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domingo, 11 de dezembro de 2011

Dedo no Joystick: Crash Bandicoot

Crash Bandicoot


Já escrevi sobre a séria Crash Bandicoot anteriormente aqui no Santuário. Escrevi sobre "Crash Bandicoot 3: Warped", que foi o melhor adventure de toda a série. Aqui nesta matéria escreverei sobre "Crash Bandicoot", que foi o game que introduziu Crash ao mundo.




MUAHUAHUAHUA!!!



Crash e sua namorada são mantidos prisioneiros no laboratório do Dr. Neo Cortex onde, em conjunto com mais animais, são alvos de experiências. Porém, Crash consegue se libertar. Ele cai do laboratório do doutor (que fica no topo de uma montanha de uma ilha) e acaba parando em N. Sanity Beach, que por sua vez, fica em outra ilha. Crash então parte em uma jornada para resgatar sua amada.


Ressaca: dá nisso



As fases são construídas a partir do relevo da parte da ilha onde a ação está acontecendo. E considerando o fato de que o relevo é bastante variado, temos locais variados para percorrer. É claro, não há somente o meio natural, ainda há boa parte acontecendo em "meio artificial".


Papu Papu: sério candidato a entrar na lista dos chefes mais fáceis


Começa-se percorrendo fases naturais e conforme o jogo começa a se percorrer fases mais industriais, sinal de que o laboratório se aproxima. De praias, florestas e rios, vamos pra fortalezas indígenas, templos antigos e pontes e finalmente terminamos em fábricas, depósitos de lixo tóxico, castelos e laboratórios. Tudo isso intercalado por um confronto de chefe ou outro.


Momento Indiana Jones



Quase como por tradição, a série (pelo menos na trilogia original de adventures), os gráficos são exímios. As texturas da água e das paredes envelhecidas dos templos possuem uma qualidade excelente. Pode-se perceber o movimento sinuoso e o reflexo da luz na água, assim como as rachaduras nas paredes e seu descoloramento e erosão provenientes da ação da chuva ao longo do tempo.


Um casco de tartaruga e uma planta carnívora. Onde foi que vi isso antes mesmo?


Em relação aos inimigos, eles são compostos em sua grande maioria por animais e seus movimentos são compostos geralmente por andar de um lado pro outro ou pular. Isso não é muito perigoso em si, mas eles são colocados em locais estratégicos, tais como perto de buracos, e isso sim os torna perigosos.


Crash Bandicoot e Riper Roo: fazem os níveis do "loucometro" explodir



O desafio de quebrar todas as caixas para obter uma gema também acontece aqui, só que ele é bem mais difícil, pois se você morrer por acaso no meio da fase durante o processo, terá que reiniciá-la, pois em caso de morte, o desafio falha. E sim, isso é MUITO irritante.


"Abra bem a boca para que eu possa examiná-la, sim?"



No meio de caixas, wumpas, animais, gemas e bom humor, "Crash Bandicoot" se firmou como um bom jogo e preparou terreno para os próximos jogos subseguintes. Pode não ser perfeito, é claro, mas foi se aperfeiçoando ao longo do tempo a partir dos seus acertos e erros.


Nome: Crash Bandicoot

Plataforma: PlayStation 1

Pontos Fortes: Texturas e passagens secretas pra descobrir

Pontos Fracos: Desafio das gemas dificultado desnecessariamente e impossibilidade de repetir fases bônus

Nota do Léo: 7,5

3 Hit Combo :

Astronomer disse...

Seu post me trouxe nostalgia. A única coisa que eu discordo é sobre o Warped ser o melhor adventure, apesar de mais completo, eu prefiro o Crash 2.

Léo disse...

Olá senhor Andr... Astronomer! QUe bom que gostou do post!
Já zerei Crash 1, 2 e 3. Crash 1 foi o primórdio; o 2, melhor e mais difícil; o 3, o mais variado e bonito.
Mas respeito grandemente sua opinião.
Obrigado por aparecer!

gamercaduco disse...

Parece ser um bom jogo, pena que eu nunca joguei nenhum Crash pra valer. Foram lançados na época que eu tinha bronca de jogos 3D, que não conseguia jogar direito. Vai entrar pra minha lista algum dia.
Belo post.

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