sexta-feira, 10 de julho de 2009

Do fundo do baú: Projeto Vídeos - Parte 1

A caçada aos clássicos e velharias raras continua.
Como diria o Coringa
: Tudo faz parte do plano.

Os elementos abaixo, disponíveis em minha conta no You Tube, fazem parte de um projeto ambicioso que vocês ficarão sabendo logo, logo.

Comercial do videogame SNES
- Playtronic



Eis aí o comercial nacional que a Playtronic exibia durante os anos 90 para divulgar o console Super Nintendo. Esse comercial é o mesmo do Americano, a única coisa que muda é que ele é falado em português, além das informações sobre assistência técnica no final.
Curiosidade: A Playtronic chegou a ser vendida para a Gradiente, posteriormente. Em meados de 1996.

Game TV ( Gazeta)



Esse programa surgiu em meados de 1993, sendo transmitida pela Rede Gazeta ( Canal 9). Essa é a primeira parte dos trechos do programa. As outras serão depositadas em breve.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Vídeo de último ensaio de Michael Jackson é divulgado

A CNN divulgou um vídeo do último ensaio para a turnê This Is It de Michael Jackson, que ocorreu em 23/06, 2 dias antes do fatal notícia. No vídeo, ele está cantando They Don't Care About Us, que conta com um videoclipe dirigido por Spike Lee no Rio de Janeiro gravado em 1996.
Confiram:



Eu como um grande fã de Michael, dói só de ver esse vídeo.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Moonwalker em DVD no Brasil?



Capa do DVD Americano

Era o que se imaginava. Sempre que ocorre uma continuação de um filme clássico esquecido ou alguma notícia forte atual, as distribuidoras correm para aproveitar a empreitada de faturar muito, este é o caso de Moonwalker, filme de Aventura musical com o Michael Jackson. Uma falta de respeito da Warner fazer os fãs esperarem tanto, mas as notícias estão aí.

Especula-se que Moonwalker sairá em DVD no Brasil em Julho (16/ 07) por R$ 29, 90. Assim como o formato Americano, o filme não virá com Extras.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Michael Jackson' s Moonwalker: Análises do filme e do jogo



Michael Jackson foi mais que um astro, um mito. O Bruce Lee da música pop. De tão gênio, dizer que ele é um astro é muito pouco por tudo que ele fez para a humanidade. Trouxe alegria e contribuições às pessoas pobres. Era uma pessoa que não pensava só nele. Era um ser humano completo.

Moonwalker foi o filme que me converteu ao mundo de Michael Jackson. E era previsto que esta prévia viria o mais rápido possível para cá, pois estava programado para ser uma das primeiras prévias, que por uma infeliz coincidência, esteve programado em um momento imprevisível (ainda esse ano), não ia ser hoje, mas resolvi passar na frente de todos os projetos e iniciar essa homenagem. Que se fodam os problemas, eu não quero saber de mais nada, só de Michael Jackson.
O mundo perdeu uma grande mágica esse ano, mas Michael Jackson agora está livre, livre de todas essas mentiras acerca de nosso mundo. É o que importa. A sensação aqui não é de luto, é de celebração. O Inferno é aqui, e ele foi pro céu ganhar a imortalidade. Na verdade, Michael Jackson é imortal desde sempre.

Em breve, produzirei análises do filme e do jogo Moonwalker (Mega Drive) que pipocarão por aqui e em vários fóruns. Como quero fazer algo bem especial, é capaz que demore um pouco. Provavelmente seja o momento certo de fazer essas análises, pois essas pessoas (sem talento) estão aprendendo a respeitar a imagem positiva do astro novamente e o que eu queria fazer é algo que toque numa visão que Michael Jackson tem, e que foi denegrida com o passar dos anos por má indole; agora é o direito de reposta de quem sempre gostou de Michael defendê-lo.

Vida eterna ao rei do POP.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Em questão: Rio Game Show

Grandes intenções contornada por muitos erros.
(Rio Game Show - 1ª Edição, 21/ 05/ 09, Brasil, Eventos, Livre)

Divulgação: http:\\www.culturanime.com


Este fim de semana, domingo (21/05), aconteceu o Rio Game Show, após muita propaganda e fortes promessas, em Niterói, município do Rio de Janeiro.

Eventos cariocas de games quase sempre foram como estrelas cadentes. Ultimamente elas têm sido de certa forma vinculada, direta ou indiretamente, aos eventos e comunidades de Animê. O que leva a crer que a tendência do movimento seja fraco por um motivo simples: o evento é divulgado aonde frequentam-se muitos fãs de Animê que curtem games, mas nem sempre mais do que Animês. Ainda assim, as comunidades de Animê tornaram-se a maior referência para atrair um público considerável a esses eventos, já que contamos também com os Cosplayers, pessoas que estudam a fio os personagens, desde a roupa à sua dinâmica, sendo que relacionados ao tema de forma específica.

Há ainda os pequenos campeonatos dentro desses eventos de Animê que passaram a atrair os verdadeiros jogadores ou conceituados sobre o assunto; aí você pergunta: - de videogame ou de fliperama? é quase como discutir um estilo de música, dá sempre uma confusão. Pra se ter uma idéia de que existem muitas categorias além dessas distinções entre Otakus ou fãs de Animê, são as comunidades voltada aos jogos de competição que também vem crescendo no Brasil, através da Internet, e tem um período maior nos fliperamas. É aí que há um choque de culturas ou costumes dentro de um mesmo evento. Enquanto os Otakus acham super normal ver alguém fantasiado como o seu personagem favorito, um jogador de fliperama poderia achar aquilo uma aberração ou super esquisito, já que nunca frequentou um evento desse tipo antes ou não é muito íntimo com cultura japonesa, é o tipo que só quer saber de filmes de porrada; mas se o filme é de terror psicológico, aí é coisa de.. Otaku. Mas Otaku é um termo que determinados militantes também poderiam condenar, o que já é uma outra história. Isso é só pra entender como o mecanismo do choque de culturas funciona. E no Rio Game Show as coisas não são muito diferentes. Como esses jogadores poderiam encarar a visão do Cosplay em um evento de games como o Rio Game Show? Veriam a pessoa por trás daquela roupa ou a roupa por trás daquela pessoa? A resposta seria a mesma da rapaziada baderneira, meio Otaku - meio metaleira, dos eventos.

Em eventos de Animê, a discussão de erros, que vão do trágico ao trash, já é padrão, o que não é novidade pra muitos. Estes eventos ainda são vistos como algo definitivamente amador pelos olhares mais críticos, mesmo por aqueles que não se enquadram na categoria dos participantes frequentes, acabam se envolvendo automáticamente nos acontecimentos. Mas tais referências levam a reconhecimentos positivos como o caso do Video Games Live, evento internacional que pousou por aqui mais de uma vez, graças à contribuição do Ministério da Cultura e da Petrobras. É importante que os eventos batalhem pela boa imagem, fugir do amadorismo o qual acaba sendo reconhecido até por quem não é da mídia leiga, as mesmas que levam a acreditar através de uma matéria jornalística mal explorada de que um fã de Animê tem a mentalidade de fugir de casa ou que um jogador de videogame tem problemas psicológicos.

Com uma boa divulgação, excelente trabalho dos organizadores, o evento Rio Game Show até que bombou. Tendo um movimento melhor do que outros eventos anteriores com propostas parecidas, como o Top Game Show 2006 ( Barra da Tijuca) e o Checkpoint 2008 (Grajaú).

Mas o problema estava no espaço. Prometeu-se um evento com estrutura para 3.000 pessoas, apartir daí é história. Notando esse pequeno detalhe, a primeira vista que se vê é algo de grande porte, mas nem precisou de um curto giro em rotação 360º como se estivesse em um grande salão de festas, já dava pra ter a (decepcionante) sensação em segundos, logo na entrada. E o que é mais pior é que o site engrandeceu muito pelas imagens, e percebendo ao vivo, não era nada daquilo. É impressionante!

Um salão que parecia comportar bem não 3.000 mas no máximo uns 300, contando o público que teve de se refugiar nas escadarias frente ao pequeno espaço para assistir às palestras ou então o público que esteve frente ao pouco espaço dado aos Cosplayers se apresentarem ou então a tumultuada fila para se jogar Free Play no Street Fighter IV, tendo que encarar obcecados e furadores de fila, que mal davam chance aos pobres. Se bem que também não havia nem mesmo uma organização ou responsabilidade do Staff que estava ali próximo, resultando numa péssima experiência em ter que aturar as marras ou birras dos apertados que estavam no local. E a falta de estrutura só contribuiu em afetar completamente a atuação dos Staffs ali presentes como, por exemplo, para auxiliar na chamada dos participantes que estavam perdidos na multidão, a barulheira naquele pequeno espaço, fazendo os mesmos contribuintes ficarem impacientes, tiveram que contar com o o próprio público, jogadores ou frequentadores conhecidos dos butecos (ou não) de fliperamas, no local, para ajudar na situação. É como pegar uma kombi e você ter que se obrigar a fechar a porta ou sair do veículo para dar espaço a outra pessoa, é um desconforto total. A união do povo faz a força nessas horas. Quando não há a força dos empreendores, a improvisação fica por conta do espectadores da atração, que rouba a cena e salva o espetáculo.

Marcelo Tavares é o principal organizador, que também fez uma pequena exposição com cara de que deveria ser pelo menos grande, A História dos Videogames. Parace até que previ quando veio inconsientemente à cabeça o seguinte diálogo: espero que o Marcelo não me decepcione. Isso porque o evento que ocorreu no Centro do Rio de Janeiro em 2008, contava com uma pequena coleção que ocupava uma minúscula mesa. A História dos Videogames é mais um outro título grandioso, dando a entender de um grande evento, mas viveu do mesmo mal do Rio Game Show, com alguns problemas semelhantes, como o de não poder jogar ou tocar em certos aparelhos. Apesar de tudo, não há muito do que reclamar do evento A História dos Videogames, pois quem costuma pegar condução, bastava apenas as despesas com ela, já que o museu prestava o serviço de graça no Museu Belas Artes em alguns dias da semana. E a diferença entre a A História dos Videogames e o Rio Game Show, é o preço que se paga, sem muitas opções agradáveis jus a estrutura que se propôs, já que o resultado visto na realidade é um choque, só por isso, a conclusão que se chega é de que o ingresso deveria deveria valer a metade, quem é inteirado na comunidade dos Animês sabe que se tem certas organizações que promovem eventos por um preço bem menor prestando atrações e estrutura muito mais satisfatória; mas há quem teria na cabeça a idéia de pagar o dobro por um tipo de evento com pouca estrutura. Pagar R$ 5 por uma sacola de 10 balas na rua não vai fazer diferença, enquanto se deveria estar pagando R$ 1,00 no Ônibus. Há também quem tenha a opção de gastar toda a sua economia anual num fliperama sem pensar 2 vezes; é o mesmo caso de jovens que pagariam pelo mesmo evento, mesmo que decepcionados, esperando ver coisa melhor na próxima. É aí que entra o risco de sempre tomar na cabeça, pela falta de iniciativa. É o perfil destes muitos frequentadores conformistas: paga-se para consumir mais dentro de um evento. Esse tipo de pensamento sempre impera: - Dinheiro é pra se gastar. Mas é lá na frente que aqueles R$ 5,00 ou R$ 25,00 gastos sem muita necessidade é que vão fazer falta.

Os preços pouco atrativos não se limitaram ao ingresso, se estendem lá pra dentro do fantástico Rio Game Show: uma camisa de games com figuras impressas por R$ 25,00? É muito desespero. Se a organização é composta por jovens pouco exigentes dedicada a jovens menos exigentes ainda, então é motivo suficiente para mostrar que todos tem muito o que aprender ou pensar no que se faz.

Os problemas já começaram na entrada: atraso de quase 1 hora contado no relógio para abrir as portas. Enquanto certas informações aleatóreas, vindas até do próprio organizador, que iam além do Flyer, informavam que o evento começaria às 14 hs e não às 13 hs. A falta de informação também afetou a inscrição dos torneios, os confirmados online não tiveram previlégios, tendo que reformular o seu cadastro lá dentro, mas até aí, nenhuma informação foi comunicada, nem mesmo se era para se inscrever online, mas mesmo assim ainda se recebeu uma confirmação via E-mail. O torneio de SF IV não foi 100% previlegiado como o público pagante esperava, na verdade a presença do game em si não foi. A iluminação atrapalhava a tela e o volume estava num tom extremamente baixo. Tudo estava muito próximo e fazia barulho no ambiente, menos as porradas do SF IV. Mais a frente podia-se encontrar Rock Band e The King Of Fighters 2002 soterrados de gente em algum lugar minúsculo; é como olhar pelos lados e sair dizendo: Torneio de KOF? Aonde? Teve mesmo?.

O Rio Game Show não foi 10. Mas para os empresários que faturaram R$ 20,00/25,00 dentre mais de mil pessoas, fazendo umas contas aí, dá pra tirar umas férias, não há do quê reclamarem. É certo que muitos que foram não moravam próximos a Niterói, um grande problema também é a duração do evento (com término às 22Hs) sem a preocupação com quem mora longe e pretendeu ficar até o final.

Os pontos positivos foram a possibilidade de rever alguns jogos clássicos em LCD e as quase extintas máquinas de fliperama, embora sem grandes surpresas quanto aos títulos. Quanto aos Cosplays, June (Grupo Tenchuu) e Taís Yuki (Sailor Senshi no Yume) surpreenderam atuando como Sakura (Street Fighter Zero 2) e Lara Croft (Tomb Raider) respectivamente pelo evento, e as revistinhas informais que foram oferecidas, como proposto, foram iniciativas bem positivas.

Um grande evento precisa ser 100% desde o começo, isso deveria ser regra estampada na cabeça de toda pessoa que quer bancar algo desse porte, antes isso do que sair mal acabado.
Uma atração tem de ser feita como se fosse a última, ao invés de construir um meia boca esperando estimativa reação para o próximo. Isso é resultado, não é brincadeira. É o dinheiro do participante que está em jogo. O participante esperto nunca volta ao evento sabendo que ele não foi bem na primeira rodada. Se o organizador não apresenta o que se promete da melhor forma aos contribuintes, ele não passa a imagem de ser confiável. Logo, porque continuar pagando por ele? Eis a questão.



Título Original: Rio Game Show
Gênero: Eventos
Data: 21/05/ 2009
Classificação: livre
Duração: 600 min (aproximadamente)
Direção: Marcelo Tavares
Local: Clube Canto do Rio - Niterói - Rio de Janeiro
Site: http://www.riogameshow.com/

Júri
Mestre Ryu: **
_______________

Legenda =>
Chuta que é macumba: *
Poderia ser melhor: **
Pegue sua pipoca: ***
Calçada da fama: ****
Rumo ao Oscar: *****

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Prelúdio de Duro de Matar em quadrinhos




Se a mente do cinema é criativa o bastante para construir personagens maravilhosos, os quadrinhos podem ser um triunfo grande para desenvolvê-los. Ainda mais num momento em que grandes franquias de quadrinhos são transportados cada vez mais frequentemente para as telonas, o caso a ser comentado agora é justamente o contrário.
A editora Boom!Studios (O Poderoso Chefão) em parceria com a FOX ATOMIC (da polêmica bomba atômica, Turistas) traz às bancas Americanas a série Die Hard: Year One, HQ baseada na saga de John McClaine, personagem da série cinematográfica Duro de Matar (Die Hard). Este foi um desses filmes que trouxeram novas facetas ao estereótipo de heróis de Ação.

O título Year One lembra diretamente o título da clássica Graphic Novel de Batman dos anos 80, não é? Mas é exatamente isso. Year One (Ano Um) conta os primeiros passos do policial dos esquisitos dizeres Yippee Ki Yay em meados de 1976, num momento bem patriótico, a cidade de Nova York se prepara para a comemoração do bicentenário da independência Americana, procurando buscar um cenário bem Americano como ocorre nos filmes, em especial os dois últimos. É a vez de nos apresentarem como John McClaine passou no estágio probatório com as suas táticas Chuck Norris.
Visualmente, o negócio promete. Vamos ver.

Agradecimentos à equipe do programa Leitura Dinâmica (Rede TV!)

Outras informações (em inglês): http://www.comicscontinuum.com/stories/0905/26/boomaugust.htm
Links do site oficial (em inglês): http://www.boom-studios.net/catalogsearch/result/?q=die+hard&x=0&y=0

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