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domingo, 30 de maio de 2010

Dedo no Joystick: Bugs Bunny Lost in Time

Bugs Bunny Lost in Time

A Warner Bros sempre fez desenhos que agradaram e ainda agradam o público. Com seu humor simples e puro, cativou multidões. Por sua vez, o PlayStation fez sua fama com jogos tridimensionais e o estilo plataforma, fórmula que até hoje é usada. O que aconteceria se juntássemos essas duas coisas? O resultado é Bugs Bunny Lost in Time.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Dedo no Joystick: The Great Circus Mistery: Starring Mickey & Minnie

The Great Circus Mistery: Starring Mickey & Minnie





Existem certas coisas na vida que não consigo entender, uma delas é: como é possível, os games antigos podem ser jogados por anos a fio, sem que nós nos cansássemos deles, enquanto jogos atuais não? Deve existir alguma magia gravada dentro daqueles cartuchos. É a única explicação possível. Existem jogos que dão a impressão de que poderiam ser jogados pot toda a vida, certo, jogar o mesmo jogo a vida toda cansa, mas, o nosso entusiasmo diante de certos parece nunca se esvair.
Me deparei com esse jogo na minha infância, porém, não o terminei na época. De algum modo, eu continuava a jogá-lo, apesar de sempre perder. Avança a fita alguns anos, e lá estou eu, em meu emulador, quando me lembrei desse game, baixei a ROM, e comecei a jogar. Aquela magia novamente tomou conta de mim, então, o zerei uma vez, duas vezes, três vezes...



O mapa do jogo, bonito não?


The Great Circus Mistery: Starring Mickey & Minnie, é um jogo feito pela Capcom, com versões para Mega Drive e SNES (a versão para Mega é indiscutivelmente melhor). Tudo aqui é bonito, bem feito, redondinho, e acima de tudo: inteligente.



Vê esse coração? Acredite, são muito úteis, vasculhe muito em busca deles.


A Capacom pegou artifícios de uma de suas famosas séries - Mega Man - e implantou nesse jogo. É claro, a dificuldade excessiva não foi utilizada, mas muitas características forma aproveitadas. Perceba:

- Os inimigos da fase do circo são bolinhas brancas que perambulam pelos cenários, e se assemelham muito com aquelas bolinhas pretas que atiram, por sua vez, presentes em Mega Man.
- O uso dos diferentes poderes devem ser usados para superar desafios e obstáculos das fases, além de inimigos e chefes.

- É preciso decorar os movimentos dos chefes e selecionar o melhor poder para enfrentá-lo, de acordo com seu padrão de ataque ou fraqueza.

- Existem locais secretos nos cenários onde é possível coletar itens para melhorar sua barra de vida. (Característica mais presente na série Mega Man X).

- Antes da luta contra o chefe final, é preciso reenfrentar os chefes encontrados anteriormente.



A Tortuguita voltou! E continua estúpida.

É incrível como os poderes se encaixam perfeitamente para exploração, você se sentirá muito inteligente ao desvendar segredos, parece que só você o conhece, e mais ninguém.
Um dos fatores que contibuem para que esse seja um bom jogo é o replay. Após o termino do game, pode-se ter uma noção maior das reais possibilidades dos poderes, usando-os sabiamente, pode-se descobrir novas possibilidades no game, como se ele se abrisse por completo em uma nova perspectiva. Como por exemplo: o chefe da casa mal assombrada pode ser derrotado muito facilmente, sem nem perder energia; no castelo, existem torres que lançam fogo, porém, podem ser facilmente dribladas com dashs da roupa de caubói; a chama dos inimigos vela podem ser apagadas com a roupa de faxineiro, os tornando vulneráveis aos ataques comuns.



Essa é uma incrível mescla de ação frenética e inteligência, além disso, é muito convidativo, pois os continues são infinitos, e existe a possibilidade de compartilhar a jornada com um amigo.


-Ei, Donkey Kong, esse é o jogo errado!



-E esse poder está errado também, o Spin Dash é do Sonic!

Ponto forte: O aproveitamento máximo e inteligente dos poderes.
Ponto fraco: É muito difícil juntar dinheiro para gastar nas lojas, e é muito fácil o perder, nunca é bastante. Isso frustra.
Nota do Léo: 7,5

domingo, 2 de maio de 2010

Sessão Crítica: Homem de Ferro 2 (Dir. Jon Favreau)

SESSÃO CRÍTICA
HOMEM DE FERRO 2
TRADIÇÕES MANTIDAS
Tony tira umas férias momentâneas comendo uns donuts

sábado, 1 de maio de 2010

Dedo no Joystick: Crash Bandicoot 3: Warped

Crash Bandicoot 3: Warped
Crash Bandicoot, uma das séries mais famosas e aclamadas da era PS1, suas principais características eram a aventura em estilo plataforma com toques de humor. Logo, conquistou o público com seu charme e carisma inconfundíveis
Crash Bandicoot 3: Warped, representou o ápice de seu sucesso e esplendor, uma aventura ímpar e memorável, um verdadeiro clássico da época.
A história em si não é um espetáculo, é até bem fraquinha: após os eventos de Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back, os cristais e gemas (fontes de grande poder) se perderam em diferentes locais do tempo. Sua missão é recolhê-los antes que tais fontes de poder caiam em mãos erradas - leia-se Dr N. Cortex, junto com o recém despertado UKA UKA, uma máscara que representa as forças do mal, é irmão de AKU AKU, a máscara do bem. -
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