duro de Matar e 48 Horas. Toda a trama é só um pretexto para um festival de pancadarias (muito bem coregrafadas, é verdade), com efeitos especiais até decentes. Agarotada, no entando, vai gostar, afinal já conhece os personagens de cor e salteado. Como curiosidade , vale citar a participação de Kylie Minogue (ela mesma, aquela irritante caontra australiana).
Pena que o espectador não possa ter à mão um joystick para melhorar a trama.

Um bom divertimento


Por: Guia do Vídeo & DVD [2003)

Estrelado por Van Damme, cada vez mais à vontade diante das câmeras, este Street Fighter tenta ser fiel ao popular videogame que o inspirou e acaba revelando-se um bom divertimento. Foi o último filme de Julia (como o ditador) que morreu logo após o témino das filmagens.

-Júri-
Cheia de explosões fajutas e pedras de isopor por todos os lados (tipo os filmes dos Trapalhões)
Melhores do Mundo

É uma ótima diversão para aquelas tardes ociosas de sábado
Blog do Amer


Mestre Ryu Kanzuki: O Golpe da discórdia **
André Barcinski [Jornal do Brasil]: Pena que o espectador não tem 'joystick' **
Guia Do Vídeo & DVD: Um bom divertimento ***
Blog Do Amer: Um dos meus filmes favoritos de todos os tempos. Sem zoera! ****

Média: **
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2) Teste de som

Salvadoras e relíquias: As trilhas sonoras de Street Fighter A Última Batalha

Embora nem tudo está perdido, a trilha sonora ainda acaba tomando boa conta do recado, encobrindo o que há de pobre num contexto. Tanto a trilha instrumental quanto as cantadas estão na altura dos bons e divertidos filmes do gênero.

Relação da trilha: Score - Instrumental

A trilha instrumental vai de composições, ou mistura, de aventura épica às mais contemporâneas do cinema de ação e suspense. Graeme Revell, em conjunto com a Orquestra Sinfônica de Londres(Star Wars,Harry Potter e Superman), está bem afiado nas diversas faixas. O recheio vai compensado por composições como a introdução “Showdown In Shadaloo” abrindo o espetáculo (que ganha uma referência direta em algumas dentre várias faixas), instrumentalizações românticas, sensuais, dramaticidade e um certo clímax.

Toda essa diversidade inclui até uma atualização de Habanera de George Bizet para o filme(A cena do primeiro encontro entre Ryu e Vega ).
Dentre essas referências famosas, há uma faixa que lembra bem aquelas produções de contos da Arábia diginas de “Aladdin e As Mil e Uma Noites”, é a “The Circus Tent" (a cena em que a Chun Li desaparece na garrafa).
A bizarrice fica por conta da “Honda is Tortured” (cena em que Balrog e Honda estão acorrentados), a melodia vai tocando devagar para tentar simular um pastelão frustrado (os barulhos constrangedores mais parecem uma “cornetinha” simulando rugido de elefante, mas,pelas informações que consta, se utiliza uma tuba e guitarra havaiana), a idéia é até boa e ousada, um pouco pertubadora e engraçadinha.
Apesar de tudo, há quem diga que possa ter uma influência de John Williams (Indiana Jones E o Templo da Perdição) aí, mas diria que entre Revell e Williams, Revell manteve um estilo mais próprio ao compor a trilha, o que o diferencia do estilo competente e prestigiado Williams. Outro que poderia entrar na comparação seria Basil Poledorius (Caçada ao Outubro Vermelho), pela combinação sonora presente em algumas faixas.

Faixas:
1. Showdown in Shadaloo
2. Habanero (Vega and Ryu) - Graeme Revell, Bizet, Georges
3. Chun-Li Enters the Morgue
4. Colonel Guile Addresses the Troops
5. The Circus Tent
6. General M. Bison
7. Honda Is Tortured
8. Bison Troopers Marching Song
9. Chun Li's Story
10. Dhalsim Reprograms Blanka
11. The Stealth Boat Attack
12. "Game Over"
13. Chun Li and Bison
14. Guile Discovers Blanka
15. "Raise the Chamber" (Guile Attacks)
16. Clash of the Titans (Honda and Zangief)
17. Guile Faces Bison
18. Vega and Sagat vs. Ken and Ryu
19. Bison Dies
20. The Aftermath

Título Original: Street Fighter – Original Soundtrack Score
Imagem

Revell no topo da forma
CD Maximum

-Júri-
Mestre Ryu: ****
CD Maximum: ***
Music From The Movies: ****

Média: ***

Relação da trilha: Original Soundtrack – Vários Artistas


Na trilha cantada há uma gama de atrativos composta por Rap/Hip-Hop/Pop(vai agradar quem gosta dos gêneros) à baladas românticas.

No campo do Hip Hop, a trilha conta com destaques como: Straight To My Feet (tendo a parcipação do famoso raper oitentista MC Hammer) e Pandemonium.
Muito Rap com: Street Fighter(pelo cantor e ator Ice Cube), Rumbo N Da Jumbo, com a participação de Chuck D, do polêmico Public Enemy,também faz a sua participação no álbum, a música toca na cena do quebra pau na prisão militar, Street Soldier e outros.

Pra quem ta cansado de ouvir tanto RAP e HIP- HOP na trilha, ela dá ma refrescada também num estilo mais diferente: Worth Fighting For, a artistaAnjelique Kidjo, num estilo mais Pop/ Dance Africano (estilo que também foi herdado à música Caribenha), toca na cena em que Guile assiste a um vídeo de Charlie.
No misto J-Pop/J-Rock, quem é fã de música Japonesa vai gostar da música Something There de Chage & Aska.

Faixas:

1. Street Fighter - Ice Cube*
2. Come Widdit - Ahmad/Ras Kass/Saafir
3. One On One – NAS*
4. Pandemonium - The Pharcyde*
5. Street Soldier - Paris
6. Something Kinda Funky - Rally Ral
7. It's A Street Fight - The B.U.M.S.
8. Life As.... - LL Cool J*
9. Do You Have What It Takes? - Craig Mack
10. Straight To My Feet - Hammer/Deion Sanders*
11. Rumbo N Da Jungo - Public Enemy (Chuck D)/The Wreck League*
12. Rap Commando - Anotha Level
13. Worth Fighting For - Angelique Kidjo*
14. Something There - Chage & Aska*

*Músicas que tocam no filme (durante ou nos créditos)

Título Original: Street Fighter – Original Soundtrack: All New Songs From The Motion Picture
Imagem

-Júri-
Mestre Ryu: ****
CD Maximum: **
Amazon: ****

Média: ***

Mais Informações sobre as trilhas: http://www.discogs.com
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3) Ao pé da letra

Isso é um trabalho para a DC Comics: Street Fighter - quadrinho oficial do filme


Título Original: Street Fighter: The Battle For Shadaloo
Ano: 1994
País: EUA
Editora: DC Comics
Gênero: Ação/ Comics

Desenhos: Nick Napolitano
Argumento: Mike McAvennie
Miriam Tomi: Letras
Arte-Final: Bob Downs
Tradução: George Andolfato

Por: Mestre Ryu

A versão em quadrinhos conta a mesma história, mas segue com diferenças que realça melhor o enredo dando uma lição de boas maneiras à obra que a originou. Algumas sequências são jogadas simultâneamente com outras ações adcionais, ao invés de resumí-las como acontece em outras adaptações do gênero. Dentre as cenas exclusivas, o gibi aproveita um ambiente da cena cortada na versão cinematográfica, como a do encontro de Chun Li com uns fornecedores de diamantes, uma rápida passagem é mostrada no trailer teatral, quando Ming Na Wen (Chun li) tira os óculos escuros. Outros momentos que vale à pena ressaltar está o destino dado a Dhalsim e Blanka que é melhor esclarecido na história e o Sagat que ganha a sua cicatriz durante a luta.
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Soc!Tum!Pow!Crack! Todos contra Mr. Bison. O ditador nunca foi tão surrado na vida. O vilão é passado pelo Ryu, Chun li, Guile.. e até pelo Carlos Blanka (primeira foto superior à esquerda), enquanto soldado, quando no filme ele se apresentava apenas como mais uma vítima refém, ele está lá firme forte antes da trasnformação. É porrada pra todo lado e não sobra nem pro infeliz cientista Dhalsim, já que até o Bison se torna menos "gentleman".

Apesar de ter aquele certo derramamento de sangue (necessário) que não se tinha, o senso de humor do filme original também está lá, mas vai de acordo com rítimo. A luta entre Guile e Bison possui um tom mais apocalíptico, entre troca de diálogos e sopapos, e sem um final moralista. O final após os créditos também é mostrado no final dos quadrinhos, com alguns diálogos extras.

O teor frenético não deixa a leitura cansativa, pode se dizer que é uma digna mescla herdada das Graphic Novels. Recomendado para quem gosta das histórias alternativas relacionadas ao jogo. O ponto fraco está no estilo de ilustração de Nick Napolitano, visual pouco caprichado e aquém das outras produções da DC.

A HQ foi publicada no Brasil pela editora Escala, que também trouxe os quadrinhos de SF da Malibu Comics e públicava as edições nacionais de Street Fighter. Curiosamente esta adaptação é mais conhecida por Street Fighter: The Battle For Shadaloo em seu país de origem.



-Júri-
Mestre Ryu: ****

Mais fotos e crítica do blog Dave' s long box: Clique Aqui
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4) Extras

-Erros de gravação-


Há um erro de continuidade na cena em que Guile e Cammy estão reunidos numa sala para discutir o plano de estratégia, nesse momento chega um cara da Shadaloo Tong (da quadrilha de Sagat) com uma faca (disfarçado de garçom). Repare que numa cena todos estão apontando suas armas, quando Guile abate o inimigo, Cammy abaixa a sua arma junto com os outros..numa outra cena posterior, Cammy está com a arma apontada denovo e vai guardá-la. Repare!

-Curiosidades-


- As filmagens foram produzidas num total de 35 localizanções diferentes. Entre elas envolve Bagkok (Thailândia) e Queensland (Austrália).

-Ha também uma certa linguagem própria para o filme, veja quais são elas:
Shadoti (significa, Shadaloo),Haji Generalo Bizono! (para a cumprimentação ao General Bison), Mi capitulacas(Eu me Rendo!), Pretu, Calemu, Pafu! (Preparado,e..fogo!)

-Segundo a extinta revista Sega Mania, a adaptação de Street Fighter para os cinemas em 1994 foi parte de um evento grande, seria uma trilogia cinematográfica, caso o filme fosse bem nos cinemas, o segundo seíria no natal de 1995 e o terceiro no natal de 1996, junto com o possível Street Fighter III. Em meados de 1995, fontes especializadas faziam citações sobre a possibilidade de Akuma ser vilão no lugar de Bison (devido a morte do ator), também havia uma discussão sobre quem o faria (devido o seu cabelo esquisito). Em 2003, Van Damme contactou com alguns atores que participaram do filme como Damian Chapa (que recebeu o contato quando esteve em um programa de TV) para reviver a idéia de uma continuação (provavelmente Van Damme seria o diretor), Dolph Ludgen(?) também estaria no projeto. Nessa mesma época, foi encontrado na Internet relatos sobre a suposta continuação (se Raul Julia estivesse vivo), a suposição é de que o título seria Street Fighter II: Reborn.

-Vídeos-


MC Hammer ft Deion Sanders - Straight To My Feet

PS:Essa é a versão Integral do videoclipe (não foi distribuída pela revista videogame)

Pandemonium - Pharcyde


Something There - Chage & Aska

PS: Versão completa da música.Pode ser vista também nos extras do jogo para Playstation e Saturn.

Something There - Chage & Aska (versão com cenas do filme criada por fãs)


Versão pessimista do discurso de Guile (Van Damme)


Teaser Trailer


Trailer Promocional


Trailer Oficial


Bastidores


Entrevista com Kylie Minogue (Confide In Me & Aussie) - 1994


-Especial-


EM NOME DOS FILHOS
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Entrevista com Raul Julia
(Revista Videogame – Ed 49 – 1995)


O porto-riquenho Raul Rafael Carlos Julia y Arcelay ,ou simplesmente Raul Julia, ficou mundialmente conhecido com o personagem Gomes de A Família Addams.Mas antes já tinha feito grandes filmes como O Beijo Da Mulher Aranha, Acima de Qualquer Suspeita, O Fundo do Coração e tantos outros. O Ator morreu de câncer em Outubro de 94, após ter terminado Street Fighter e Amazônia em Chamas, sobre o sindicalista Chico Mendes. Durante as filmagens de Street Fighter, Raul Julia deu uma entrevista exclusiva para a revista Videogame.
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Por: Waldimir Weltman(de Los Angeles)
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Legenda:
VG=Revista Videogame
Raul=Raul Julia
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VG - Com relação a seus filmes anteriores, o que Street Fighter significa em sua carreira?

Raul – Street Fighter não é apenas um daqueles filmes caros de Hollywood. Trata-se de um videogame muito famoso. Aprendi isso com meus filhos que são vidrados no jogo. Assim como A família Adams,Street Fighter é um trabalho totalmente diferente do que estou acostumado a fazer.

VG – Você está gostando de fazê-lo?

Raul – Está sendo muito divertido participar desse projeto. Por exemplo, estou aqui na Costa Dourada da Austrália, acompanhado por meus filhos, que estão se sentindo no paraíso por poderem assistir de perto as filmagens e, principamente, ver atores vestidos como os personagens do game. Hoje, eles conhecem Street Fightermais que ninguém, são verdadeiros especialistas no assunto. Para falar à verdade, todos os dias peço a opinião deles sobre meu personagem. Fazer um filme baseado num cartucho de videogame é muito engraçado.

VG – Qual foi a reação de seus filhos ao saberem que voc~e participaria do filme?

Raul – Quando contei a eles que havia sido convidado para o papel de Bison, eles ficaram tão animados que logo trouxeram os bonecos dos lutadores de Street Fighter para a mesa de jantar. Depois disso, tive muita escolha.Além de amarem o jogo,eles ficaram impossíveis quando souberam que Jean-Claude Van Damme seria o coronel Guile. Queriam porque queriam conhecê-lo pessoalmente. Tive que trazê-los comigo!

VG – Como foi interpretar General M.Bison ?

Raul – Foi delicioso. Bison é um vilão Clássico, como os que eu já havia representado nos palcos. Seria uma espécie de Ricardo III de Shakespeare, que conspira, elabora idéias sarcásticas e, finalmente, vai à batalha. Só que Bison enfrenta os inimigos através das artes marciais, algo que o dramaturgo inglês jamais sonhou para suas personagens. Muito menos eu, que tive que dar duro para me adequar à grande exigência física do papel.


VG – Em quem você se inspirou?

Raul – Reli nos livros de história tudo sobre o ditador italiano Benito Mussolini. Porém, Bison se parece muito com os semi-deuses da antiga Grécia. Ele é um mega vilão, maior do que a vida. Não apenas pela sua tremenda presença física, mas principalmente pelo tamanho de seu ego. Bison é o rei dos perversos! Por outro lado, fiz questão que ele tivesse uma personalidade mais humana, através de seu senso de humor.

Este matérial é dedicado à memória de Raul Julia


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Dados técnicos do filme: http://www.adorocinema.com/filmes/street-fighter/street-fighter.asp
Street Fighter (1994) no Wikipédia: http://en.wikipedia.org/wiki/Street_Fighter_(film)

Agradecimentos
Fernanda Nascimento (Grupo de Administração - JB CPDOC)

2 Hit Combo :

太陽零 disse...

André Barcinski foi bem imparcial,hein?!
Como fã de Kylie creio que se ela fosse "irritante" não teria o sucesso que tem até hoje.
Voltando ao filme... foi muito ruim!
Somente o Guile se salvava.
T.Hawk baixinho, Blanka ser o Charlie/Nash... não!!!
Pior que o filme da Chun-Li foi para o mesmo caminho...

d. disse...

EU achei legal o Honda ter sido havaiano, pois poucos perceberam mas isso foi uma homengaem a um grande lutador havaiano que estava em foco nesta época, inclusive figurou na capa do GUinners de 1994.

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