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terça-feira, 15 de outubro de 2019

[Papo-Cabeça (de Mente Quente e CAPS LOCK)] Street Fighter V: Cross-play " Ah, não ! " Ah, não? Por quê ? (+14)

Santuário: Conectado (13/ 09/ 2001) Saiu no Japão: 

CAPCOM VS SNK 2
o tristinho DREAMCAST VS o futuro supremo PLAYSTATION 2
O MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA EM CROSS-PLATAFORM

- Interaja com seus amiguinhos
- Uma comunidade mais unificada
- Um mundo mais perfeito

A Capcom se despede em grande estilo com esse lançamento para Dreamcast e para o novo Playstation 2. 
Se isso rolasse hoje, reclamariam a culpa toda no Dreamcast por que é um videogame falido e fora de mercado. Enquanto isso, lá no Canadá.. (pais de 1º mundo, só pra deixar claro)

ATENÇÃO
 POSTAGEM INADEQUADA PARA MENORES DE IDADE  (Especialmente se não tiver idade mental adulta acima de 60)
LINGUAGEM FORTE E OUSADA

Postagem Inadequada para menores de 14 anos

 (já o choro.. livre para todos os públicos)



Depois de muito promover a felicidade de ver uma comunidade unificada, com o crossplay, lá em longínquos 2015 ou 2016, em um certo momento fui negado e xingado indiretamente em um vídeo ao vivo por um influenciador - o que me ofendeu na forma de pensar - quando este disse que crossplay não deveria nem existir. Isso, pra mim, foi pior do que me sentir xingado. Eu podia ficar mudo mas continuei seguindo e acompanhando o meliante de status profissional. Jogador profissional, sim, mas no quesito opinião, não sei.

Nota importante: Valendo lembrar que o termo cross-play também pode ser chamado de crossplay sem estar associado aos Cosplays de baixo orçamento (como são conhecidos hoje em dia). Optei pela palavra separada para não confundir.

Assim como a Realidade Virtual dos anos 90, o cross-play de Street Fighter V virou piada graças ao software aberto do jogo pronto para os piratas e trapaceiros fazerem a festa na rede. Enquanto todo mundo ri, eu já não sinto mais a menor graça disso. No futuro dos jogadores pessimistas, o cross-plataform teria virado aquela moda que morreu ou deixou de pegar. Na mente dos mesmos, videogame deveria ser eternamente físico e não digital. Passado dá grana, de alguma forma (e em algum momento eu posso exemplificar o por quê), mas viver de viuvice te deixa pobre.

E voltando ao VR (Virtual Reality, Realidade Virtual ou RV) era a previsão do futuro lá nos anos 90 mas foi sumariamente esmagado pela febre da internet (fato, mais objetiva e mais simplificada em unir as pessoas até aquele momento). O VR estava em stand by mas só nessas duas décadas de século XXI eu vi Kinet do X-Box (a evolução do Actvator do Mega Drive), o 3D digital no cinema e, agora, alcançando uma certa maturidade de tecnologia, o VR voltando com tudo (depois que estava escondido ajudando a cuidar de doenças e outros trabalhos fora dos jogos de simulação).

Isso é só um exemplo que a história pode ajudar a compreender o motivo pelo qual uma tecnologia não deve ser descartada. Não basta levar tudo tão lógico (ou exato) sem também passar pelas relações humanas. Afinal, independente de seu pensamento político, se você se considera tão exato, deve aceitar ampliar sua mente de forma sistêmica - observar por todos os lados. Por que? Por que isso é um aprendizado também vem de uma faculdade de tecnologia que é, lógico, de exatas.

A primeira vez que eu ouvi falar sobre cross platform (ou o cruzamento entre plataformas de videogame) foi no jogo Capcom v.s. SNK 2, por um breve período, em 2001 - era possível cruzar Playstation 2 x Dreamcast. Isso é genial, apesar de desconhecido em nossas terras, isso prova que o Japão, além de mente mais aberta pra jogos de luta, esta sempre a um passo à frente (claro, eles que são os próprios donos do bagulho e por que muitos de nós não tenta aprender como eles? É lógico: Resposta Automática: "- Por isso somos de 3ª Mundo".

Nem pra tudo devemos ter respostas rápidas. Isso soa ríspido e vago até para um especialista de exatas. Por mais que você seja bom em frame data, em matemática ou o que seja, não aceitar ou apoiar a evolução da tecnologia, te deixa mentalmente pra trás. Não importa quantos oponentes você vença (ou quantos torneios nacionais ou internacionais também). Todo mundo tem o direito de ter a opção de pensar assim, mas geralmente não vai muito longe. E é por isso que os Americanos e os Japoneses sempre irão vencer e tirar seu prêmio. Por que o que sobra ? Reclamar do quão ruim são os Brasileiros pra cena X. Ué, mas você deve lembrar de quando não apoiou a unificação da comunidade lá trás e não buscou uma forma de criar um motim em favor disso. Ao contrário, implementou um motim de ódio.

VELHO, NÃO ROLA, O HACKER VEM DO PC E QUEM LEVA A CULPA SÃO OS USUÁRIOS DE BEM

O MACACO VOLTA AINDA EM MENOR FORMA. MAANO !!! EU VOU DESCOBRIR O SEU NOME E BOTAR NA FOGUEIRA !!! TÁ ME OUVINDO? TÁ ME ENTENDENDO ???


Enquanto isso.. esperando meliantes vindo correr para os comentários só pra dizer que ain, faltou um acento ali; ain, faltou com erro crasso acolá. Já Tomanoku, Pasquales malditos ? Essa geração digital de merda não tem mais o que fazer não ? 

Pois é. É, esse o ódio que vocês pregam e contaminam. 
Palhaços correndo para os comentários

Hoje em dia existem, mesmo que timidamente, alguns jogos investindo na multiplataforma para jogar online. Se a Capcom for sagaz, ela vai olhar com mais cuidado essas comunidades para se inspirar, quem sabe, no futuro. mas se continuar pensando igual influenciador Brasileiro, vai é ficar pra trás mesmo. Aqui não querem cross-plataform com medo de quê? Se já cansou de reclamar do jogo Street Fighter V ser inclusivo. Pro PC ter entrado nessa, é uma ameaça maior. Sem contar que, ao vivo, numa transmissão recente alguém abertamente falar que a comunidade tá toda no console - automaticamente dizendo, indiretamente, que PC não é importante, que é inútil. Por que não incentivar a comunidade do PC também? Até um jogador ir lá e fazer história, como jogador de PC, ninguém vai lembrar. Claro, é mais fácil dizer o que todo mundo quer ouvir. Mas, espera, de onde você acha que os jogos de videogame são feitos? O que você acha que um videogame é? Fica a questão aqui. (Mas eu desconfio que é do PC, heim?! ).

E não é só indústria consagrada no mercado que investe em cross-plataform, não devemos deixar de lado também e lembrar da indústria dos criadores de conteúdo, programadores independentes, que estão sempre lançando novidades no mercado (além de remasterizar por conta própria jogos famosos), os mesmos que também produzem os queridos emuladores (que praticamente ajudou e muito outros produtores de conteúdo a fazerem sua comunidade em fóruns e vloggers espalhados pela web). E uma das evoluções recentes dos emuladores são o cross entre PC e Celulares nos aplicativos chineses (terra dos piratões do bem).  

Mas se o destino pensar geralzão da massa, o hate implacável só predomina para um futuro cada vez mais isolado e restrito. Não é a toa que, desde que veio a febre desses influenciadores de comunidade,
por mais que os mesmos reclamem em algum momento, os mesmos não deveriam se esquecer que foram muitos deles que ajudaram a implementar e dar voz à praga que propaga essa falta de romantismo na mente tóxica de palpitões de comunidades que, lá no início, eram frequentados por pessoas realmente apaixonados pelo conteúdo e não incentivadores de ódio - o You Tube (sim, ele mesmo, já foi muito bom um dia na corrente de seus comentários - só puxar a barrinha pra antes de 2012 pra gente ver).


E, pra fechar, deixo aqui alguns depoimentos coletados de jogadores de Street Fighter V pela rede - 99,9% jogam no Playstation 4 e apoiam o cross-plataform em todas as linhas. É Old, but Gold.









O cross-play entre console e PC me garantiu uma interação jamais imaginada. Por anos, sempre me comuniquei com a sociedade virtual - a maioria jogador de console, sim - e sem essa tecnologia, jamais conseguiria construir praticamente uma família de novos (e velhos) amigos, novos irmãos e novos primos ou me aliar a comunidades, obter mais experiências em competições. Participar de canais ao vivo, rir e interagir ainda mais.

Sério, jamais imaginaria, por exemplo, jogar com influenciadores que seguia há anos, formando comunidades mas que sempre jogaram nos consoles como uma opção de comodidade - assim como a maioria, pagar R$ 2500,00 num videogame do que comprar peças aos poucos para formar um bom PC (sim, isso dá trabalho, mas é custo x benefício - desde que queira um PC da NASA). Fora que tinha muito jogador de Playstation 4 que sequer sabia que tinha Street V para PC (e desconfio que existem pessoas pensando assim até hoje) ou que existia esse cross (isso eu sei que existe até hoje).

A humanidade tem um diamante em mãos chamada cross-play mas não sabem aproveitar - compreendo, por isso somos falhos, a paciência é aguardar o tempo em que vão aceitar isso como algo bom.

Esse cruzamento entre perfis de jogadores diferentes só criou benefícios dentro dos bastidores. Pude me aproximar melhor de pessoas que, embora queridas, eu não interagia (por falta de assunto mesmo ou oportunidade) ou aqueles que interagia pouco e conhecia há seculos de escola ou de blogs parceiros. E eu digo mais, sem isso, Street Fighter V jamais seria tão grande em sua totalidade como é online - enquanto que em outros jogos tu fica horas e horas aguardando alguém entrar na rede. O que está acontecendo agora é que visivelmente se vê que há um público conservador e restrito - que deveria ter ficado lá nos tempos da mídia física e jamais vir apreciar o que tem de bom no presente e nas evoluções de aproximação da comunidade. E eu não desconfio muito que seja boicote (mas não vou ficar aqui citando instituições ou pessoas - elas que revejam seus conceitos). Isso tudo a troco de quê? Estou com cabeça muito quente pra ficar matematizando mas a gente sabe que más intenções não vem de graça.

O presente (que foi futuro um dia) é hoje o futuro que mais temi - ter de lidar com um monte de ódio que eu só me limitava a ver em cartas de revistas de videogame. Triste, muito triste. E o pior é ter que lidar com influenciadores digitais propagando isso para todo o globo.


Pois é, para uma mente hate - melhor dizendo: cheia de ódio - jamais entenderão que unificar uma comunidade é mais importante que tudo. Rivalidade é saudável até um ponto, mas não deixe isso levar a sua cabeça. Boa saúde mental é mente esportiva e é melhor que ser só competitivo.

Aceite que dói menos e bom jogo.

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